- 6 de set. de 2024
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Mês 06, no tempo do ETERNO; mês 09, dia 06 de 2024.
Em sonhos, eu via uma casa que era ampla, em um belo campo, mas esta, apesar de ser grande, só tinha um quarto, mas este quarto era espaçoso. Havia ali um casal, um homem e uma mulher, como deve ser, uma mulher e um menino. E vi que chegou a hora de ir dormir, assim vi como essas pessoas iam para o quarto. Ao entrar no quarto, havia ali três camas e um pavimento superior em cima de uma delas. E nesse pavimento superior havia um berço portátil de recém-nascido, um berço normal e uma cama-berço.
Vi que o menino subiu no pavimento superior e se deitou no berço normal, encolhido, sendo já grande o suficiente para dormir na cama-berço. Também vi o homem, que se deitava ali em uma cama simples, não de casal. Vi também as duas mulheres se acomodarem em uma cama simples, e como a cama era muito estreita para elas, para não se tocar durante a noite; vi que cada uma dormia quase caindo da cama. Assim passaram a noite, e o menino também, ali todo encolhido.
Amanheceu, e sol bateu esplendorosamente naquele quarto. Pude ver que sob o duplo piso havia uma cama de casal espaçosa e pensei: “Por que esse casal não dormiu nesta cama, para que assim a mulher pudesse dormir sozinha comodamente na cama simples?” Olhei para o pavimento superior e ali a cama-berço espaçosa e cômoda, e pensei: “Por que esse menino não optou por essa cama espaçosa, e se deitou nessa, no berço, e está ali todo encolhido por ser menor?” Ali, enquanto pensava isso, o homem começou a reclamar com a esposa por não ir dormir com ele, pois havia passado frio. Ela lhe respondeu que não queria dormir incômoda, porque ele se mexia muito e a cama era pequena. A mulher sozinha se queixou de que quase não dormiu porque que a mulher com quem compartilhou sua cama a incomodou. A mulher, a esposa, se queixou de que a cama era muito dura e fria. O menino se levantou também, choroso e queixando-se de dor no corpo por ter dormido encolhido naquele berço estreito.
Enquanto todos se queixavam e murmuravam, bateram na porta, e estava ali um homem alto e de boa aparência que lhes disse: “É hora. Devem avançar para a fase seguinte.” Eles todos exclamara: “impossível! Estamos cansados e com muito sono, e não poderemos caminhar nem cinco minutos com esta carga.” O homem os olhou com pena e se foi. Vi que foi a outra casa, e ali bateu na porta. Os daquela casa saíram felizes e dispostos, e seguiram aquele homem sem queixa alguma.
Ali não vi mais e despertei. Eu meditava nisso, e enquanto meditava nisto, me foi dito: “Enquanto o ser humano está buscando o seu próprio benefício, ficará estancado, sem poder avançar, e com os de a pé sucumbirá. Eu pus o necessário para todos diante deles, para que assim, em cada circunstância necessária, eles possam moldar seus caracteres em Mim. Mas assim como o sol iluminou o quarto, havia ali todo o necessário para que dormissem bem, mas seus olhos sem colírio, opacos por sua cegueira de conveniência própria, não lhes deixou ver, e eles mesmos se permitiram perder de ir à segunda fase. Assim também acontecerá com muitos, porque renegam o que Eu ponho diante deles. Na outra casa que vistes, nenhum deles tinha cama, todos dormiam em cobertores no piso duro e frio, mas felizes, com cânticos e orações de graças, e, levantando-se de madrugada, se apressaram para estar prontos para continuar a viagem. Aqui está a simples, mas grande diferença dos que vencerão contra os que estão a pé: Eu estarei com eles contra os que estarão a cavalo.”
Oh, amados irmãos, queira DEUS que possamos meditar profundamente nisso. Deixo essas palavras fiéis e verdadeiras para cada um de vós. Que o SENHOR nos abençoe!

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