- Anderson
- 7 de mai. de 2022
- 3 min de leitura
Atualizado: 27 de dez. de 2022
Mês 2 no calendário do Eterno. Mês 5, dia 7 de 2022.
Em sonhos eu via uma extensa costa, com sua atividade diária normal. Pessoas, pelo grande calor que reinava, estavam desfrutando das ondas do mar. Logo, escutei um grito de uma mulher, ela gritava apavorada e corria. Olhei outra vez para grande e comprida costa e vi então como o mar se levantou e tomou toda aquela extensão, invadindo a terra e levando tudo ao seu passo. O chão tremia, os alarmes de emergência eram ouvidos de longe e as pessoas apavoradas corriam aos lugares mais altos. Vi que ali havia uma grande casa e todos corriam para se refugiar nela.
Os vi entrar e algo se passava, que eu não conseguia compreender tudo. Ali eles se tranquilizavam tanto e tanto, que quase não podiam mover-se. Eu pedi para que me fosse explicado o porquê disso e me foi permitido entrar naquele lugar. Ao entrar, vi que eles davam alimentos, bebida e comodidade e isso os fazia entrar em uma grande letargia. Comecei a dar vozes de alerta, dizendo que eles deveriam sair dali e ir para as montanhas, mas todos, diante de seus televisores, alimentos e água, e outros, apenas por estar entre quatro paredes, estavam tranquilos e não se moviam. Alguns escutaram, mas muito poucos, e saíram passo a passo, caminhando lentamente, para as íngremes montanhas.
Logo uma onda mais forte golpeou a costa e a água foi mais adentro e chegou até a casa onde estavam aqueles que não queriam sair, mas agora com as águas em seus pés, correram apavorados, sem nenhuma preparação diante do sucedido. O temor pelo futuro era muito grande. Sem alimento, sem um prato, sem uma colher, sem nada de roupas, todos esperavam ajuda, mas esta não chegava, pois todos estavam na mesma situação. Logo me foi dito: “Tome o mapa.” Foi me dado um papel com com traço de um caminho curto e outro de um caminho longo. Lutei para levar todos pelo caminho longo, mas eles não queriam. Muitos olhavam o papel que me foi entregue, e queriam seguir pelo caminho curto.
Sempre é sabido que os atalhos não são bons e estes, são perigosos. O papel foi arrancado das minhas mãos, e a massa seguia pelo caminho curto. Logo, eu não sei como, em minhas mãos apareceu outro papel, e este só tinha o caminho que era o mais comprido. Uns, que permaneceram ao meu lado, e eu, seguimos por aquele longo caminho. Era estreito e áspero o caminho, mas passado um grande tempo chegamos em uma enorme rocha que era oca e entramos todos. Logo foi ouvido um grande estrondo e os embates do vento, da água e tremores começaram ainda mais fortes do que se passou antes. Se escutava gritos na escuridão, mas não se via nada, só se escutava os gritos. Dentro da rocha estávamos seguros, mas a tristeza era tal, pelo que estava passando, que sofríamos de grande tristeza. Era grande pesar o que sentíamos na vida de cada um de nós naquele momento, mas aí já não vi mais, não soube mais.
Oh, amados, queira Deus que possamos entender que nada que nós pensamos que podemos fazer por nós mesmos nos garantirá estarmos seguros na hora da prova que se aproxima para este mundo. Somente estando debaixo das asas de Cristo Jesus é que poderemos estar seguros. Somente seguindo Suas estritas instruções, é que poderemos vencer neste mundo, pelo Seu poder, por Sua graça e misericórdia e assim chegar à Pátria Celestial. É meu rogo e oração. Que assim seja. Que possamos entender a importância de tudo isso e colocarmos em prática em nossas vidas diariamente.
Que o Senhor os abençoe.

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