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Luta do Mal para Possuir Corpos

28-10-2024

  • 28 de out. de 2024
  • 5 min de leitura

Mês 07, no Tempo do ETERNO; mês 10, dia 28 de 2024.

Em sonhos eu via como se preparava uma grande campanha. Está campanha, segundo todos, era para um convidado muito especial. E todos faziam muitos preparativos. Muito diziam: “Temos que preparar o melhor lugar para este evento. Seu pai e sua irmã, estarão aqui.” E assim vi como começaram a fazer os preparativos.

A cena mudou, e vi uma irmã que vendia uma caminhonete ou furgão. E me foi dito: “Compra-a!” Me aproximei dela e disse: “Eu a comprarei.” Todos me olharam, e alguns disseram: “Mas esta caminhonete não serve! Tem muitos problemas, para que a queres?” Não dei atenção. A ordem foi comprá-la, e assim fiz. A caminhonete chegou quase a duras penas ao lugar que se me indicou colocá-la. Isto era em frente a uma casinha de madeira muito pequena, mas muito bonita, com um corpo de água doce ao seu lado, verdes pastos, árvores frondosas, e uma horta. Longe da cidade, era um recanto de paz e bem-estar. Se me indicou acondicionar esta caminhonete para que assim pudesse dormir nela. E o resto das atividades seriam feitas na cabaninha, e assim o fiz. E depois de árduo trabalho, conseguimos terminar.

Assim, foi-me indicado ir com uns viajantes, estes eram casais, e convidá-los ao dito lugar. E falei com sua esposa, que replicou: “Campo? Te agradeço, irmã, mas meu sogro, meu esposo e eu já fomos instalados em uma bela casa aqui perto, e estamos muito bem. Estamos felizes perto de tudo, pois no campo seria muito trabalhoso e longe.” Fez uma pausa e me perguntou: “E como são as instalações ali?” Lhe respondi de como DEUS havia indicado tudo para eles, ao qual replicou: “Dormirei em uma Van? Não, nem pensar! Esqueça-o! Estamos bem onde estamos.”

Triste me apartei, e se me indicou ir aonde este convidado que ia pregar. O título desta pregação atraiu a muitos, que era: “Como receber o Espírito Santo”. Entrei no lugar onde o pregador já estava predisposto a começar, e a sala estava cheia. Foi-me indicado que não me sentasse, mas estar de pé na parede direita, quase perto do púlpito, e assim o fiz. E a pregação começou, e enquanto esta avançava, simultâneos eventos ali começaram a passar. Uns tiraram um jogo de xadrez, outros, diferentes jogos de mesa. Outros carrinhos. Enfim, ninguém dava atenção. Logo um vento entrou, e trouxe consigo um distintivo e o pousou sobre minha coxa, e eu peguei, e este dizia: “Sai deste lugar!” Me dispus a sair, mas uma irmã notou o sucedido e exclamou: “Olhem! Olhem todos! Um vento soprou e trouxe para ela! Ela foi investida pelo Espírito Santo! Não ouçam a este homem, e sigamos a ela.” Mas nenhum havia notado. Mas nessa euforia, esta irmã me agarrava e me dizia: “Dá-me, dá-me o que tens, eu também quero. Eu vi, eu vi, devo também tê-lo, porque assim foi com Eliseu.” Segui buscando a saída, até que consegui safar-me de suas mãos.

A cena mudou, e vi que dentro do lugar onde estava acontecendo a conferência, entrou um grande caminhão com um grande reboque entrou no lugar, conduzido por uma mulher que gritava e ria, e dizia: “Chora, chora, não me importa, chora. Porque mesmo que chores, o que será, será.” Todos saíram apavorados, com o terror em seus olhos.

