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Aguardar um pouco, até que passe a Indignação

8-6-2021

Atualizado: 2 de ago. de 2022

08/06/2021.


Em sonho eu observava um lugar onde se faziam preparativos para a obra missionária. Vi ali no átrio de uma igreja adventista que haviam caixas de livros e folhetos. Também vi ali que todos estavam já prontos com estes irmãos porque iam rapidamente sair a distribuí-los. Mas a cena mudou, e esta vez eu via uma casa, e ali no pátio desta, também pessoas se preparando para entregar material, material de obra missionária. Estes repartiam, entre eles a literatura rapidamente. A cena voltou a mudar, e vi como nas altas montanhas haviam irmãos preparando-se da mesma maneira, mas pude notar que estes das montanhas nem todos faziam do mesmo jeito: uns se alistavam para pegar literaturas e outros permaneciam de joelhos imóveis.

A cena mudou novamente, e vi que no átrio da igreja onde se preparavam com literaturas para a obra missionária, se organizava um desfile de jovens. Todas as jovenzinhas com vestido, com cauda como de um casamento e os jovens engravatados, estes devidamente enfileirados entravam na igreja a receber, a benção do matrimônio, que nunca vi que se realizou.

Assim também vi no pátio daquela casa, outro desfile, mas este menor, de jovens e jovens adultos vestidos mais simples, e assim entravam na casa a receber segundo eles, a benção do matrimônio.

A cena voltou a mudar e vi como nas altas montanhas haviam irmãos de todas as idades, juntando-se no desfile para também receber a benção sobre o matrimônio. Enquanto eu observava tudo isto, e via nas altas montanhas a minoria que permanecia de joelhos. Escutei um forte ruído proveniente do céu e logo depois do ruído, uma voz suave mas audível declarou: “Aguardai um pouco, até que passe a indignação, e Eu os farei brilhar com a Minha luz, e esta luz não se apagará jamais. E não os junteis em jugo com os infiéis que clamam recolher quando esparramam. Esperai em Mim e Eu irei adiante de vocês com a destra da minha justiça.”

Assim pude observar, logo destas palavras, que tudo permaneceu igual nos diferentes grupos, cada um continuou seu curso. Observei que os que deram a benção do matrimônio e os que se alistavam para a distribuição de material avançaram nisto, e todos entraram em grandes multidões e ali ficaram encadeados, e em ato seguido, todos foram vacinados por uma pessoa vestida de branco que chegava um a um deles. Logo estes perdiam sua identidade, divagavam perguntando a outros: diga-me quem sou? De onde venho? A confusão reinou e o caos era por toda parte. Logo vi máquinas, equipamento pesado que faziam valas muito largas e fundas. Enquanto olhava isto escutei um ruído, uma explosão nos céus. Olhei para cima, vi muitos raios de luz que se entrelaçavam um no outro e foram baixando até a terra, todo o céu ficou preeenchido por elas.

Ouvi gritos, lamentos, as pessoas caíam no solo e começavam a tremer como se um choque elétrico lhes tivesse impactado, aonde quer que meus olhos pudessem ver estava o mesmo cenário de dor e sofrimento, mas se projetava em tremores, imóveis no solo, outros não podiam falar bem, sua língua travava, outros caía o cabelo, e outros estavam tão magros que suas costelas se podiam contar só de olhar. Perguntei: que é isto? Então me responderam: é o pagamento pela desobediência, é o pagamento de confiar no ser humano antes que no Eterno. Muitos sofrerão, cairão, mas os entendidos se apartarão e estes se esconderão debaixo das asas do Altíssimo e estarão seguros. Vá aos seus e diga que se afastem das cidades.

Ó amados, aí despertei, e uma grande dor se apoderou de meu ser ao pensar naqueles que ainda seguem nas cidades, mesmo sabendo todas estas coisas. Outros por rebeldia, outros por presunção que é uma rebeldia disfarçada, outros, eles mesmos se martirizam declarando que eles são dos que morrerão nas cidades, e outros dizem que onde estão se vão salvar, não terão o trabalho de ir aos campos. Oh que terrível a condição humana! Outros afirmam que como tudo chegou de golpe, Deus é injusto e por isso eles não tem meios para sair. A todos estes, eu lhes digo: quanto tempo faz que a mensagem foi dada, de sair das cidades? A rebeldia a isto tem sido geral, a conveniência própria se interpôs e agora se sentem sem saída. Muitos declaram que dos púlpitos se falaria isto, o momento da saída, e mesmo assim seguem esperando em uma organização que tem crucificado ao Mestre e vendido seus seguidores.

Ó amados irmãos, por isso é que o Senhor nos disse: maldito o homem que confia no homem, cegos guiando cegos. A todos que tenha ouvidos para ouvir que ouça: saiam das cidades os que temem a Jeová para que possam ser livrados da grande mortandade. Queira Deus que isto possa ser escutado.


É meu rogo e oração, que o Senhor nos abençoe.



 
 
 

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