- Dayanee
- 20 de jul. de 2024
- 4 min de leitura
Mês 04, no tempo do ETERNO; mês 07, dia 20, de 2024.
Em sonho, vi que em um campo havia uma planície ampla e que estava sendo realizada uma convenção de Adventistas do Sétimo Dia nominal. Ali, todos os líderes se sentavam diante dos membros da igreja, e falavam com veemência e convicção ao povo sobre o casamento entre homem e mulher. E denegriram-no, dizendo que era uma maldição. Assim falou o presidente de uma associação, comentando que dizia isso porque via mais fidelidade e amor verdadeiro no casamento homossexual do que no casamento entre homem e mulher; e que estava ali para abrir os olhos dos cegos para a realidade de que, aqueles que se aventurassem nesse, segundo ele, amor genuíno, experimentariam a felicidade plena. Reparei que ninguém falava, embora visse os rostos descontentes de alguns.
Então, foi-me dada a instrução de falar. Abri a boca e delas saíram estas palavras: “Se o casamento entre homem e mulher que DEUS criou é, segundo as tuas palavras, uma maldição, tu és Satanás, e tudo o que sai da tua boca é do inferno, e todo aquele que te ouve, logo que te ouve e processa as tuas palavras, fica contaminado por elas. Pois quem ouve a sua maldade e não desiste, adultera na sua mente e no seu coração para com as palavras do ETERNO. Por isso saí dela, povo Meu, diz O ETERNO, para que não sejais participantes dos seus pecados, que vieram perante Mim.” Então, saí dali, e vários atrás de mim. E o líder ficou ali, gritando furioso com os que ficaram.
O panorama mudou e notei que muitas pessoas carregavam cestos de roupa suja nas mãos, umas mais do que outras. Vi uma mulher que carregava quatro sacos grandes de roupa suja, e estava muito abatida pelo facto de quase não os conseguir carregar. Vi que alguém a ajudou e lhe indicou que fosse com ela para um determinado lugar. Ela assim fez. Quando entrou, viu que havia uma sala de reuniões de culto, cadeiras de ambos os lados e um grande corredor no meio, algumas máquinas de lavar roupa no púlpito e cadeiras em frente. A mulher dirigiu-se a uma das cadeiras ao lado do grande corredor e ajoelhou-se para orar. Aí vieram os líderes, os mesmos que antes estavam a falar sobre o casamento, e começaram a falar sobre a justiça de CRISTO. E animaram as pessoas a que se lavassem as suas roupas naquelas máquinas de lavar, ficariam limpas para sempre. Fiquei sem palavras diante de tamanho absurdo. A venda da graça barata, da mentira e da distorção da mensagem pura do ETERNO, estava no auge, sendo pisoteada, denegrida e escarnecida por aqueles incircuncisos de coração e depravados de mente, cujo pai é a serpente antiga chamada Diabo e Satanás! Pensei que seria instruída a falar, mas o que fui instruída a fazer foi sair dali.
A cena mudou, e dei por mim num local onde havia um hospital. Lá vi que era de propriedade da Igreja Adventista nominal, e fui orientada a entrar. Tudo era normal ali, como em qualquer outro. Não havia distinção. Os remédios naturais eram denegridos pelos médicos. E as enfermeiras e enfermeiros enumeravam os medicamentos e envenenavam a corrente sanguínea dos pacientes com eles, como em qualquer outro lugar. A comida impura, o ar viciado, a inatividade dos pacientes, faziam empalidecer os rostos deles, e eles debilitavam-se até que morriam. Ali, um falava e todos obedeciam sem questionar.
Fui instruída a perguntar a alguém de lá o caminho para sair daquele hospital e chegar à montanha. Assim fiz, e disseram-me um. Saí e comecei a caminhar por ele. Logo, um homem de rosto amável e com grande preocupação disse-me: “Por favor, não caminhe por este caminho, é muito perigoso! Vai por este outro. É mais longo, mas seguro!” Parei então, depois de o ter ouvido. Orei para obter discernimento sobre isso. E, depois, fui instruída a seguir as instruções do homem. E assim fiz.
Quando cheguei ao lugar seguro, logo chegaram notícias de outros caminhantes, que pelo caminho que sempre enviavam os daquele hospital, a desgraça lhes caía, e muitos morriam, e outros desapareciam para sempre. Ali acordei e meditei sobre isto.
Então me foi deixado saber que o primeiro caso é a amálgama de chamar o bom de mau e o mau de bom.
O segundo caso, rebaixar e lançar por terra o Santo Sacrifício do DEUS ETERNO, e minimizá-lo ao ponto de não precisar dele, pois por si mesmos podem ser limpos.
O terceiro caso, o sofrimento e o grande perigo para o mortal em seguir os seus conselhos e direções, pois é o maligno que os guia e com astúcia maligna os conduz no caminho da destruição.
Situação terrível de contaminação mortal! Onde o inimigo joga tudo pelo controlo da mente, aguardando-o pelas emoções e agarrando-o por elas, por uma das sete formas de queda, para fazer com que o mortal se afaste do DEUS ETERNO, da Sua Lei, da Sua Verdade Real e do Seu Caminho Real.
Muitos, foi-me deixado saber, detêm-se em dois pensamentos. Pois é aí que o mal adere e se entroniza. E isso ali é a porta aberta para deturpar todo o bom, santo e puro. Este é o grande erro fatal da Laodicéia nominal e daqueles que a seguem de olhos fechados venerando os homens e suas ideias ao invés do ÚNICO DEUS VERDADEIRO! Cada um deve decidir, pois o livre arbítrio está em todos para executá-lo, para a vida ou para a morte. É meu rogo e oração que todos nós possamos executá-lo para a vida!
Que o SENHOR nos abençoe!

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