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Confusos e infelizes / Devorem o livro #1

8-8-2020

  • 8 de ago. de 2020
  • 4 min de leitura

Em 08-08-2020, em sonhos, eu estava em um lugar onde havia muitas pessoas; elas caminhavam de um lado para o outro, e tinham um livro em suas mãos que o abriam, fixavam seus olhos nele e logo o fechavam. Olhavam ao seu redor e se viam confusos. Vi também outras pessoas chegarem naquele lugar, elas colocavam as mãos sobre a cabeça e diziam: “O que aconteceu? Não foi assim que me explicaram”. Vi os que tinham os livros se aproximarem daqueles que tinham as mãos sobre a cabeça e começaram a falar entre si. Os que tinham os livros diziam: “O que diz aqui não entendo, pode me explicar?” Os que tinham as mãos na cabeça responderam: “Por muitos anos foi nos falado do fim dos tempos, mas não desta maneira; não sei nem quando começou este processo. Como explicar-te se nem eu mesmo entendo. Não sei como chegamos até aqui”. O que tinha o livro perguntou: “De que religião você é?” E o outro respondeu: “Adventista do Sétimo Dia”. “E como não entende?” disse o que tinha o livro. Respondeu o que agarrava sua cabeça: “Olhe, eu fui â muitos seminários, e havia três interpretações oficiais da profecia, porém muitas eram mais pessoais; assim, cada um podia escolher crer na que era de sua preferência, e assim foi feito. Agora estamos confusos, não sei como te explicar.”

Enquanto via isto e escutava o diálogo, vi se aproximar uma pessoa, parecia que essa pessoa vinha de muito longe, ela estava cansada. Se aproximou deles, os saudou e se sentou no chão para descansar. Vi que tirou seus sapatos, vi as bolhas nos seus pés; ele tirou uma garrafa de água da sua bolsa e começou a tomar. Ele se levantou e decidiu continuar seu caminho, mas um dos que tinham o livro o parou e disse: “Por favor, explique-nos o que temos lido, porque não entendemos”. O caminhante disse: “Diga-me, diga-me o que não entende?” “São os tempos”. Ele disse: “Eu vejo e vejo aqui que há eventos, olho para o mundo e vejo alguns, mas não sei quando começaram os primeiros e desejo saber”. O caminhante começou a explicar, tirou o Livro dos livros da sua bolsa, sentaram-se para ler; e este, enquanto explicava, eu via como o que tinha o livro se regozijava. Então os que se agarravam a cabeça se aproximaram e escutavam. Eram tão claras as palavras do viajante que começaram a entender, mas algo aconteceu. Os que tinham os livros estavam felizes e os que se agarravam às suas cabeças se tornaram infelizes e ficaram cheios de ira. Começaram a refutar as explicações do viajante. Ele se pôs de pé entre os dois grupos de ouvintes e exclamou: “Isto é uma decisão, o que vê o fruto e tem fome e deseja comer, estenderá sua mão e comerá, mas o que vê o fruto e não tem fome, passará ao seu lado e não o comerá”. Todos o olharam assombrados, e ainda mais foi o seu assombro, quando diante de todos eles, o viajante se transformou em uma árvore muito forte, frondosa, enorme; seu tronco era muito grande e tinha frutos em abundância. Os que tinham os livros se aproximaram debaixo da sombra daquela enorme árvore; os que tinham as mãos na cabeça, os vi parados observando aquela árvore. Logo escutei uma voz que disse: “O que tem fome coma”. Todos os que estavam debaixo da árvore, os que tinham livros, colheram frutos e se sentaram debaixo da sombra daquela enorme árvore para comê-lo. O outro grupo, os que tinham as mãos sobre a cabeça, olhavam, mas não se aproximaram. Um deles disse: “Eu não tenho fome, o que quero é entender”. Os outros do seu grupo disseram em uníssono: “Nós também queremos entender, não temos fome”. Assim foram embora daquele lugar um a um, até que somente ficara aquele grupo, somente os dos livros, debaixo da árvore. Estavam ali debaixo daquela árvore frondosa, eu via que se deleitavam enquanto comiam o fruto; podia ver sua felicidade, estavam seguros. Logo uma voz disse: “Abra o livro”. Eles abriram e deste começou a sair água, eles começaram a tomá-la, seus rostos começaram a se iluminar enquanto bebiam aquele apreciado líquido. Logo a voz disse: “Devorem o livro”. Assim, vi como cada livro se transformou num pão muito delicioso à vista e estes o comiam com grande prazer. Vi então como estes começaram a ser entendidos em muitas coisas e falavam entre eles com grande sabedoria. Ali permaneceram aprendendo cada detalhe que era imprescindível conhecer.

A cena mudou e pude ver novamente o grupo que havia marchado, estavam em um caminho, estavam cansados pelo sol e sedentos de água; eles caiam um a um no chão pelo imenso calor e a falta de água. Ali desidratados, com os lábios rachados e os olhos vazios, clamavam por ajuda sem que esta chegasse. Vi como cada um deixava de respirar, e um deles antes de deixar de respirar disse: “Oh, porque não permaneci debaixo da árvore”. Estas foram suas últimas palavras e deixou de respirar. Nesse momento escutei a voz que me disse: “1 Reis 19, Salmos 49 e Apocalipse 3: 7-12”. Então nesse momento despertei.

 
 
 

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