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Aprender com a natureza e integrar-se à ela #1

2-8-2021

  • 2 de ago. de 2021
  • 5 min de leitura

Atualizado: 15 de dez. de 2022

02/08/2021.


Em sonhos eu via um edifício de dois pisos. Foi-me indicado entrar nele e vi que no primeiro piso estava cheio de água, havia muita água correndo por todos os lugares, nas paredes havia fungo e musgo, e vi que este primeiro piso, estava desabitado.

Eu me surpreendi ao ver isto porque fora daquele edifício tudo se via bem bonito, tudo estava bem arrumado. Então me foi indicado ir ao segundo piso, ali haviam várias famílias: uma com filhos, outra era uma mulher, outra era dois homens que era irmãos. Eu via que mulher só, estava muito enferma, mas esta não deixava que a ajudasse.

Os dois irmãos escutaram a advertência de sair daquele lugar. E a família com filhos, estes entre eles se cuidavam e não desejavam mal um ao outro.

Fui ordenada a ir novamente onde estava a mulher que era só. Eu a ajudei em coisas que necessitava, que me providenciaram as outras famílias para ela, porque esta não as aceitava deles diretamente por intrigas passadas entre eles; mas esta mulher estava cheia de ódio em seu coração e não quis aceitar.

Chegou a tarde daquele dia, começaram a caminhar pelas paredes internas daquele segundo piso muitas baratas e piolhos de toda classe. Então disse as duas famílias: saiam daqui, isto não é lugar para se viver. Mas eles hesitaram, porque ali tinham tudo que possuiam. Lhes disse: por favor, tem que sair, aqui não é seguro nem higiênico, como podem estar acostumados a viver assim? A família com filhos me respondeu: nós nascemos aqui, toda nossa vida tem sido viver aqui, não sabemos viver de outra forma.

Eu lhes respondi: sabem, Jesus pode dar-lhes uma forma de vida onde possam ter paz e plena felicidade, só devem crer e avançar. Seus olhos começaram a brilhar e começaram rapidamente a se preparar para sair daquele lugar.

A família, onde estavam os dois homens que eram irmãos, eu cheguei a porta deles e lhes exortei a sair da mesma forma. Embora ao princípio os dois escutaram, um aceitou mas o outro não quis aceitar.

Pronto, todos os que aceitaram já estavam fora do edifício, começamos a caminhar perto de um rio que tinha uma rua a seu lado. Caminhamos por muito tempo, levamos provisões para comer e água para tomar. Me orientaram seguir perto daquele rio, assim comuniquei a eles que fizessem. Chegamos a um ponto onde começava uma ponte, esta era muito elevada. Começamos subir pois era a única forma de seguir o caminho que estava ao lado do rio. Esta vez a ponte nos levaria por cima do rio, a subida da ponte era muito empinada, muito íngreme, mas pouco a pouco subimos e chegamos na parte alta, que era uma longa subida, e logo esta baixava e o caminho continuava na beira do rio novamente.

Ao chegar a parte alta paramos para descansar para comer algo e logo retomar a marcha. Vi que três pessoas, das que iam em nosso grupo, se desesperaram e disseram: já não seguiremos este caminho, é muito longo, nós sabemos nadar, vamos pular no rio e nadaremos e chegaremos mais rápido, já estamos cansados deste caminhar, que nunca termina. Eu ia responder, quando rapidamente estes pularam da ponte nas águas do rio.

Eu não podia crer nesta ação, e olhei por onde pularam e vi que as águas eram rasas e as pedras sobressaíam, e estes caíram nas águas rasas e se impactaram com as pedras e jaziam aí mortos. Também, enquanto eu olhava, uma mulher saltou com seu menino mas não vi quando caiu lá embaixo. Não sei o que aconteceu com ela. Comecei a buscá-la mas não via em nenhum lugar. Nós que ficamos, começamos rapidamente a descer a ponte e chegamos outra vez a beira do rio. Enquanto olhávamos procurando, a mulher com o menino, a vi agarrada a uma pedra com uma mão e com a outra segurava seu filho. Ela sangrava muito, e ao nos ver, rogava que lhe ajudasse. Começamos a fazer uma corrente entre os que ali estavam, mas eram poucos e não dava para alcançá-la. Logo me foi dito: entra na água. Eu entrei. As águas neste lugar, onde ela estava, estavam fundas e violentas mas instantaneamente, quando coloquei os pés nelas, voltaram a ser rasas e já não estavam violentas.

