- Kendra
- 14 de nov. de 2023
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Mês 08 no tempo do Eterno; mês 11, dia 14 de 2023.
Em sonhos, eu via duas famílias que viviam no campo. Uma era muito confiante em si mesma, e a outra era mais retraída. A confiante tinha muitos animais que alegravam o lugar e ambas as famílias. Vi que àquele lugar chegou um pequeno porquinho preto, estes o acolheram e cuidaram dele; e ele logo cresceu e saíram dois chifres em cada lado do seu focinho. Este era dócil e brincalhão com outros animais e com as pessoas do lugar, e andava solto e caminhava atrás das pessoas.
Vi logo que ao lugar chegou uma mulher; ela levava consigo uma ave em suas mãos e a jogou ao porco logo após fazer uma incisão no pescoço da ave, e esta caiu revolvendo-se no chão, sangrando. Vi que o porco se lançou sobre ela e o sangue brotava e encharcava o chão. Assim, logo após tê-la devorado, o porco com chifres mudou de dócil a feroz, e seus olhos ficaram vermelhos, e mudaram de dóceis a irados, e perseguia a todos e a tudo em seu caminho para mordê-los e despedaçá-los. Sua sede de sangue era terrível e imparável.
Vi que todos correram a um lugar seguro diante da ferocidade daquele animal, mas notei que passadas as horas alguns se aventuravam a sair, e outros iam atrás deles para lhes advertir e trazer-lhes de volta, e nisso quase morriam ambos. Assim foi, vez após vez, até que a besta ficou deitada em uma esquina; e alguém disse: “Já voltou a ser dócil outra vez!” Esta saiu, passou ao seu lado, mas o animal investiu contra ele e acabou com sua vida. Nesse momento aí despertei.
Eu comecei a orar pelo povo diante da presunção e desatinos de muitos quanto mais nos aproximamos da prova final, que é quando mais se deve estar alerta.
Ai, em um momento fiquei novamente adormecida, após a longa oração, e em sonhos eu vi uma igreja. Ali havia sido celebrado um batismo, e havia um livro com os nomes dos batizados nesse dia, em uma mesa. Eu via que todos se viam felizes pelo batismo. E ao fixar-me bem no livro, vi que era da Igreja Adventista corporativa. Assim, quando terminei de ver o livro, olhei tudo ao redor daquele lugar que era a igreja, e havia todo tipo de maléficos adornos em celebração do dia das bruxas: caveiras com velas acesas, teias de aranhas artificiais, abóboras, aranhas etc. Me assombrei, e rápido vi que o pastor dava aos recém-batizados, lhes davam uns presentinhos, e lhes dizia: “Olhem, vejam, estes são os presentes logo após o seu batismo.” Vi que lhes era dado um livro, li o seu título: “As Doutrinas Adventistas”; e logo o abriu e disse: “Lhes porei um pouco dessa teia de aranha como uma lembrança do dia do seu batismo. Tanto esse livro quando a bíblia com os quais lhes presentearam.”
Não pude me conter e alcei minha voz e disse ao pastor: “Não ponha essa abominação na Bíblia! Não misture o santo com o profano!” Ao que me olhou e respondeu: “É só uma lembrança, não o vão adorar, não seja melodramática!” Eu disse aos presentes: “Não tomem essas bíblias com isso dentro. São amálgama!” Mas estes, como que enfeitiçados, obedeceram ao pastor e me ignoraram. Assim, sai dali triste. Eu não vi mais, e aí despertei.
Ao me despertar, me dei conta de que não havia passado muito tempo desde a primeira vez que orava. Ali orei outra vez ao Senhor, pois é muito triste saber como muitos perderão a sua salvação por seguir a homens em vez de seguir um “Assim diz Jeová.” Queira Deus, é meu rogo e oração, que possamos seguir sempre só atrás das pegadas do Mestre. Que o Senhor nos abençoe!

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