- Kendra
- 26 de set. de 2023
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Mês 07, no tempo do Eterno; mês 09, dia 26 de 2023.
Enquanto estava em aflição de espírito, rogo e oração ante o Eterno; pedindo-lhe fortaleza diante do Dia de Expiação, pois ainda estava dentro dos 40 dias que Ele me especificou, de alimento especial e vestimenta especial, por um momento pensei que não seria contada entre os fortes. Mas, Deus me concedeu ser contada entre os fortes no Dia de Expiação. Ele me permitiu sê-lo com toda a minha família. Ele nos fortaleceu.
Foi um dia, desde o seu início à noite, de grande benção diante dEle. Pudemos sentir Sua presença, a solenidade do momento e a paz em nossos corações.
Após um dia de grande e minuciosa revisão diante dEle, quando já o dia estava por acabar, em seus últimos minutos, logo após tudo isso, saímos como família ao pátio. Ali nos reunimos; olhávamos o céu em agradecimento pelo dito dia. A lua estava linda. Meu filho olhava o céu para ver se a estrelas já podiam ser vistas, e meu esposo se extasiava no horizonte, observando os últimos raios de luz que baixavam atrás das montanhas. Era uma tarde tranquila, e cada um, no que observava, se deleitava.
Logo um anjo passou rápido. Gritei para ambos: “Olhem, olhem! Um anjo, um anjo!” Eles olharam, meu esposo viu uma forma, meu filho viu uma nuvem, mas ali eu podia ver o anjo muito bem definido. Voava rápido com suas mãos para a frente; em ambas as mãos levava algo que parecia em sua mão esquerda uma folha de papel ou livro, e na sua direita um lápis, e isso me deixou assombrada e preocupada. Este cruzou diante da luz da lua e desapareceu.
Meu esposo louvou ao Eterno; meu filho seguiu olhando para ver se via algo mais, porque segundo o que ele viu foi uma nuvem rápida que passou veloz diante da lua. Ali, de mãos dadas, despedimos o Dia de Expiação louvando ao Eterno por Suas bondades, por suas misericórdias para conosco. Fomos então descansar.
Da minha mente não saia aquela cena e o que ele levava na mão. Pedi sabedoria ao Eterno sobre isso e descansei nEle. Então escutei a voz do Eterno que me disse: “O que vistes do anjo voando rápido diante da lua resplandecente, e o que levava em sua mão, te deixarei saber: sua rapidez diante da luz é a urgência da preparação enquanto ainda a luz resplandece diante de todos; a direção a qual o vistes passar, do norte ao sul, é a tempestade rápida que se desatará desses lugares; o que levava em sua mão esquerda era um livro, e em sua mão direita um instrumento de escrever: ali se toma nota de tudo o que acontece com os moradores da terra, em especial naquele que diz ser o Meu povo.”
Oh, amados irmãos, ali não me disse mais. Não posso retirar esta cena da minha cabeça, está tão vívida como se fosse agora mesmo.
Certamente o céu está ativo e todo o acontecimento da terra não lhe é alheio, e é minuciosamente anotado para revisão de vida ou morte. Lutemos com as verdadeiras armas de Cristo Jesus, aos Seus pés, somente assim nos será garantida a salvação, se por fé obramos de acordo com ela diante da tempestade. É meu rogo e oração que assim seja. Que o Senhor nos abençoe!

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