Enquanto me admirava por isto, vi que a mulher e o menino já vinham até nós em águas tranquilas, assim os demais chegaram e a ajudaram. Quando já todos estavam fora da água, foi-me ordenado sair da água, e quando saí desta, esta voltou a ser profunda e caudalosa. Eu disse a mulher: porque pulaste com teu filho? Não viu que as águas eram rasas e cheia de pedras? Mas ela respondeu: não, quando olhamos as águas eram fundas e não se viam as pedras, mas quando pulamos consegui ver as pedras. Me horrorizei mas já estava no ar. Roguei ao Eterno que salvasse a meu filho e que me perdoasse. O louvo, porque quase chegando ao rio fui tomada não sei por quem, me levaram a águas profundas, não tocamos nenhuma pedra mas a corrente me arrastou e só pude agarrar na pedra onde me encontraram.

Ali louvamos ao Eterno por suas misericórdias e descansamos um pouco e logo retomamos o caminho ao lado daquele rio. Já estávamos caminhando por um bom tempo quando uns dos que iam conosco começou a buscar madeira para construir, segundo ele, um lugar de refúgio. Eu lhe disse: que fazes? Porque detivestes a marcha? Me respondeu: já estou cansado, esta vez ficarei por minha própria conta perto deste rio, assim ajudarei com minha experiência a todos os que passem por aqui, vocês se desejam, podem seguir, mas eu não seguirei mais com vocês, eu sei o que fazer e não preciso seguir o caminho com vocês. O advertimos, mas não houve forma de entrar em um acordo com ele, tristemente ele seguia seu rumo.

Paramos ali por um tempo para tratar de animá-lo a continuar, mas ele foi e cortou uma árvore, e colocou três árvores no solo como para fazer um quadro de fundamento da casa, e foi com o quarto tronco. Fazia um esforço ao trazer aquele tronco, que eu me perguntava: como um homem sozinho podia carregar tamanho peso? Meus olhos se abriram e pude ver que seres tenebrosos lhe ajudavam e havia um como fundido nele, fechei meus olhos não queria ver mais. Falei com os outros: preparem tudo, temos que sair daqui. Começamos a nos preparar e vi como o homem chegou ao lugar que tinha que colocar o último tronco para pegar aquele e colocar como ele queria, que era formar o quadro. Procedeu então caminhando os últimos passos para deixar cair o tronco em seu lugar, quando um vento forte do oriente arremeteu contra ele e o tronco lhe pesou ao ponto de não suportar em seus ombros como ele trazia, e este peso o fez ceder e caiu debaixo do tronco e exalou seu último suspiro e morreu. Foi muito impressionante ver aquela cena onde a obstinação, a impulsividade, a rebeldia, o não submeter-se à vontade de Deus cria a destruição em nós.

Nos retiramos dali tristes e meditávamos no caminho em tudo que havia acontecido. Logo chegamos ao lugar onde nos disse: fiquem aqui, e fusionem com a natureza, devem integrar-se a ela como se fossem um; assim como os pássaros, assim como o caracol, assim como a coruja, assim como o veado, se conseguir isto, tereis tudo para subsistir. Confiai e resisti pois logo tudo passará, e comerão comida de anjos e tomarão da fonte de águas vivas. Resisti ao diabo e ele fugirá de vós. Ali ficamos, era um lugar tranquilo e muito refrescante. Ali começamos a tarefa de integrar-nos, como nos foi ordenado, com a natureza. Ali olhávamos aos animais e aprendíamos deles a como sobreviver naquele lugar. Enquanto estávamos neste momento fazendo este exercício, aí despertei, e me foi dito: Isaías 8.

Ó amados, queira Deus que possamos entender para que assim possamos ser livrados de todas as emboscadas do inimigo.


Que o Eterno nos abençoe.

 
 
 

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