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Celebrando a Páscoa com Ousadia e Presunção

13-6-2021

Atualizado: 26 de jul. de 2022

13/06/2021. Em sonho eu me via em uma montanha onde alguns irmãos, que viviam ali, se preparavam para celebrar a Páscoa do Eterno. Eram feitos grandes e rápidos preparativos, alguns haviam chegado de outros lugares para celebrar com eles. Vi que se preparavam para a ceia de reconciliação e as mulheres trabalhavam nisto, os homens colocavam cadeiras, mesas, e preparavam um lugar, com uma grande mangueira de água, e tinham uma pilha de sandálias plásticas e botas plásticas. E eu me perguntava para que isso da mangueira, e sandálias e botas plásticas. Mas tudo surgiu rapidamente e minhas perguntas foram respondidas. Eles haviam estabelecido que todos tomariam banho com aquela mangueira, todos diante de todos, antes de sentar-se à mesa para compartilhar os alimentos da ceia de reconciliação. Tratei de os advertir de não fazer isto, pois Deus não mandava isso, mas eles não escutaram.

Logo uma irmã parou ao meu lado e me disse: "vê essa família? durante o ano nunca nos visitava, nem falavam conosco, mas vieram agora a celebrar a Páscoa do Eterno conosco, é pura hipocrisia." Lhe respondi: "isso está errado, devem falar com eles e perguntar-lhes o porquê disso, e ver se as coisas podem ser arrumadas." Mas ela me respondeu: "é inútil, ano após ano só falam conosco nesta época, e logo se retiram; e assim vez após vez, ano após ano".

A cena mudou, e vi como todos se sentaram à grande mesa para a ceia de reconciliação. Entre risos e gestos era visto como todos desfrutavam esse compartir, que logo após terminar foi anunciado que se preparavam para o ritual de humildade. Alí entre hinos e orações foi levado a cabo o ritual, e assim acabou dando lugar à Páscoa do Eterno. Tomaram os emblemas com muita reverência, e tudo foi concluído com um anúncio: é hora de ir à dança. Meus ouvidos guincharam e disse: "à dança? Quando foi visto isso?." Fui falar, mas senti um empurrão em minhas costas e caí por uma descida torcendo um tornozelo. Me levantei como pude, e quando cheguei em cima onde estava, já ninguém estava naquele lugar, todos haviam ido ao lugar da dança. Me apressei a ir, meu pé parecia como se todos os ossos se esfregassem juntos, e uma mulher que encontrei no caminho me ajudou a chegar ao lugar.

Ali na porta do lugar havia uma regra: o que não passar por este obstáculo não poderá entrar. Era subir por um armário como de 1,828m, e logo descer pelo outro lado e chegar a maçaneta da porta. Comecei a subir, pois O Espírito me impeliu a fazê-lo para repreensão daqueles que ousadamente estavam fazendo o mal diante dos olhos do Eterno. Lutei e lutei, e pude conseguir, entrei e ali havia não somente dança mas também depravações de vestimenta, bebidas, música e baile. Repreendi a todos e saí rapidamente daquele lugar. Logo vi ao longe que chegaram, àquele lugar, homens com cachorros e aprenderam a todos e os levaram e nunca mais os vi.

Neste momento fui levada a outra montanha. Alí algumas pessoas se preparavam enquanto outros desfrutavam da paisagem. Vi como isso causava um mal-estar entre eles, e todos se sabotavam uns aos outros. O descontentamento chegou até que muitos foram espalhados para longe daquele lugar.

A cena voltou a mudar e vi uma família trabalhando só, arduamente, e entre seus animaizinhos e plantas, viviam agradecidos ao Eterno por Sua proteção. Logo vi um jovem vir até eles, este muito relaxado, mas com passo firme. Logo notei que um rio se formou entre a família que trabalhava e o jovem. Este jovem, pensando que o rio era raso, entrou nele e começou a afundar e gritava: "estou me afogando, estou me afogando, por favor, salvem-me." Vi que um homem correu para ajudar-lhe, lutou e lutou, mas as águas bravas e o descontrole do jovem lhe foi impossível salvá-lo, assim o jovem ficou submergido nas águas e não o vi mais.

Ali despertei, pedindo ao Senhor que a ousadia e a presunção sejam mortas no ser humano, e possa somente reinar a humilhação e a entrega total a Ele. É meu rogo e é minha oração que assim seja.


Que o Senhor nos abençoe.


 
 
 

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