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Novamente, chamado de atenção para a Lei do Eterno.

28-6-2022

  • Anderson
  • 28 de jun. de 2022
  • 16 min de leitura

Atualizado: 27 de dez. de 2022


Mês 3 no calendário da Eterno; mês 6, dia 28, de 2022.

O Eterno me disse: "Fala novamente dos Meus Dez Mandamentos ao Meu povo". Assim, cumprindo a Sua ordem nesta hora, deixo aqui convosco o que o Senhor me deixou saber.

"Estes são ordens e proibições. São dez promessas que nos protegem, se prestarmos atenção em obediência a eles. Esta é a lei que governa o universo do Altíssimo. É a lei de dez preceitos do amor, o maior amor que pode ser apresentado à humanidade! É a voz de Deus, o Deus do céu, falando à nossa alma e dizendo-nos: "faça isto, e não ficará sob o controle e domínio de satanás". Não há nada de negativo nela, nem prejudicial para o homem mortal; pelo contrário, é um "faça isto e viverá".

Deus estabeleceu as leis do Seu reino: os Dez Mandamentos. Estes são uma muralha de proteção para os Seus seres criados racionais a fim de os preservar da contaminação das paixões e apetites, a fim de que possam tornar-se participantes da natureza divina. A Lei do Eterno é perfeita e converte a alma. Expulsa a ira e o ódio, o egoísmo, o rancor, o ciúme e a contenda, cuja raiz é a inveja.

Há saúde na obediência à lei de Deus. O nosso ser é vivificado quando em obediência buscamos a Deus, O contemplamos. Assim, o amor do Eterno propaga-se em nós e expulsa a contenda entre nós. Pois esta contenda é semeada pelo inimigo através da raiz da inveja. Temos de meditar muito na Lei do Eterno, e no porquê de cada palavra. Por isso Ele deu a Sua Lei neste tempo a esta geração, quando mais abunda o pecado; pois quanto mais abunda o pecado, mais graça abunda. É um presente de amor do Pai Celestial aos Seus filhos terrenos, pelos quais Ele deu o Seu único Filho como um presente para a nossa salvação. Portanto, não devemos tomar as Suas palavras levianamente, mas perguntar-nos o porquê de cada uma delas. E estes sejam a nossa meditação constante, pois somos muito propensos a desviar-nos do caminho, nos desviamos com muita facilidade. Por exemplo: depender de si mesmo. É uma idolatria. Ser tão insensato a ponto de pensar que por nós mesmos podemos ser salvos, que o que eu posso fazer por mim mesmo me faz ganhar o reino.

Que posso - todos os dias - ser dirigido por mim mesmo, que posso tomar decisões sem consultar Deus, se Ele as aprova ou não. Deus classifica como idólatras aqueles que confiam na sua própria sabedoria, aqueles que com alianças humanas entre si pensam que discernem as exigências inevitáveis da Lei Divina. Aqueles que se sentem poderosos, líderes, ricos em conhecimento e vastos em experiência. Todos estes são condenados pela Palavra de Deus como idólatras e os seus admiradores são também chamados como tal. Homens seguindo homens, e ambos cairão no mesmo buraco, pois a sabedoria humana é suficiência própria, é cegueira espiritual total. É colocar o Santo de Israel em segundo ou último lugar nas nossas vidas.

Ter falsos conceitos de Deus é idolatria. Afirmamos não ter imagens esculpidas e adorá-las, de material humano, mas praticamos a idolatria com as nossas ideias fomentadas. Milhares vivem com falsos conceitos de Deus e dos Seus atributos, e estes estão certamente a servir um falso deus como aqueles que adoram Baal. Satanás trabalha nisso desde o Céu, tenta erradicar a imagem de Deus do homem e colocar a sua imagem no homem, como grande usurpador. Ele exige supremacia para si próprio e exerce poder sobre o homem para o tornar seu súbdito. Não pode expulsar o Criador do Seu trono celestial, mas através da implementação, e porta aberta, da inveja, implanta a idolatria no homem. E assim ele implanta o seu próprio trono entre o céu e a terra, entre o adorador humano e Deus. Por esta razão, devemos relembrar isto, analisar isso: como ele trabalhou desde o céu, para nos darmos conta de como ele está trabalhando no nosso meio hoje.

