- Anderson
- 26 de jun. de 2022
- 3 min de leitura
Mês 3 no calendário do Eterno; mês 6, dia 26, 2022. Em sonhos, vi quantos, à última hora, procuraram posicionamento nos campos. Sob seu critério e gostos, assim procuraram; mas não tiveram êxito. Vi o seu desespero com as bombas a cair sobre as cidades onde estavam. Foi-me dada a faculdade de sobrevoar toda a área onde eles estavam, e de onde queriam sair, e vi que estavam a fazer todo o tipo de negócios para o conseguir. Mas estes negócios os deixavam na ruína.
Fui instruída a ir a um local onde o proprietário recebia os necessitados. Mas se lhe fossem vantajosos e de virtude, ele os receberia; se não, os rejeitaria. Cheguei ao local e foi-me dito: "Fala com esta pessoa". Eu falei com ele; mas ele, ao ver a minha aparência, ignorou-me. Assim foi-me dito: " dê-lhe esta corda e diga-lhe que a estique". Assim o fiz, e ele concordou em segurá-la. Quando ele a esticou, e eu a segurava - era só uma corda - mas, quando ele olhou para ela, já havia duas. E assim, cada vez que o esticava, saíam mais e mais cordas. Ele ficou espantado e não queria que eu saísse porque, segundo ele, iria agora fazer fortuna. Aí o seu coração foi revelado. A verdade saiu à luz.
A cena mudou e fui ter com uma mulher que tinha uma gaveta cheia de sapatos. Foi-me dito: "pede-lhe um par de sapatos". Assim o fiz. E ela, com dor no coração e com desgosto, abriu uma gaveta. Uma gaveta na qual havia lá alguns sapatos de uma época passada, muito pesados. E ela disse-me: "estes, estes que estão aqui, olhe". E eu disse: "empresta-me estes". Ela me deu instruções até sobre como colocá-los e caminhar com eles. E eu disse-lhe: "a tempestade está chegando, tens de reforçar a tua casa". Mas ela não queria, embora houvesse alguém que a pudesse ajudar. Assim, foi-me ordenado que olhasse para a sua casa e para todo o arsenal de coisas que ela tinha, que ela protegia. E ela não queria partir por causa disto, nem queria gastar no reforço da sua casa. Assim, ela começou a cozinhar de uma forma descontraída depois de ter protegido, segundo ela, os seus pertences. E, tranquila, ela ficou lá, confiante de que nada lhe aconteceria. Recebi instruções para partir, e foi o que fiz.
Fui levada a dar o alerta em muitos lugares. E, depois de o ter feito, fui levada para um campo onde me foi dito: "vai com eles". Assim o fiz, e vi como, a partir desse local, se podia ver a destruição na planície. E, quando esta destruição se aproximava um pouco mais deles, eles moviam-se entre as montanhas. E eles sabiam perfeitamente todos os lugares seguros daquela montanha! Onde havia água, alimentos e locais seguros para descansar e abrigar-se das inclemências do tempo. Perguntei-lhes como sabiam disto, e eles responderam: "Andamos aqui há muito tempo e aprendemos todos os lugares úteis nestes lugares". E assim, ao cair da noite, ao longe, as chamas das bombas podiam ser vistas e ouvidas.
Levemente, a destruição podia ser ouvida; mas ali, todos nós que lá estávamos, estávamos a salvo e longe da destruição. Ali vi que só tinham o que podiam carregar nas mãos, em uma mão, pois na outra levavam um cajado para caminhar com mais segurança entre aquelas montanhas.
Naquele momento, acordei, e foi-me dito: "Quem procura o seu próprio bem, cairá; e quem não busca o que é seu, este subsistirá". E foi-me dada uma citação: "Zacarias 8". Oh, amados! Queira Deus, é meu rogo e oração, que entendamos o que o Eterno quer nos deixar saber nesta hora.
Que o Senhor nos abençoe.

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