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Barco I

20-7-2017

  • Editor
  • 20 de jul. de 2017
  • 3 min de leitura

Atualizado: 22 de dez. de 2022

Testemunho: 20-07-2017




Queridos irmãos, Deus me pediu para compartilhar com vocês este sonho que tive em 20/07/2017. Fui levada para um grande barco e disse ao meu acompanhante que não gostaria de ir no barco. Ao que ele respondeu: "É necessário ir no barco." Por isso, entrei a bordo segurando uma criança pela mão. Também tinha um pequeno saco no ombro. Eles olharam para os meus documentos e depois fui para a cabine que estava reservada para mim. Enquanto eu ia pelo corredor, vi muitas mulheres. Todas as mulheres eram adventistas, porque eu as reconheci. Elas também me conheciam. Então perguntei-lhes o que faziam ali. Responderam que no final de cada semana iam até este lugar para procurar um homem com quem se sentiam bem. Perguntei-lhes onde está este homem. Elas responderam: "Ele está aqui." E mostraram-me umas escadas. E quando olhei para a escada, vi um tapete vermelho, estava sentado ali um homem alto e obeso, que tinha um colar de ouro espesso no pescoço, com um medalhão brilhante. Quando ele me viu sorriu para mim, mas o sorriso era terrível e eu quase desmaiei de medo. Corri para a minha cabine, porque estava preocupada com a criança.

O meu acompanhante disse-me: "Deixe a criança aqui onde estará segura e venha, você deve ser uma testemunha." Tirei da minha mala alguns livros com histórias bíblicas e a criança começou a ler. Fui levada para um quarto que tinha uma parede de vidro. E pude ver como aquelas mulheres adventistas se insinuavam para aquele homem alto e gordo, e se deixaram acariciar por ele. Eu vi na parede um relógio e descobri que havia subido a bordo na sexta-feira, e que já era quase noite, então era sábado, por do sol de sexta-feira. Assim, durante este tempo, as orgias e prazeres aconteciam naquele lugar e tudo caminhava de mal a pior. Eu vi que aquele homem sinalizou com sua mão e muitos homens entraram; cada um levou um grupo de mulheres e elas foram para suas cabines, sorrindo e falando aberrações que podiam ser ouvidas por todo o barco. Eu estava muito aterrorizada, porque sabia que Deus não podia estar lá. Quando olhei para o meu acompanhante, ele disse em voz alta: "Basta! Abominação!" O meu coração começou a bater com força, como se estivesse prestes a saltar do meu corpo. Eu conhecia muitas daquelas pessoas que estavam naquele lugar. Todos aqueles homens e mulheres que foram apanhados naquelas ações depravadas, eu podia ver quem eram. Então fui para a minha cabine e chorei, chorei muito. E eu disse ao meu acompanhante: -Se as coisas são assim, quem será salvo? Ele respondeu: "Poucos, muito poucos. Mas neste barco não há nenhum." Comecei a chorar, chorei até adormecer, e quando acordei era dia. Levantei-me depressa e orei ao Senhor para me tirar daquele lugar. O meu acompanhante disse-me: "Venha e veja!" E fui levada de novo para aquele quarto que tinha uma parede de vidro. E os meus olhos não suportavam o que estava acontecendo ali. Agora acontecia aberrações entre todos e ninguém se envergonhava. Eles estavam se acariciando, beijando uns aos outros, homens com mulheres, mulheres com mulheres, homens com homens. Enquanto eu observava o meu acompanhante disse-me: "Olhe para cima!" Quando olhei para o teto do quarto, onde tudo isso estava acontecendo, alguns pássaros negros e serpentes negras começaram a chegar; e todos qu e estavam lá os pegavam no colo, acariciavam e beijavam. O susto foi tão grande para mim que caí no chão e pedi para não ver mais.

Depois fui levada ao momento em que estávamos desembarcando. Vi que era sábado, o sol estava se pondo, era tarde e escuro. Eles despediram o sábado desembarcando, e todas as mulheres deixavam as suas coisas, e as que levavam algumas com elas pediram-me para as carregar. Eu não queria. "Estas são as tuas coisas e nem sequer quero tocá-las." Outros diziam: "Vou deixá-los aqui. No próximo sábado voltarei novamente, porque devo carregá-los comigo?" Então eu desembarquei com o meu acompanhante e a criança. E quando cheguei a terra, o meu acompanhante disse-me: "Olha para cima do barco!" Quando olhei, vi uma cruz negra e uma placa onde estava escrito: "Igreja Adventista do Sétimo Dia". Assustei-me e depois acordei.

 
 
 

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