- 27 de ago. de 2020
- 4 min de leitura
Atualizado: 7 de jul. de 2022
Em 27-08-2020, mais ou menos à 01:00 hora da manhã uma voz me despertou e disse: “Ore”. Me levantei e comecei a orar. Então ao terminar escutei outra vez que me disse: “Ore mais”. Assim que continuei orando. Logo ao terminar, voltei outra vez ao meu lugar, onde separei para dormir no chão durante estes dias de silício. Me deitei e vi que havia uma atmosfera muito estranha, pesada, senti que algo tocou meu pé e meu corpo se sentiu muito pesado. Me foi dito então para ir orar em outro lugar e assim o fiz, entre meio que orava adormeci profundamente e tive um sonho.
Em sonhos eu via um grande acampamento onde se via muita organização, mas muito pouca espiritualidade, cada um queria que o outro se santificasse, mas esta pessoa não buscava sua própria santificação. Havia muita, mas em extrema, confiança entre homens e mulheres e logo isto começou a criar muito mal estar entre eles. Vi que para eles a santidade era um mero formalismo, falar sobre ela, saber cada caminho bíblico, mas na prática tudo era nulo. Logo vi uma pessoa enviada por Deus para exortá-los querendo ajudar sobre isto, porém recusaram a ajuda dizendo: “Nós somos equilibrados e não queremos fanatismo”. Logo chegou um alerta, alguém chegou com a notícia que se aproximava uma grande tempestade, mas estes disseram: “Vamos cantar, vamos orar, o Senhor está aqui. Vamos deitar-nos e dormir tranquilos”. Vi como a tempestade chegou e varreu tudo e tudo desapareceu e não vi mais nada.
A cena mudou e vi como uma mulher, um homem e um jovem, íamos em um carro, rumo ao campo. Eu estava dirigindo e notei que o carro tinha um defeito, assim que alertei aos demais sobre isto e disse: “Temos uma grande descida à frente e este carro não é seguro”. No banco de trás estava uma mulher e notei rapidamente o seu descontentamento ao eu dizer isto. Eu parei o carro antes de chegar à grande descida e saltei para fora, os animei a fazer o mesmo e terminar o caminho a pé, mas ninguém aceitou. Vi então a mulher assumir o volante e disse: “Não seja medrosa, Deus cuidará de nós, eu vou descer e você verá que tudo ficará bem”. Rapidamente ela saiu com o carro sem dar tempo aos demais para pensar no que fazer. Vi então como o carro começou a descer pela estrada, logo o veículo entrou em pane e ficou sem freios; eu escutava seus gritos na intenção de manter o carro, mas não conseguiu, assim despencaram ladeira abaixo e não os vi mais. Me foi dito: “A presunção é uma pequena e fina linha, todo aquele que cair nela perecerá”. Também me foi aplicado de outra forma: “Todo aquele que vendo seu próximo passar por árduo trabalho e diga na sua mente e no seu coração – ‘se fosse comigo, tudo seria mais fácil e melhor’ – é fato. Porque não é o mesmo pôr a mão no arado que olhar de longe o arado”.
A cena mudou e me vi andando em um acampamento, no caminho um homem apareceu e urgia e ameaçava porque queria que revelasse o lugar onde estava a mulher que desejava ver. Disse que não podia, não importava o que me fizesse não conseguiria, assim que lutei para que me soltasse e logo me deixou continuar meu caminho. Logo cheguei ao acampamento onde ia e a mulher que o homem procurava estava ali, assim que lhe contei o que aconteceu e ela pegou uma pequena mala, guardou algumas coisas e saiu para encontrá-lo, adverti para que não o fizesse, mas não me deu ouvidos. A cena mudou, então vi a mulher chegar na casa daquele homem, nem sequer entrou a casa ficou em terror, pranto e sofrimento. Ali vi como o homem a agarrava pelo cabelo e lhe batia, então comecei a gritar pedindo ajuda, e logo que comecei a gritar entrei dentro da casa para lhe ajudar, nisso chegou um homem e pode soltá-la das mãos daquele homem que a maltratava, então ela mesma decidiu sair daquele lugar e ir de novo para o acampamento, desta vez somente com a roupa do corpo, então ouvi uma voz dizendo: “A mulher de rápidos caminhos tropeça e cai como uma presa fácil e se torna presa por seus próprios desejos, mas após muita dor se lembra do caminho de onde saiu e trata de retornar a ele, mas muito poucos voltam a encontrar este caminho; o homem sinistro é o lobo voraz que maquina sedução e se levanta para seduzir e nunca tem paz”.
A cena voltou a mudar amados, agora me vi em um carro, em uma cidade, ia com algumas pessoas que queriam sair daquele lugar, assim, fomos ali para buscá-las; e ao chegar ao lugar tudo estava obscuro e se tornou ainda mais obscuro à medida que íamos entrando naquela cidade, era como uma densa neblina que cobriu todo aquele lugar. Assim clamamos a Deus para nos deixar encontrar o lugar; e assim aconteceu e foi possível retirar as mulheres que estavam orando e clamando para sair dali. Ao recolhe-las nos colocamos rapidamente a caminho e vimos que soldados começaram a fechar as rodovias; uma após a outra eram fechadas. Chegamos a uma rodovia onde se preparavam para fecha-la e ao nos aproximarmos ouvimos um dizer ao outro: “Ah, deixe-os passar, este será o último carro que passará, depois fecharemos a rodovia”. Assim foi, e foi possível sair e louvamos a Deus por isso.
A cena mudou neste momento e me vi em outro lugar orando; enquanto estava ali chegou um jovem e começou a reclamar, porque antes eu estava junto a ele orando e havia me retirado para orar. Então eu respondi: “Jovem, vim aqui para orar porque o Senhor me pediu para orar neste local e não para estar ao seu lado orando, e assim eu fiz”. Então escutei a voz que me disse: “Diga a ele que vá junto ao seu esposo para orar, isto fará muito bem a ele”. Assim fiz e assim fez o jovem. Então escutei a voz que disse: “Alguns chamei para estar separados em santidade e os que não a buscam são pedras de tropeço, mas ainda com muitos destes, por suas raízes, ainda trabalho com eles”.
Nesse momento então despertei. Queira Deus amados irmãos que possamos entender as palavras que o Eterno quer nos dizer nesta hora, com todas estas coisas.
Que o Senhor nos abençoe!

Comentários