- 25 de jun. de 2021
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Atualizado: 2 de ago. de 2022
25/06/2021.
Em sonhos eu me via em uma casa de muitos quartos, ali chegou um ágil comerciante, começou a tratar de vender caixas de cereais. Notei que estas caixas eram de desenhos em branco e preto. Quando vi isso raciocinei e disse a mim mesma: "não vejo caixas de cereais com desenhos branco e preto desde que era muito pequena, por que estão agora assim?" - me perguntava. Me aproximei e lhe perguntei: "por que esse cereal vem nessa embalagem que parece muito antiga?" Me respondeu: "é porque é muito antigo, de 1906." Lhe disse: "Como? E como você tem isso?" Me respondeu: "logo te farão saber."
A cena mudou e logo após uma grande jornada me vi chegar a uma casa, ali me receberam com muita alegria e me disseram para descansar, o quarto e a cama que me designaram pareciam confortáveis e comecei a fazer meu culto, orar e descansar. Me deitei na cama e após um tempo de descanso escutei a voz que me disse: "levante-se, move o colchão da cama porque deseja te picar." Rápido me levantei e assim o fiz, ao movê-lo, grandes baratas saíram e as matei, mas logo vi em um canto do estrado algo que não distinguia o que era, era grande, tinha patas de aranha peluda ou dessas aranhas de cavalo, boca de caranguejo ou escorpião, e cauda de escorpião; mas ao longo de sua cauda havia patas que era como de uma centopéia, era grande e sua cor marrom escuro; esse se escondia em tudo o que podia naquela cama; mas um pau de madeira que alí estava em uma parede, o peguei e lhe dei um golpe; pensei que morreria, mas para minha surpresa se dividiu em dois e ainda seguia com vida, e ficou furioso e corria atrás de mim. Saí fora do quarto e este me seguiu.
Chegando a sala, ali um homem alto de rosto amável me disse: "detenha-se, não corra, resiste a ele e não poderá te causar dano." Suas palavras firmes e convincentes me convenceram e assim o fiz. Seguimos conversando, esqueci aquela amálgama de animal; passando um momento lembrei dela e ao olhar a minha volta não a vi mais. Foi me indicado voltar outra vez ao quarto e descansar, assim o fiz e pude ter um sono reparador.
Alí ao amanhecer despertei no quarto daquela casa e logo lembrei daquela caixa de cereal em branco e preto, saí do quarto e perguntei aos que ali viviam se sabiam algo disso. Logo encontrei a mulher daquela casa e lhe perguntei por isso, e ela me respondeu: "ó, isso é muito triste, o veneno tem estado entre o povo desde muito tempo e muitos não o notam; a fórmula se originou e evoluiu na consciência oculta, e chegou acima através do ocultismo e muitos não o sabem, e vivem de seu consumo promovendo as ideias do maligno." Disse: "Ó Senhor, quantas vezes comi isso em minha infância e não sabíamos. Ó, Eterno perdoa-nos!" Foi-me dito: "não temas, somente vai aos teus e diga-lhes que se não quiserem seguir sendo picados pelo animal amalgamado se afastem desse grande mal com embalagem atrativa, pois será rede e laço para muitos."
Aí despertei e meditava em tudo isso. Fiz uma investigação na Internet e aí encontrei a caixa que vi datada de 1906. Não podia crer, bendito Deus, porque Ele conhece todo o oculto e nos deixa saber. Aí nesse momento me foi dito Jeremias 8. Ó, amados irmãos, o amor de Deus é tão grande, como nos quer livrar de tantas coisas que nem sequer sabíamos, porque existiram ainda antes de nós havermos nascido. Esse é Seu amor, essa é Sua misericórdia. Bendito Deus por isso.
Que O Eterno nos abençoe.

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