- 17 de jul. de 2020
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Atualizado: 28 de jul. de 2022
Em 17-07-2020, às 10: 30 da manhã. Sai da minha casa para jogar água nas árvores frutíferas. Eu estava já com uns 15 minutos regando, quando vejo que à minha direita vinham até mim três seres vestidos de branco; seus cabelos e suas vestes se moviam, como quando são agitados pelo vento. Fiquei observando e um deles me disse: “A destruição nas cidades é inevitável. Breve, muito breve será muito difícil chegar à elas; estejam prontos”. Fiquei sem me mover, senti que nem piscava, não podia me equilibrar e me agarrei na caminhonete que estava ao meu lado.
Um deles voltou a me dizer, era o que falava, porque os outros dois não disseram nada: “Sempre que formos três, vamos em missão de alerta e destruição”. Me disse também: “Cuidem bem das plantas, porque se elas morrerem vocês passarão fome. Deus dá somente ao que é diligente; esforça-te e seja valente”.
Não os vi mais e disse em minha mente: Ai bendito, já se foram. Então escutei a voz que me disse: “Estamos aqui, junto a ti, porém, não podem nos ver. Nos sentimos contentes quando os seres humanos se preocupam com seres inferiores." Não os escutei mais, nem os vi, mas o meu ser se regozijava de tanta gratidão e felicidade. Foi uma experiência que jamais esquecerei, como tantas outras. Louvo e glorifico o nome do Senhor por deixar saber o que está por acontecer à esta indigna mortal.
Bendito seja Seu nome para sempre.

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