- Dayanee
- 3 de jun. de 2023
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Mês 03 no Tempo do Eterno; mês 06, dia 03 de 2023.
Em sonhos, eu via muitas pessoas que lutavam para obter uma fluída economia à todo custo. Para conseguir, faziam tudo que estivesse ao seu alcance, sem se importar se era legal ou não diante de Deus. Vi que eram pessoas que conheciam a Palavra, mas só isso, conhecedores, mas não a viviam. Cada tentativa no começo funcionava, mas logo tudo se desvanecia. Estes sofriam muito e sua infelicidade era evidente. Me aproximei delas, lhes vi em suas casas, em suas camas, bem cobertas, mas infelizes. Vi que nas manhãs ao levantarem-se e quererem comer, muito pouco havia em sua mesa, e estes se negavam a comer, pois em suas mentes estavam gravados os manjares do passado.
Observei seu dia lutando pelo econômico, enquanto sua terra estava cheia de erva, e a semente por sua mão não caía nela. Proclamavam: “Deus disse que cuida das aves e lhes dá sustento, assim mesmo deve ser conosco. Eles não semeiam, não colhem, e comem, quanto mais nós, os humanos! Então por que só há erva?” Se negavam em semear na terra; seu lamento era diário e constante. A estes é dito: “Olhai a formiga, oh preguiçoso! Aqueles que não foram diligentes em obedecer ao mandado Divino de obter o alimento da terra com suas próprias mãos, sua negligência lhes acarretará a desgraça, a debilidade chegará sobre eles, e a enfermidade não se fará esperar, e será somente por sua própria culpa.”
“Não há má terra” – declara o Eterno – “mas sim maus agricultores.” Ele nos chama a lavrar a Sua terra, e Ele nos indicará, se somos diligentes, passo a passo o que fazer. Umas mais difíceis que outras; esta, em Sua divina sabedoria, para que agarrados a Ele saibamos como lavrar todo o terreno, e sob Sua sabedoria fazê-lo cultivável.
Muitos ousam ir e levar o evangelho a outros sem nem sequer comer do fruto de suas mãos. Foi-me deixado saber que ainda há muito povo que exerce a suposta fé de palavra, mas suas obras são mortas; aos tais o Eterno lhes dirá: “Apartai-vos de Mim, obradores do mal!” Estes que se negam perder a oportunidade de seu autossustento instruídos por Deus, a benção se apartará deles, e a mentira de que “não se pode”, estará sempre em suas bocas. Lamentavelmente, estes serão investidos pela primeira praga. São obreiros maus que põem opróbrio na causa do Eterno; mostrando ante outros lástima de estarem seus corpos débeis pela má alimentação, a pobre alimentação pela sua vida indolente.
Outros semeiam de acordo com seus gostos e não de acordo ao que se dá na região; e lutam e lutam para que cresça o que eles semeiam, que é o que eles gostam, mas sem êxito. Outros, o que se dá nativo no lugar em abundância, não aproveitam porque não é do seu agrado. Outros tem tanto tempo ociosos para cavilar e supor o errado, porque outros o fazem e eles não querem fazer seu dever. Outros, por ser indolentes, presunçosos e negligentes, só buscam a desgraça e logo querem que outros os escravizem em seu infortúnio. Outros simplesmente cruzam os braços e dando lástima a todos, lutam para viver de tudo e de todos. Todas estas formas de indolência estão anotadas nos “Livros de Memórias”. Pois o que tendo o que fazer não faz, será réu de juízo.
Outros vão mais adiante em sua prepotência, lutam para cumprir o ritual diante de todos, mas seu coração não passa à prova Divina, porque seus motivos não são puros diante de Deus. Outros se sentem tão bem diante de Deus, e veem os defeitos alheios fora de si mesmos. Creem ser merecedores do favor de Deus e de todas as Suas bençãos, mas esta louca presunção proveniente de um coração arrogante, cheio de farisaísmo e legalismo, é só produto de sua própria enganosa e desiquilibrada mente, e que Deus está fora dela. Esta presunção chega a todo âmbito, desde o mais simples até o mais abundante.
Muitos ousam tomar os emblemas do Eterno indignamente com um pensar: “Deus Entende”. E se conformam e adormecem os seus sentidos. Para estes é fácil, pois se no pouco são infiéis, no muito também; e ousadamente se declaram ser melhor que seu próximo, e dignos das misericórdias do Eterno. Estes cavam sua desgraça e muitas vezes a sua própria tumba. Destes a enfermidade, a debilidade e a morte estarão diante deles e neles.
Nos tempos solenes do Eterno; Ele passa revisão sobre Seu povo. Ele se aproxima para ver nosso coração, se é conforme o Seu ou não. Lavamos nossas mãos para tocar os emblemas sagrados, mas a mente e o coração estão cheios de ressentimentos e prevaricações. Altivos em sua própria opinião, ao ponto que põem em tela de juízo as palavras e as operações do Eterno. Estes, como o povo de Israel, serão como os que ficaram no deserto e não viram nem de perto a Canaã terrenal prometida. A estes, insisto para que se preguntem: Deus sabia que Acã havia tomado o manto Babilônico e as barras de ouro? Então por que o Todo Poderoso não advertiu a Josué sobre isto, quando este enviou seu pequeno exército sobre a cidade de Ai, onde pereceram muitos por culpa do anátema, este anátema que Acã escondia em sua tenda? Por que depois do infortúnio, então, Deus deixou saber a Josué o que acontecia e lhe deu operação para que solucionasse o problema? Deus falhou? Josué falhou? Não, de nenhuma maneira.
Isto foi com o fim de sacudir o povo. Tirar do meio o que não era puro e de fazer ver a todos que Ele não está alheio ao que acontece em Seu povo. Logo depois da sacudidura, como outras anteriormente por rebeldia e presunção, Deus deu a ordem de avançar e assim foram vitoriosos; vitória atrás de vitória em Cristo Jesus. Aquele que se detém a cavilar e questionar a Deus e a quem Ele enviou para dirigir o Seu povo, lhes aconselho: prestai suma atenção, a notar isto e a outros mais que aparecem no Livro Sagrado. As cavilações, o falso testemunho, nunca é caminho seguro, e aquele que se aventura ao transitar por ele, cairá irremediavelmente.
Quando os hebreus, no caminhar do deserto, a eles se uniam pessoas como Raabe e sua família, ele lhes instruía desde o início; não lhe davam o último primeiro, mas os levavam desde o princípio a diante em passos constantes. Muitos cometem o erro de dar comida sólida aos bebês, e na primeira sacudidura eles ficam para trás. Quando alguém conhece e pergunta por nossa fé, devemos fazê-los saber que Deus tem um caminho e que se deve transitar por ele como é, como Ele o estipulou.
Queira Deus que possamos entender isto e que não caiamos nas armadilhas do inimigo. Que rejeitemos tudo aquilo que o inimigo põe em nossa mente, de ter cavilações contra a Palavra do Eterno. É meu rogo e oração que assim seja. Que o Senhor nos abençoe!

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