Logo tudo desapareceu diante de mim, e fui levada a outro lugar, onde vi a muitos dos que havia naquela sala naquela pregação. Havia um quarto enorme de paredes de vidro, e era um lugar aparentemente cômodo e atraente. Ali vi cadeiras e pessoas nelas sentadas, e vi a mulher daquele caminhão, daquele reboque, e lhes diziam: “Creiam! Creiam! Eu, junto a este pregador, quero que recebam na promessa dos últimos dias descritos no Livro. Venham aqui e vejam, eu já o tenho, e vos mostrarei.” Vi que cada um dos ali presentes passavam em frente a ela e ela levantava suas mãos e dizia algumas palavras que eu não escutava, só via seus lábios mover-se. E no mesmo momento, a pessoa que estava de frente dela se elevava no ar por alguns segundos e logo caía. Ao ver isto me indignei e disse: “Por favor, permite-me entrar e dizer que isto é uma farsa.” Mas isto não me foi concedido. Se me indicou me afastar e assim o fiz.

Fui levada ladeira abaixo e cheguei ao lado de um grande lago. Ali um jovem, que em seu rosto se via a paz, aproximou e me comentava agradavelmente sobre a beleza do lugar e como ele havia sido enviado para me ajudar, e que não tivesse medo, e que ele sua missão mais importante era abrir meus olhos referente a meu esposo. Começou a falar suas palavras suaves, convencíveis, aduladoras e cheias de meias verdades, começaram estas a fruir. Enquanto ao mesmo tempo me mostrava a formosura daquele lugar.

Assim, foi-me indicado a retirar-me para a montanha, e comecei a fazê-lo. Aquele jovem me seguiu. Eu na frente e ele atrás, lutando para me fazer desistir de subir. Assim, entrei em um certo momento entre rochas, estava onde debaixo delas havia pequenos buracos como pequenas covas, e eu me aproximei para ver uma de perto, e saiu uma voz profunda uma voz, mas que ao mesmo tempo parecia distante, que disse: “Sai, sai daqui!” Logo depois de ver tudo verde perto deste buraco, tudo ficou seco e murcho e as árvores caíam em pedaços. Assim, todo este caminho de subida foi uma grande luta. Tudo áspero, perigoso e feio.

O jovem, ao ouvir esta voz, saiu correndo apavorado e corri atrás dele para o animar, mas me foi dito: “Ele está só pelo que é, e tem sido, e não há volta para ele! Tristemente deixa-o, e siga teu caminho.” Com tristeza, assim o fiz, entre ruínas, deslizes, grandes fendas, ventos árduos, vozes intimidantes, aterrorizantes. Continuei o caminho orando e cantando, clamando ao ETERNO por Sua proteção, e estava dizendo Salmos, e tomando fortemente a mão do invisível. Por fim saí daquele lugar tenebroso e cheguei em cima da montanha, onde tudo era formoso, verde, havia árvores frondosas, águas cristalinas abundantes. Ali vi grupos de irmãos que aguardavam minha chegada, de alguma maneira sabiam que eu chegaria aí. Ali nos regozijamos e compartilhamos nossas experiências.

Logo recebemos notícias de que todos lá embaixo haviam sido possuídos, e uns aos outros se destruíam e não buscavam nada para serem restituídos, senão que buscavam por nós para nos destruir. Mas o lugar por onde eles estavam subindo fechou, pelo poder de DEUS, e se tornou impossível que ser humano chegasse. Assim, mesmo triste pelo que acontecia na planície, louvávamos ao ETERNO por Seus cuidados e Suas misericórdias. Aí já não vi mais, aí despertei.

Oh, amados irmãos, que terrível situação para aqueles que não estão firmados na palavra do ETERNO, e se deixam levar por fofocas, por adulação, por palavras suaves, lisonjeiras, comodidades, falsidades. Estes, tristemente, vão ficar no caminho e o inimigo os vão cavalgar, porque este é o tempo.

Queira DEUS que possamos entender isto, e que nada nos separe de seguir atrás das pegadas do Mestre, porque esta é nossa única segurança para poder vencer, por Sua graça e misericórdia. É meu rogo e oração que assim seja! Que o Senhor nos abençoe!

 
 
 

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