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Barco II

21-7-2017

  • 21 de jul. de 2017
  • 5 min de leitura

Atualizado: 22 de dez. de 2022

Testemunho: 21-07-2017




No dia 21/07/2017,n sonhei novamente que estava indo no barco. Eu sabia que era sexta-feira muito tarde quando entrei no barco. E o meu acompanhante veio comigo e isso consolou-me. Então cheguei à cabine e estava novamente com a criança. Eu tinha o saco no ombro, como no sonho anterior, mas desta vez eu tinha os livros para a criança numa caixa. O meu acompanhante disse-me: "Deixai-o aqui lendo e vamos até as cabines." Fui levada a cada cabine e vi que, nos cabides e guarda-roupas, haviam muitos sapatos femininos, saltos, chinelos, roupas de luxo, caixas e mais caixas, muita pompa e muito luxo, embaixo das camas também. E todos se preparavam para sexta-feira à noite. Os salões de beleza no barco estavam cheios de mulheres. E das cabines saiam como um desfile de modas. Todos estavam lá, homens e mulheres estavam se preparando para entrar no grande salão, onde havia muitos homens enfeitados que eu não tinha visto antes. Então perguntei ao meu acompanhante: -Quem são estes homens? E ele disse-me: "Vamos aproximar-nos, ouvir e ver." Quando nos aproximámos, comecei a reconhecer alguns deles, mas outros não. Escutei que faziam umas dinâmicas, como acontece nas reuniões de jovens, e os que dirigiam eram pastores. O meu companheiro disse-me: "O que é que viste?" -Vi um desfile de gala em um grande salão, músicas e atividades bíblicas conduzidas pelos pastores. E ele disse-me: "Viste bem, agora vamos!" Então andamos pelo corredor do barco. Achei que íamos para cabine, mas passamos por todas e olhamos em todas as cabines, e vimos atrás das portas, se via coisas abomináveis e repugnantes, as quais os pastores, que antes havia visto no salão grande, estavam ali, atrás dessas portas, praticando estas coisas. Comecei a ficar aterrorizada pelo que estava acontecendo e o meu acompanhante disse em voz alta: "Basta! Isto não será perdoado!" O meu coração começou a bater rápido e senti um grande calor no meu rosto.

Ainda que não conseguia acreditar no que vi, quando o meu acompanhante me disse: "Venha e veja!" Fui levada à janela do barco, e podia avistar a proa do barco. O mar estava calmo, já era dia, foi no sábado de manhã. Enquanto via a beleza do mar e o sol que refletia, de repente vi um iceberg. Este iceberg era enorme. Eu disse ao meu acompanhante: -Está muito perto de nós, vamos bater! Mas ele respondeu calmamente: "Ouçam!" Nesse momento, ouvi uma voz que vinha dos alto-falantes: "Passageiros, temos tido um problema desde que chegamos a bordo. Mas não o informamos porque pensávamos que seria resolvido. Mas agora, vendo a situação, informamos que o leme do barco parou de funcionar desde que entramos em águas profundas, e não poderemos evitar o iceberg. Por isso não desesperem, fiquem no barco, e estarão a salvo." Estava aterrorizada e disse ao meu acompanhante: -Estas instruções não são boas, o que vamos fazer? Ele disse-me: "Vai e diga a todos para se salvarem!" Então corri, cabine após cabine, corredor após corredor. Disse-lhes para que vestissem seus coletes salva-vidas, se agarrassem a portas ou qualquer coisa que flutuasse, para poder salvar suas vidas. Mas, todos riam e zombavam das instruções que eu dava. Então, exausta e sem forças, voltei ao grande salão, pois não podia acreditar no que estava vendo. Todos, desde pastores a membros, comiam, bebiam, riam como se nada estivesse acontecendo. Então eu fui no meio deles e gritei chorando: -Deixa o riso e a festa, não vês que o barco para mim e começaram a rir ainda mais. E os líderes pediram aos membros para que me expulsarem, assim não arruinaria a festa deles. Era sábado de manhã. Voltei para a cabine, porque me lembrei da criança. A criança olhou para mim e disse-me: Ouvi tudo, tenho medo, o que vamos fazer? E eu disse-lhe: -Vem, não tenhas medo. Não sei como, mas voltei para o meu acompanhante e lhe disse: -Só eu e a criança queremos ser salvos. O que devemos fazer? "Não tenha medo, apenas siga as instruções." Ele deu-me um livro e eu o abri. Era um livro com letras douradas. Havia poucas instruções, seguimos todas e em pouco tempo saímos do barco. Eu pude ver como o barco atingiu o iceberg. Foi um choque forte e violento, porque o barco estava navegando a toda velocidade. Comecei a chorar porque conseguia ouvir os gritos de socorro e não havia ajuda. Vi quantos saltaram desesperadamente na água. Lutaram para ficar na superfície, mas não conseguiram sobreviver. As pessoas olhavam para mim aterrorizadas como se estivessem a dizer: Salva-me! Mas eu não podia fazer nada. O meu acompanhante me disse: "Está na hora de ir." E eu exclamei: -Não, por favor, o que vai acontecer com eles? Ele disse: "A sua fé foi selada." Depois olhei novamente para o barco e para as pessoas. Alguns ainda estavam lutando por suas vidas, outros estavam mortos, flutuando. De repente, uma onda enorme os cobriu e eu não vi nem as pessoas nem o barco mais.

A caminho da costa, vi um pequeno barco. Entrei nele. Era um barco com fileiras. Mas sentimo-nos seguros, tanto eu como a criança. No barco havia cerca de 10 pessoas e pensei comigo mesma: De onde eram eles? Então o meu acompanhante disse-me: "Olha!" Então eu vi a cena do barco novamente e vi algumas pessoas que não gostaram do que estava acontecendo lá, e todas elas saltaram do barco. E lutando para ficar na superfície, elas foram recuperadas por aquele pequeno barco. E agora, eu e a criança, estávamos com elas. Depois perguntei ao meu acompanhante quem estava a liderar este pequeno barco. Ele disse-me: "Tu sabes quem é." Fiquei contente. Mas depois lembrei-me da tripulação que estava no barco e fiquei triste. O meu acompanhante disse-me: "Porque estás triste? Não estás a salvo? Estás a salvo!" Respondi: -Estou triste pela tripulação do barco. Ele disse novamente: "Venha e veja!" Fui levada de novo para dentro da barco. No momento do impacto. Alguns se salvaram, mas estavam lutando para não perder seus bens. Eles me acusavam de não ajudá-los a carregá-los; eles me empurravam e zombavam de mim. Quando entraram em terra seca, não adoraram a Deus por salvá-los, mas continuaram em seus maus caminhos. Fui levada a ver o barco novamente. E o que eu vi foi uma grande cruz na fachada do barco, e sobre ela estava escrito "Igreja Adventista do Sétimo Dia". Quando li fiquei aterrorizada e o meu acompanhante disse-me: "Diga a eles que a sua fé foi selada. Tudo está pronto. E Eu os vejo transparentes."


Depois disso, amados, acordei.

 
 
 

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