- Riann
- 24 de mai. de 2020
- 4 min de leitura
Atualizado: 12 de jul. de 2022
Em 24-05-2020, em sonhos fui levada de frente a um templo, era um templo adventista. Ali me disseram: "Escute com atenção". Meus ouvidos se alertaram e começou a falar, me dizendo: "Esta igreja começou pura, foi lhe dado tudo para que conhecesse a verdade; mas agora ,desde este tempo, nenhuma pessoa que entre nela poderá receber a verdade". Me disse: "Observa". Meus olhos se tornaram como raio que podem ver através das paredes e me mostrou um porão nas profundezas daquela igreja. Ali eu vi uma reunião com muitas pessoas e perguntei: "Quem são eles?" Me respondeu: "São donos de muitas igrejas, e até desta". Logo escutei uma pessoa dizer, passando a frente de todos: "Tudo está pronto. Durante este acontecimento (pandemia ) temos avançado, e tudo já está calculado; agora ao reabrir ninguém notará a mudança". Me alarmei e disse: "Que mudança?" Me foi dito: "Vamos".
Saímos dali e fomos para frente do templo. Vi que uns construtores saiam do templo com ferramentas de trabalho e disseram a uma pessoa que estava do lado de fora: "Tudo já está pronto, já podem entrar". Vi como muitos entraram, e me foi dito: "Entre, deve ser testemunha disto". Entrei e na porta ao cruzar havia um corredor grande e amplo, ali a direita deste, uma estátua de um bode com chifres, com um símbolo maléfico em suas mãos, a estátua era negra e ao seu lado uma porta. A outra porta estava à esquerda e ali havia um mural quebrado com os dez mandamentos, faltando pedaços. No meio destas duas portas, no corredor, um homem bem vestido; quando as pessoas entravam, ele lhes perguntava onde desejavam ir e eles decidiam, e ali ele os conduzia e lhes abria a porta. Eu vi um homem que entrou, e o homem lhe perguntou em qual dos dois lugares desejava adorar, e o homem decidiu pelo lugar onde estava a estátua; este ao abrir a porta, observei que ali haviam muitos ídolos, velas acesas e um tapete vermelho. Nisso, outra pessoa entrou e decidiu ir até a porta onde havia o letreiro dos mandamentos quebrados; ao abrir a porta vi muitos bancos, com muitas pessoas, um grande tapete vermelho que forrava aquele grande salão e uma pessoa que falava de um púlpito. Eu o ouvi dizer: "Hoje é um grande dia, enfim outra vez em casa, e com uma experiência única em nossas vidas que nos tem levado a ter uma mente mais ampla pelo bem comum".
Já quase não aguentava ver o que estava acontecendo, e ao escutar isto foi tão terrível para mim que entrei na grande sala e lhes disse: "Como podem estar aqui sentados, segundo vocês, louvando ao Senhor no mesmo lugar onde está um santuário satânico? Como ousam adorar, segundo vocês, a Deus e a Belzebu ao mesmo tempo e pensar que Deus aceita isto? Belzebu não tem problema pois tudo o que ele é, é torcido, mas Deus é Santo, e somente aceita adoração leal. Ele não se une a um coração dividido, Ele não o aceita. Como vocês não se dão conta da enormidade deste pecado. O pecado não é um jogo, é morte, e morte eterna; acaso desejam isso?"
Nisso a pessoa que estava no púlpito respondeu: "Deus sabe todas as coisas; Ele nos deu o livre arbítrio, para que usássemos e não nos castigará por isso. Confiem em mim, Deus e eu conversamos, e desde que não acendam velas para baphomet, Ele estará conosco". Minha indignação cresceu e disse: "Mentira, você é filho da mentira e corre atrás do pai da perdição. Tua boca declara sua destruição, seduz a muitos ao mesmo. E vocês, porque não reagem se suas próprias vidas estão em jogo? Acaso não vêem o destino que lhes espera? Pretendem jogar com Deus e logo rogar-lhe por salvação; acaso não se deram conta que estão no mesmo lugar de um altar satânico? Não conseguem ver que ao entrar o letreiro com os dez mandamentos está quebrado? Não se lembram da história de Sodoma e Gomorra? Por acaso sua mente foi apagada e não podem raciocinar? A história de Noé, o povo de Israel no deserto; se esqueceram disto?"
Todos me olharam atônitos, mas nenhum falava. A pessoa que estava no púlpito falou e disse: "Os que estão com ela, saiam deste lugar e não voltem". Nenhuma pessoa se moveu, todos permaneceram como que grudados nos bancos. Então meu acompanhante me ordenou sair, e sai daquele lugar com um grande pranto e dor no coração. Então fui levada para trás deste local, ali vi um grande restaurante, ali estavam todos os que adoravam o inimigo e os que supostamente adoravam a Deus. Havia um corredor que levava aos banheiros; nesse corredor havia uma enorme grade que atrás dela havia um armário com repartições, e nestas repartições haviam cartas, em cada repartição um nome. Estendi a mão e tomei uma carta e olhei. Ali havia um cheque dirigido a uma pessoa e o cheque era de muito dinheiro, e assim observei que cada carta tinha um nome e um cheque. Então aquele que estava pregando chegou até mim e disse: "Apesar da sua rebeldia, olhe, aqui está sua carta". Olhei para onde ele apontou e vi uma carta com meu nome e um cheque. Me disse: "Pegue". Eu respondi: "Jamais, jamais tomaria algo que provém do inimigo de Deus". Sai correndo daquele lugar; e ao estar lá fora disse: "Oh Senhor! O que fazer? Vendem sua alma por tão pouco". Me foi dito: "Aparta-se, vá até a outra parte da planície, corra e não se detenha até chegar lá". Corri, corri com todas as minhas forças, logo cheguei exausta e fatigada. Logo vi uma grande bola de fogo que baixava do céu e caiu sobre aquela estrutura, a reduzindo a cinzas. Eu chorei muito. Me senti paralisada no solo, havia muitas pessoas ali, nem um reagiu às minhas palavras. Eu não podia crer que perderam suas vidas por seguir a homens mortais como eles.
Então me foi dito: "Venha, eles tiveram toda evidência e eles escolheram". Fui levada a um lugar de paz, era um lugar muito belo à vista; ali havia algumas pessoas que seus rostos irradiavam paz; ali a adoração era plenamente completa e os anjos rodeavam o lugar guardando os herdeiros da vida eterna.
Neste momento despertei, rogando, implorando a Deus por aqueles que suas vidas eternas estão em perigo. Queira Deus que possam escutar antes que seja demasiado tarde demais.
Que o Senhor nos dirija e guarde de todo tropeço.

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