- Alexandre
- 3 de mai. de 2021
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Atualizado: 2 de ago. de 2022
03/05/2021. Foi-me dado a conhecer que muitos, tanto nas cidades, como nos campos, nos acampamentos, usaram raciocínios e ditos do Eterno e, mesclando entre todos, não obedeceram às instruções explícitas e simples do Eterno. As suas ordens foram tornadas incompreensíveis aos seus próprios raciocínios e eles raciocinaram para seguir as suas próprias sugestões. Foi-me dado a conhecer que outros murmuravam porque, segundo eles, não tinham tempo para as suas necessidades ponderadas, e assim o Eterno foi desonrado. Ainda assim, outros afirmaram que, se houvesse uma segunda oportunidade para a Páscoa, poderiam deixar passar a primeira Páscoa, pois haveria outra oportunidade. Eles se encorajaram, se aventurando em sua sorte e relaxaram o seu pensamento sobre isto. Falaram-me de outro grupo, aqueles que adiantaram o evento, por ignorância, e outros, por teimosia do seu duro coração. Assim diz o Senhor tanto àqueles que o celebraram a tempo, mas puseram os seus raciocínios acima das Palavras do Eterno, como àqueles que o deixaram passar por causa da indolência, e àqueles que, conhecendo o erro relativo ao tempo do Eterno, se aventuraram no seu próprio caminho, e reprovaram nesta Solenidade do Senhor.
O Eterno declarou que não haverá outra Páscoa como esta porque Ele marcou esta Páscoa como singular no seu tempo, e na sua onisciência, e não deu qualquer prerrogativa à humanidade para ir acima dos seus ditames. Ele guiou, ditou e autorizou o inimaginável para que, sem desculpa, todos pudessem entrar no seu Pacto como quando a arca estava acabada. O ‘eu’ se interpôs entre o mortal e o imortal, e o povo que errou nisto pecou excessivamente diante do Eterno que vive para sempre. O Eterno viu orgulho naqueles que afirmam ser o seu povo. O Eterno testou o seu povo e os encontrou, durante estes dias, em desagrado. Levantem-se em oração, jejum e supliquem quinze dias antes da segunda Páscoa - orações perante o Eterno num sentido salvífico, para que o Eterno possa ser honrado de coração na vida daqueles que tratam efemeramente os seus ditos e deificam os pensamentos finitos ante o pensamento Infinito.
Rogo a Deus para que o povo possa compreender que com um coração dividido e um espírito altivo, nenhum, por muito que saiba e mantenha tudo à letra, como os fariseus, impondo fardos ao povo, que eles próprios acharam difícil de cumprir, podem assim alcançar a altura que está em Cristo Jesus. O Eterno deu dez dias de preparação para a sua Festa Solene, a sua primeira Páscoa, e a Festa dos Pães ázimos. Agora pede intercessão por aqueles que caíram no orgulho e negligenciaram perante Ele nestes Dias Solenes. Nestes quinze dias antes da segunda Páscoa do Eterno, fui instruída a continuar com folhas amargas e bolos de farinha de cevada, grão-de-bico e lentilhas. Estarei em oração e súplica pelo povo que nele ainda há mistura. Que aqueles que foram aprovados pelo Eterno e a quem Ele mostrou as suas misericórdias se regozijem. Mas que o povo chore pelos seus irmãos que ficaram no caminho e clamem em súplica pela próxima oportunidade que o Eterno dá ao seu verdadeiro povo. Deus não despreza um coração contrito e humilde, pois onde abundou o pecado superabundou a graça. Que o pecador se humilhe perante o Eterno e espere nEle, pois pode ser que ele seja livrado. Que o povo jejue de tempos a tempos, que clame pelo seu próximo, e que os que ofenderam a Deus, reconheçam, clamem perante o Eterno, interiorizem a Sua Lei, os Seus Estatutos, e peçam de todo o coração que vivam à altura do padrão de um herdeiro da pátria celestial. Se agora nos cansarmos com os que estão a pé, como será com os que estão a cavalo que se aproximam de nós?
Queira Deus, é o meu rogo e oração, que possamos compreender e executar isto, amados irmãos. Não podemos pôr de lado as palavras do Eterno pelos nossos raciocínios. Não é aceitável perante Deus. Queira Deus que nos ajude a compreender isto e a perceber que, se queremos entrar na pátria celestial, somos nós que temos de cumprir a Sua Lei de governo, não o Eterno acatar a nossa própria lei tortuosa de governo que cada um de nós tem. Queira Deus que possamos compreender e que ninguém, nenhum de nós olhe para ninguém, mas apenas para Cristo Jesus, para que possamos ser livrados por Ele. É meu apelo e minha oração que todos aqueles que cometeram atos desonestos como o Senhor descreveu aqui nesta hora, peço ao Senhor de todo o meu coração, de todo o meu coração, que possam se arrepender e que o Eterno possa ditar Palavras de perdão para eles. Com todo o meu coração, peço. Estarei a jejuar e a orar perante o Senhor nestes quinze dias antes da segunda Páscoa, para que o Eterno possa dar o seu veredito, para que o Eterno, se estiver de acordo com a sua infinita misericórdia e justiça, possa ter misericórdia deste povo rebelde. Queira Deus que assim seja.
Que o Senhor nos abençoe!

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