- 10 de ago. de 2020
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Atualizado: 7 de jul. de 2022
Em 10-08-2020, em sonhos, eu estava em uma casa com muitos quartos, ali eu via muitos que desfrutavam da vista do lugar que dava para o mar, e todos estavam tranquilos e seguros. Eu falava para eles que precisavam fazer preparativos rapidamente, mas eles estavam muito relaxados, aceitavam que tinham que se preparar, porém seus planos vinham primeiro. Enquanto falava, o céu ficou com um cinza intenso e começou a cair uma forte chuva. Ali havia uma família, que eram os donos da enorme casa, e nos disse: “Venham, venham até os quartos atrás e ficarão seguros”. Fomos para ali a tempestuosa chuva arremetia contra a casa, logo começou a entrar água pelo teto; as goteiras molhavam camas, móveis, livros, roupas, enfim, tudo que estava ao nosso redor.
Então perguntei ao dono: “O que aconteceu? Não disse que há pouco tempo havia feito o teto?” Me respondeu: “Não pude comprar todo o material pois tinha contas a pagar”. Logo tudo começou a inundar de água. Ao sair para a varanda, notei que as ondas do mar estavam quase tocando as fundações da casa e disse a todos para que saíssem porque ela não suportaria, porém o dono deu risada e disse: “Isto já ocorreu outra vez, não vai acontecer nada, fiquem tranquilos”. Assim, vi um quarto, ali tinham alguns bebês e todos estavam molhados pela chuva, tremiam de frio então disse aos demais: “Venham, ajudem-me! Vamos levar estes bebês, vamos trocar a roupa e retirar toda a roupa molhada e retirá-los daqui”. Assim, trocamos os bebês, porém o dono da casa não quis que saíssemos com eles; então sai para fora da casa e chamei a todos e disse: “A água já vem, saiam”. Porém somente três pessoas saíram, entre todas que havia. Escutei então uma voz que me disse: “Vá ao porto, suba no barco que vai sair prontamente”. Corremos para o porto e abordamos o barco. Ali me reuni com outros que também haviam visto o perigo e haviam subido no barco. O barco então iniciou a viagem à toda força, porém uma mulher que estava em uma casa, gritou da margem: “Esperem-me, esperem-me”. Porém, o barco já não podia deter seu curso. Um jovem ao escutar a voz a reconheceu e se levantou, ao olhar pela borda do barco, já que ele estava sentado no piso e com a rapidez do vento ele caiu pela borda, ficando pendurado em uma mão na borda do barco. Rapidamente um homem alto, pulou do chão e o agarrou a mão do jovem que estava segurando no barco. Assim também, outro homem bem alto veio ajudar, se arrastando pelo barco; ele lutava para agarrar a outra mão do jovem que estava no ar, mas era tanto vento e o movimento que não conseguia. Logo disse aos que estavam presentes: “Vamos ajudá-los”. Assim, todos nos arrastamos pelo piso do barco e agarramos um ao outro pelas pernas, e assim, como uma corrente, chegamos aos homens que estavam lutando para salvar o jovem; por mais que lutássemos não conseguiam subir o jovem a bordo. Logo um vento diferente, um brilho passou por cima de nós, e foi aonde estava o jovem, flutuando-o no vento e o impulsionou para dentro do barco, e ele caiu de costas dentro do barco. Assim, com o jovem dentro da embarcação, todos nos sentamos no chão e nos agarramos nas pernas das cadeiras que estavam firmadas no piso do barco. Aquele que estava no timão o ouvi exclamar dizendo: “Capitão qual direção devo tomar?” Rapidamente escutei a voz que respondeu: “Para frente, à toda força”. O que estava no timão exclamou: “Capitão, não será melhor ir de lado?” A voz de novo respondeu: “Continue de frente, à toda força”. Então eu disse ao que estava no timão: “Não tema, pressione a alavanca a todo vapor e vá em frente”. Assim ele fez, e logo chocamos com a enorme parede de água; senti meu corpo se estremecer. A água nos golpeava como muitas agulhas pelo corpo, levantei minha voz e disse: “Resistam, aguentem, não duvidem”. O vento era tão forte que sentia que minha pele ia sair do meu corpo. Assim, logo passamos aquela parede e do outro lado tudo estava calmo, estava ensolarado; ficamos todos em pé e chorávamos de alegria por havermos sido salvos. Levantamos uma oração de gratidão a Deus por Sua misericórdia para conosco. Logo olhei para trás e me lembrei da parede de água que havíamos cruzado, e ao observar, vi que tudo havia sido varrido por ela, somente desolação e caos havia no seu caminho. Eu chorei desconsoladamente pelos que estavam ali naquela casa, que vendo o perigo e foram avisados, porém minimizaram todo alerta para permanecer ali e seu destino foi a destruição. Neste momento despertei e me foi dito o texto de Oséias 2: 1-12.
Oro ao Senhor e suplico por aqueles que estão no vale da decisão, que por Sua misericórdia, que eles possam decidir seguir os passos do Mestre, ainda que tenham que deixar tudo para trás, que se deem conta e despertem do perigo iminente que temos ante a nós. Oro por isso, por meus irmãos em toda vasta face da terra.
Que o Senhor nos abençoe a todos!

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