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A complacência própria e a queda completa das igrejas

4-10-2020

  • 4 de out. de 2020
  • 3 min de leitura

Atualizado: 5 de jul. de 2022

04 -10- 2020.


Em sonhos eu estava parada em um morro, na minha frente uma rua; depois disso uma grande planície com muitas cercas, que formavam um grande labirinto. Enquanto eu observava isso, voltei a olhar para cima de onde eu estava parada, e vi que havia uma montanha e uma casa no topo; observei que a casa era extremamente grande.

Prontamente me dei conta, ao olhar outra vez na direção da rua e da planície, que na rua havia um jovem, e eu disse: jovem, vem, suba, me acompanhe até a montanha. Ele me respondeu: “Sim, eu vou subir.” O vi afastar-se do caminho e lhe disse novamente: “Jovem, você só tem que passar essa cerca no caminho até a mim para assim subirmos.” Mas o jovem não fez caso das minhas palavras, foi em direção à planície e começou a caminhar entre o labirinto da planície. Ele demorava muito, e eu lhe dizia: “Não se demore, venha em linha reta, já que se meteu aí vai gastar muito mais tempo. Vem até a mim.” Mas ele seguia dando voltas e voltas dentro do labirinto. 

Então me foi ordenado a avançar até a montanha, assim o fiz. Subi e cheguei até a grande casa. Entrei e vi que ela tinha três andares, era imensa, tinha muitos quartos. Comecei a caminhar pelos corredores do primeiro andar daquela grande casa. Eu vi que em alguns quartos, ao abri-los, haviam muitas teias de aranha dentro deles, muito grossas e enormes, em outros, havia muito pó sobre os móveis antigos que ali haviam; em outros, ao entrar, vi que as paredes dos quartos tinham buracos e que a claridade do dia entrava por eles. Eu via diante dos meus olhos que as tábuas daquela grande casa se desfaziam com grande rapidez e caiam os pedaços ao chão. Eu segui meu caminho pelo corredor do primeiro piso, que dava volta por toda aquela casa, e pude notar que algumas portas estavam fechadas com tábuas, uma grande corrente e um enorme cadeado nela.

Assim eu terminei minha rota pelo primeiro andar. Me foi ordenado a subir ao segundo andar, ali ao subir, vi toda classe de insetos, que se aninhavam naquele lugar, e letreiros. Ao fixar neles eu pude ler nomes de igrejas, como igreja Batista, Pentecostal, Católica, Testemunha de Jeová, Metodista, e assim seguia lendo os letreiros. Logo vi em um canto do segundo andar dessa casa, um homem que tinha um martelo em sua mão e um quadro; vi que colocou um prego na parede e fixou o quadro. Fiquei surpreendida ao ver isso, e me aproximei do homem que colocou o quadro; ele estava muito triste, me viu e seguiu seu caminho. Voltei para ver o quadro e dizia: Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Ao ler isso, me foi ordenado subir ao terceiro andar; ali vi muitas pessoas e todas elas eram dadas à sensualidade, ao dinheiro e à glutonaria. Vi que enquanto no primeiro e segundo andar tudo estava desmoronando, naquele terceiro andar ninguém se preocupava com isso, pois em sua mente só estava sua complacência própria. 

Saí daquele lugar, e em frente à casa vi como ela se desmoronou, ficando tudo entre destroços e não vi nenhum sobrevivente. Foi muito triste ver como as paixões desenfreadas nas quais cai o ser humano que faz caso ao maligno apenas resultam em dor e morte. Aí despertei, amados irmãos, e me foi dado uma citação: Gálatas 5. Oh, amados, roguemos ao Eterno para que possamos discernir todas as coisas que o Eterno quer nos deixar saber nesta hora.


Que o Senhor nos abençoe! 

 
 
 

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