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Multidão mista e o Anjo de Jeová com a espada #1

12-9-2021

Em sonhos vi que irmãos saiam para as montanhas, e iam em um caminhão de carga cheio de pessoas e alguns também em seus carros. Vi que ao chegar no lugar, a congregação era mista em ações e pensamentos. Uns começaram rapidamente a semear, arar a terra, faziam canteiros, sulcos e semeavam sementes. Outros cercavam a propriedade, outros levantavam suas cabanas perto de onde construiriam, outros se acomodavam na única estrutura que existia neste lugar.

Entre toda a congregação pude notar que havia dominicanos, mexicanos, portoriquenhos, salvadorenhos, americanos. Havia muitas crianças e alguns jovens. Pude notar que todos tinham ideias diferentes de como fazer funcionar aquele lugar. Os reuni e comecei a exortar sobre os desejos de Deus para aquele lugar e o que Deus havia provido para eles, mas nenhum escutava. Todos tinham muito trabalho ali e só se escutavam queixas e murmurações. Veio então uma mulher conhecida e muito serviçal, ajudadora e facilitadora. Ela amava ajudar e ver os outros felizes e por esta razão começou a realizar os desejos de todos ali presentes. A exortei para não fazer, mas minhas palavras caíram em ouvidos surdos. Eu via que quanto mais se satisfazia o desejo daquelas pessoas, mais prepotentes, arrogantes e de braços cruzados se tornavam, ficando sentados tendo que prove-los, e que era obrigatório suprir seus desejos.

Começaram grandes problemas que se afloravam com um olhar, uma palavra, um gesto. Vi como tudo terminava em contendas. A mulher facilitadora e bondosa se sentiu ferida e por isto começou a reclamar com eles. Enquanto tudo isto acontecia na minha frente, vi filhos abandonando seus lugares para voltar para cidade e que declaravam com sua boca que anelavam diversões mundanas. Vi outros arando a terra e ocupados com isto, mas cada um em seu pedaço, pois não conseguiam trabalhar unidos em um propósito. Assim também os construíam estavam com problemas entre eles constantemente.

A irmã bondosa já não sabia o que fazer. Tratei que escutassem o que teria de dizer-lhes, mas uma mulher saltou sobre mim, em tom de brincadeira e me mordeu e disse: “Olha, melhor ficarem calados, pois cada um de nós faremos da forma que quisermos e ninguém impedirá”. A dama começou a chorar, se sentia desprezada e impotente diante do descontrole humano. Vi então usar de persuasão e não funcionou. e muitos estavam enfurecidos ante tal infortúnio. Me aproximei de umas janelas, eram fortes e muito seguras. Uma pessoa que estava ao meu lado me disse: “Pois se são assim, quero as mesmas para minha cabana e não me conformarei com menos”. Exortei que fosse agradecida com a mulher facilitadora, mas de maneira prepotente se queixava de não realizar seus desejos naquele lugar. Diante de tal caos e confusão escutei uma voz que me disse: “Cada um se ocupe de sua tarefa e pare as contendas”. Ao escutar estas palavras notei o tom das mesmas e senti uma voz de desagrado, os alertei, mas não me escutaram.

A mulher facilitadora mudou sua forma de ser para agradar os que estavam ali presentes. Exortei não fazê-lo, mas não me escutava. Então uma voz me disse: “Olhe pela janela outra vez”. Olhei e vi ao longe um anjo que seus pés tocavam o chão e suas asas alcançavam as nuvens; seus olhos penetrantes esquadrinhavam tudo ao seu redor e não havia nada que escapasse à sua vista. Na sua mão direita uma espada que cortava o céu, vi que era uma espada de dois gumes e logo se transformou em fogo.

Fui avisar a todos. “O anjo do Senhor vem com espada desembainhada fazer justiça, preparem-se”. Mas como eles não o viram, não se importavam. O anjo com olhos e rosto ameaçantes se aproximava e eu lutava para que eles entendessem a solenidade do momento, mas eles não se importavam. O anjo chegou e meu ser se desfalecia, parou em minha frente e senti que ia perecer, e me disse: “Todos conhecem meus desígnios, mas seu coração é de contínuo mal. Eu vim limpar este lugar, separar a palha do trigo”. Eu disse: “Oh Senhor, misericórdia!” Ele me respondeu: “Só terei misericórdia do que terei misericórdia”. Começou a passar no meio do acampamento e via a todos aqueles que eram acometidos por alguma enfermidade, alguns saiam correndo com grande dor e eu não os vi mais.

Só vi três pessoas que ficaram das sessenta que éramos naquele lugar. A mulher facilitadora era uma delas, havia também um homem e eu; fomos os únicos que ficamos daquele lugar.

Logo vi as costas do anjo que seguia seu caminho, e ao passar eu disse: “Oh Senhor, porque já vai e aonde irás?” Ele me respondeu sem dar a volta: “Vou a todo lugar que dizem me amar”. O rosto daquela mulher facilitadora estava com verrugas, seus cabelos caiam e suas unhas rachavam cheia de fungos. O homem chorava amargamente e não tinha consolo. Eu sentia como se fosse desfalecer, e me sentei, pois, minhas pernas tremiam.

Voltei a olhar as costas do anjo, já distante e disse: “Oh Senhor, perdoa-nos, salva-nos, que perecemos”. Logo levantou seu braço ao céu onde levava a espada desembainhada e uma luz veio do céu até nós. Senti como se meu peito estivesse aberto por uma incisão firme e limpa, e uma grande mão tocou o meu peito, e meu coração que desfalecia foi curado e se recuperou com força e vigor. Olhei a mulher ajudadora e ao homem que estava ali no chão, e vi como uma mão resplandecente como o sol, operava seu peito e tirava o coração deles, enrugado e rachado de cor cinza claro e colocava outro sem estrias, precioso e brilhante. Assim também tocou na fronte e eles se levantaram. Olhamos uns para os outros e a mulher ajudadora já não tinha mais verrugas no seu rosto, e o homem já não tinha mais tristeza nem pesar, minha debilidade havia desaparecido, nos sentíamos regozijados.

Então fui levada para ver o caminho daquele poderoso anjo, o vi cruzar ilhas e continentes, passando por meio de todo aquele que declarava ser realmente o povo de Deus. Vi que por onde passava tudo era infinitamente dizimado, comunidades, famílias. Vi o ódio crescer nos que eram palha, pelo trigo que prevalecia, mas não podiam estes prevalecer neste lugar e tinham que sair dele. Eu os via se preparando com outros em perfeito esquadrões e ouvia suas palavras, onde se consolavam com a ideia de que logo destruiriam estes poucos. Vi que estes poucos recebiam a mesma operação de coração e o mesmo toque da mão na sua fronte, e mesmo que entendessem o perigo na sua frente, estavam confiantes.

Logo o poderoso anjo rodeou o globo terrestre e o vi terminar sua obra e subir como um relâmpago ao céu. Então escutei uma forte voz que disse: “Dias de grande solenidade estão diante de vocês. Os que sabendo desperdiçar, certamente perecerá”.

Oh amados, oro ao Senhor para que possamos entender e possamos buscar de todo o coração o favor do Eterno.

Que o Senhor os abençoe!

 
 
 

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