Temos de nos tornar sábios no estudo da Palavra de Deus. Mas sábios não na nossa própria opinião, mas pedindo sabedoria Divina, pedindo ao Espírito Santo que trabalhe nas nossas mentes e nos faça compreender todas estas coisas. Temos de fugir à lisonja, que traz a idolatria entre os humanos; e esta é uma arma do inimigo. Acreditamos que somos importantes, escolhidos ou privilegiados pelo nosso próprio mérito, este é um anátema de idolatria no nosso próprio ser. Procurar o reconhecimento e um: 'vejam o que fiz e alcancei', é violar o primeiro mandamento da Lei do Eterno, pois tudo o que somos e fazemos de bom provém de Deus.

O segundo mandamento proíbe o culto de imagens. Não são os retratos da natureza que podemos ter, mas a veneração deles, o curvar-se perante eles, render-lhes culto. O próprio Deus mostrou, e empregou, imagens e símbolos aos Seus profetas a fim de os ensinar, e eles, por sua vez, para ensinar o povo. Assim, pelo sentido da visão, Ele chamou a sua atenção para os Seus desígnios. Não ter o equilíbrio certo nisto é cair na idolatria, ou fanatismo, e não é o plano de Deus que isto esteja no meio do Seu povo.

"O terceiro mandamento, não tomar o nome do Senhor nosso Deus em vão, é um mal comum entre o povo que se diz seguidor dos preceitos divinos. Frases que mencionam o Seu Santo Nome ao acaso, a menção do mesmo em irreverência, em raiva, cólera, ciúme e contenda. Ter o Seu nome na nossa boca, não no sentido de louvor mas no sentido de descontentamento. Frases como: 'Senhor, tu sabes que sou mortal e faço o que posso', sem ser sincero e que [nós sabemos que] não estamos dando o nosso melhor. Isto é tomar o seu nome em vão. Invocá-lo em oração, hinos e leituras, sem O obedecer, é tomar o seu nome em vão. Celebrar as Suas festas e continuar na vida dissipada é tomar o Seu nome em vão, pois não podemos amar a Deus e a este mundo, pois amaremos um e odiaremos o outro. E Deus não aceita um coração dividido. O inimigo, sim, mas Deus, não.

A lealdade do homem a Deus está em ser leal à Sua lei de governo. E o Sábado é uma prova de lealdade para com o Soberano e Rei do céu e da terra. Fazer nesse dia o nosso próprio prazer é desonrá-lo, violar o Seu santo Dia de repouso. E ninguém que não guarde um Sábado perfeito poderá entrar pelas portas da Cidade Santa. Neste dia, desdobramos as suas palavras com mais afinco. Meditamos ainda mais. Recebemos com alegria e fome o Seu Manjar Sabático. Cantamos para Ele com mais fervor. Oramos com mais frequência. Deleitamo-nos, ainda mais, em Sua natureza e, no silêncio, escutamos cada som dela. Agradecemos com gratidão esse dia especial de Sábado, onde todo o trabalho comum é interrompido durante vinte e quatro horas para passar tempo de qualidade e beleza com o nosso Criador, Redentor e Salvador. A gratidão pela dívida impagável que Ele tornou possível! Dia de consagrada irmandade onde o ser humano contempla, mais de perto, o seu Criador, dando ao ser humano uma maravilhosa aventura na Sua natureza. Podemos notar, se estivermos atentos em tal dia, que a natureza parece diferente, que as aves cantam de forma diferente e a atmosfera torna-se diferente; pois toda a criação reconhece o seu grande, poderoso e soberano Criador. É o descanso semanal.

A gratidão de haver terminado uma semana em um mundo de grandes perigos, protegidos pelo Príncipe Emanuel, pelos seus santos anjos, pela guia do Espírito Santo e pelo glorioso amor do Pai refletido em todos eles. Uma união divina em prol da raça humana, para que ainda possamos seguir subsistindo num mundo de pecado. Neste dia, a vestimenta é especial. Os alimentos, na medida do possível, devem ser diferentes de todos os outros dias. Tudo deve ter uma nuance especial. Os nossos pensamentos, subjugados à gratidão, à paz, à alegria e ao amor. E assim, elevar-nos à uma atmosfera celestial onde o Criador e a criação podem ter tempo de alta qualidade para entender e aprender a sabedoria celestial. Mas, para podermos chegar a isto, todos os dias temos de lutar, com todas as nossas forças, para fazer apenas a vontade do Eterno nas nossas vidas. Assim, Ele irá guiar-nos a um passo seguro para que possamos guardar o Seu sábado semanal à altura do padrão que o Originador do mesmo merece.

Assim, lembrando a prova de lealdade de Adão e Eva no Jardim do Éden, uma prova de obediência ao Eterno, assim, o quarto mandamento é a prova que o Eterno deu para provar a lealdade dos Seus. Isto deve ser de admoestação a todos os mortais, enquanto o tempo durar. Não aceitemos um jota ou tíl de mudança nisto, de qualquer mortal ou anjo, disfarçado de luz, que pretenda mudar ou violar a santidade que o Eterno encarnou no seu Dia Santo. O Sábado, o sétimo dia da criação, o Shabbat, o único dia a que o Eterno deu o nome, após o dia de preparação para o mesmo. O mal rugirá em breve contra isto, e só sob um "Assim diz o Senhor", é que o venceremos nele.

O mandamento com a promessa de longos dias sobre a face da terra - em paz - data do quinto mandamento. Não podemos amar, obedecer e honrar os nossos pais com todas as letras com o equilíbrio certo se Jesus Cristo não estiver em primeiro lugar nas nossas vidas. Ninguém que não honre a Deus como Ele pede, e merece, pode honrar os seus pais. Deus é um Deus ativo, um Deus de ação constante. Nenhuma pessoa ociosa pode honrá-lo. Ele dá-nos o melhor de Si mesmo, e assim também nós devemos dar a nossos progenitores o melhor de nós mesmos. Cada dia que nasce, cada pôr-do-sol, surpreende-nos com uma bela paisagem diferente. A variedade de frutos, de flores, de árvores, de sementes, enfim, toda a variedade inigualável da Sua criação é o sinal do Seu amor paternal pelos Seus filhos. Cada respiração que damos é por Ele; cada boa dádiva vem d'Ele. Assim como os pais se esforçam por dar o melhor de si, com grande amor, aos seus filhos, mais ainda o nosso Pai celestial por nós.

Por esta razão, honrar o Pai celestial é o prelúdio para honrar os nossos pais. Assim como cuidamos da nossa casa com esmero e limpeza, quanto mais, a casa onde nos encontramos com o Eterno! O seu jardim, com as suas variedades de flores, para que Ele possa andar no jardim, como Lhe apraz. Foi por isso que Ele fez um jardim, onde colocou o casal santo, no Éden. Parece estranho para muitos que o Eterno peça flores no Seu lugar de adoração e não percebem que Ele é o Criador de tudo e não gosta de monotonia e simplicidade na Sua casa de culto, como o mortal costuma fazer. Gostamos de desfrutar de belas paisagens, com muita folhagem verde e cores variadas, quanto mais o Criador destas! Ponham mais empenho na casa do Criador do que na vossa própria casa. E assim morreremos mais para o nosso eu a cada momento. Assim, também lhe damos o primeiro lugar nas nossas vidas. Assim, o honramos como o Pai supremo. E assim, também Ele nos dará a verdadeira capacidade de amor perfeito, verdade e justiça para honrar os nossos pais - na Sua sabedoria celestial - mesmo quando eles sejam ou não da fé.

Devemos lutar para não criar sofrimento ao nosso próximo. E, para isso, a abnegação deve estar encarnada em nós como a essência da vida; e isto, só Cristo nos pode dar, depois de fechar com grande urgência e firmeza a porta da cobiça em nossas vidas. O sofrimento é uma morte silenciosa, como a pressão alta no ser humano: uma morte que vai lenta e sem ser vista, debilitando pouco a pouco a vitalidade do seu hospedeiro. Nós, a raça humana, viemos de Deus, Ele é o nosso Pai supremo, que deu ao homem o dom de multiplicar-se através da concepção. Assim como quando somos maus para com os nossos pais terrenos, matamo-los com sofrimento, assim, pela nossa ingratidão e maldade uns para com os outros, ferimos e machucamos o coração d'Aquele que foi à morte na cruz. E cada um de nós é culpado disto, porque Ele foi à morte na cruz por cada um de nós. Portanto, quem matar o seu próximo, desta e de outras formas, será sujeito a julgamento.

Todo falso culto é adultério, no sentido espiritual: doutrinas erradas, cavilações, falsas afirmações, invenções, a busca incessante de algo novo para que outros vejam que sou privilegiado, o ter-me em mais alta estima do que todos os outros, em sabedoria, segundo o meu próprio critério, é adultério espiritual. A ordem é adorar somente a Deus e servir somente a Ele.

A corrupção é detestável diante de Deus porque rebaixa a mente e a torna sensual a toda a espécie de pecados, inimagináveis e imagináveis. Mudar um "Assim diz o Senhor" é roubar a verdade ao nosso vizinho. O ecumenismo é roubo sem uma arma na mão, mas sim em pensamento. A ordenação das mulheres como anciãs e pastoras é uma usurpação, um roubo da ordem estabelecida por Deus. É um roubo da verdade estabelecida. E todo aquele que venera isto se prostra perante Baal, como um deus, e rouba ao seu semelhante, fraco na fé, a verdade de Deus.

É um roubo da verdade de Deus o falso ensino, e a aceitação entre o povo do Eterno da cremação: queimar os mortos. O Eterno é o nosso exemplo, e Ele declarou: "ao pó voltarás, porque pó és". A chamada conveniência humana julga ser deus, e erudição. E coloca-se no lugar de Deus. E, para aqueles que adoram falsos deuses, sentem-se fascinados pelas suas ideias que andam, sorrateiramente, roubando as verdades eternas do Deus Onisciente, adaptando o paganismo sorrateiramente ou abertamente, e introduzindo-o na congregação mista. Levantaram, como o povo de Israel do passado, o bezerro de ouro no meio deles, roubando ao Eterno da Sua fidelidade e a aceitação das Suas verdades eternas. A aceitação normal da homossexualidade, a intriga de não ser tolerante a esta anomalia satânica, a leviandade mentirosa de denegrir a verdade do Eterno ao declarar que Deus aceita isto, é simplesmente um roubo, uma falsificação da verdade de Deus. O movimento de celebração, que se move não só na igreja nominal, mas até nas igrejas espalhadas, que afirma seguir os passos do Eterno, onde a música contemporânea e dualista, que não apela ao raciocínio na elevação do mesmo, mas denigre-o às paixões baixas, é um roubo da santa consagração de louvor ao Eterno. A dúvida, a ambivalência da dualidade de pensamento, é um roubo da verdade completa e pura do Eterno.

O paganismo, na adoração de seres humanos e deidades pagãs, não só viola abertamente o primeiro e segundo mandamentos, mas rouba ao povo a verdadeira adoração ao Criador e Redentor, mudando as festas do Eterno em adoração ao Belzebu. Qualquer pessoa que entenda isto e continue com tais práticas é culpada de juízo. Minimizar uma ordem de Deus como, por exemplo, sair ao campo, abandonar as cidades infestadas de pecado, é um roubo das verdades do Eterno. Pregações de meias palavras, ou pregações misturadas. Induzir as pessoas a agir para fazer coisas fora de tempo, como, por exemplo, fazer restaurantes nas cidades de hoje, está fora de toda a verdade divina. Sem profecia, o povo se desenfreia. E porquê " sem profecia" se é só sobre isso que o povo Adventista fala? Porque os mestres das ovelhas são cegos guiando os cegos e com palavras lisonjeiras induzem e arrastam o rebanho para as garras da besta, do falso profeta e a imagem da besta. Após credenciamentos mundanos, venderam a verdade por posições e lucro, e decidiram roubar o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Como os lobos vorazes, eles roubaram as ovelhas do seu rebanho. E o que lhes fará o Rei dos reis e Senhor dos senhores? Pois Ele lhes dirá: "Afastai-vos de Mim, trabalhadores da maldade, porque destes pão fermentado e vinho fermentado ao Meu povo, e se engordaram da sua carne e se cobriram com a sua lã, e não tiveram temor de Mim, pois nada escapa diante de Minha presença.

Aquele que fala levianamente, num duplo sentido, sem todas as letras, dando lugar a cavilação, viola o nono mandamento.

A Verdade suprimida e a Palavra de Verdade silenciada é falso testemunho. Com amor, mas com verdade e justiça, devemos sempre falar a verdade - a tempo e fora de tempo. Não há nenhuma verdade que não seja doce e amarga para quem a recebe, e muitas vezes difícil de dizer a quem a expõe. Mas tudo podemos em Cristo que nos fortalece. Quem não for firme como Elias, manso como Moisés, tendo fé firme como Abraão, e lutando como Jacó, agarrado ao Eterno até ser abençoado, pondo de lado o seu próprio critério e exaltando até ao extremo a verdade de Cristo Jesus, será culpado de uma violação deste nono mandamento.

A raiz de todos os pecados e a chave para todos os males é a cobiça. Pela cobiça adoramo-nos a nós mesmos, idolatramo-nos a nós mesmos, ou idolatramos a outro humano por conveniência ou lucro. Através da cobiça adoramos o que nos agrada ou nos convém, como achamos conveniente, e tornamo-nos juízes da Palavra de Deus, aceitando o que nos agrada e rejeitando o que não nos agrada. Por cobiça tomamos o Nome do Senhor nosso Deus em vão, quando pensamos que somos tão santos e tão próximos Dele que temos o Seu Nome na nossa boca constantemente, quando o nosso falar e o uso correto da nossa voz, juntamente com as nossas obras, dizem o contrário. Juramos em vão em Seu Nome, e isto é tomar o Seu Nome em vão. Por cobiça, não admitimos parar as nossas tarefas, os nossos pensamentos, os nossos ganhos de trabalho durante vinte e quatro horas, mas antes dedicamos vinte e três horas e meia, ou doze, ou oito, ou seis, ou quatro, ou duas horas, ou nenhuma, ao Eterno, no Seu Dia Santo. E damo-nos por satisfeitos, ou calamos a nossa consciência, com: 'Deus entende'. Também, por cobiça, trabalhamos até ao último momento, até às últimas horas, até mesmo à beira do início do Sábado, e não nos preparamos como deveríamos, para estar em um dia de descanso em paz e felicidade com Ele - as suas vinte e quatro horas que Ele deseja estar conosco, com aqueles que Ele ama e que deveriam amá-lo!

Por cobiça, não honramos os nossos pais tementes a Deus e guardadores das Suas palavras, como o Eterno nos pede que façamos. Ele deu-nos o exemplo de que, mesmo enquanto redimia o mundo dos seus pecados, pendurado na cruz do Calvário, Ele disse a João: 'Filho, eis a tua mãe', e 'Mãe, eis o teu filho'. Nem mesmo em agonia se esqueceu dos cuidados com a sua mãe. Agora, muitos dizem: "Devo honrar o meu pai e a minha mãe ficando na cidade, ou comendo o que comem, ou vivendo como vivem". Aos tais, refiro as palavras do Eterno: "aquele que não deixa pai ou mãe, filho ou filha, marido, mulher, terras ou casas por amor de Mim, não é digno de Mim". E também estas, ditas por Ele a Abraão: "sai da tua terra e da tua parentela para a terra que eu te mostrarei". Honrar pai e mãe" nunca pode depor a obediência implícita a Deus. O sentimentalismo nunca deve estar em nós, apenas o racionalismo e o equilíbrio certo que só Deus nos pode dar quanto ao amor. Ele pode fazer-nos agir de forma justa e correta apenas pelo Seu poder e misericórdia.

Por cobiça, matamos com a boca, pelo sofrimento infligido aos outros por desejarmos posição, benefício, ganho, reconhecimento na vida. Matamos a verdade na nossa consciência para que a mentira possa prevalecer, pois cobiçamos a paz passageira e desprezamos a paz duradoura. Por cobiça, damos lugar a pensamentos mórbidos que são ilícitos e aviltantes. O desejo próprio, de que o inimigo das almas faz uso, e que grita aos nossos ouvidos: "Faz o que quiseres, porque o mereces", ou "Eu vou até ti, o mundo é teu", ou "É o teu momento", ou "você é o seu próprio dono", ou "Ninguém experimenta pela cabeça de outro, experimenta! Outros o fazem, e porque não você?"; todas estas ideias infernais, juntamente com a falta de vigilância dos caminhos da nossa alma, tornam o ser humano presa de uma cobiça mental e sutil que, se não for contida em Cristo Jesus, dará rédea solta à ação fatal.

Por cobiça acreditamos que temos o direito de ter, pela força ou furtivamente, o que os outros têm; de nos apropriarmos e dispormos daquilo que não nos pertence e que pertence apenas a Deus. Acreditamos que temos o direito de ser ouvidos, mesmo que sejamos címbalos que retinem. Acreditamos que somos sábios na nossa própria opinião, roubando a verdade íntegra dos outros, estorvando a causa de Deus ou desviando as Suas palavras. O roubo nascido da cobiça é, na sua expressão extrema, a anulação da Palavra de Deus pelas palavras dos homens. Por cobiça, o bem comum fala a meia verdade, que é uma mentira, pois omitir é mentir, e distorcer é mentir. Ficar em silêncio perante a injustiça é mentir. Enredar a verdade com o erro e não reparar a verdade em nome do "que dirão se eu me retrato", por medo de perder credibilidade, e assim persistir em falar em falso testemunho, é mentir. Mentir sobre alguém, ou outros, ou sobre um Está Escrito da Palavra de Deus, para a acomodar em meu benefício ou conveniência, é uma violação aberta do nono mandamento. Esta foi e é a ação satânica, que Lúcifer usou contra o governo de Deus desde o céu e cuja semente ele implantou no mortal para levantar a criação contra o seu Criador.

Através da cobiça o amor e a paz são banidos, a verdade é vendida e reina a injustiça. Através da cobiça originam disputas e guerras de poder nas famílias. Através da cobiça, as comunidades e os países confrontam-se uns contra os outros.

O amor, a verdade e a justiça mostram a Lei do Eterno, e cumpri-la traz paz àquele que a recebe. O feminismo dominante, que ainda vive no pensamento da mulher, que segundo se diz uma seguidora de Cristo, declara: "não tenho necessidade de homem, posso fazê-lo eu mesma, e demonstrarei a todos", são raízes de competição e amargura implantadas por satanás. A competição entre o casal, cada um cobiçando a posição do outro. Os filhos cobiçando a posição dos pais. A cobiça de que "se aquele o faz, eu faço-o". A competição maligna que reina no mundo, e naquele que afirma ser o povo de Deus, é a raiz, é a chave, para a completa violação do decálogo do Eterno, da Lei do Seu governo sempiterno.

Aquele que se humilha ao pó em Cristo Jesus, morre para a cobiça em nome de Jesus, e dá a chave do seu coração ao Eterno, e Ele vai arrancar esta raiz maligna do seu ser. E assim o mortal, mesmo no solo do pecado, pode estar livre de uma tal pandemia de morte eterna.

É assim que, pela graça e poder de Deus, serão gerados os 144.000: seres mortais investidos pelo Espírito Santo. E, por este poder, vencerão a besta, e a sua imagem, e o falso profeta nestes terrenos; e a morte não será o seu pensamento, mas a lealdade ao Rei dos reis e Senhor dos senhores será o seu único fim; e iluminarão o mundo com uma glória nunca antes vista; e a verdade e o amor atravessarão todos os confins da terra; e muitos se unirão ao povo do Eterno!

E assim, passadas as cenas finais de grande apertura, seremos todos libertados; isto é, aqueles que, pela graça do Eterno, vencermos. E os céus abrir-se-ão e nós iremos para casa para a eternidade com Cristo Jesus. E o mal não prevalecerá mais, pois terá um fim na segunda ressurreição. E todo o universo será livre de ir e vir na Lei de Deus, que é apenas paz, amor, verdade e justiça.

Estudem com afinco o Deuteronômio, capítulos 4, 5, 6, 7 e 8, para que possam entender o que o Eterno requeria do Seu antigo povo, para que este pudesse ser um povo santo para Ele. Estamos a chegar a um final e há uma grande revisão. Cada caráter é minuciosamente revisto e cada caso é decidido. Atendam e leiam isto com a máxima atenção.


Que a glória e a honra pelos séculos dos séculos sejam para Cristo Jesus. Amém.

 
 
 

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