- 18 de ago. de 2020
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Atualizado: 7 de jul. de 2022
Em 18-08-2020, me foi referido uma crise muito aguda diante de nós; me foi repetido várias vezes que todo aquele que tenha algo de valor, deve empregar este dinheiro onde possa ser aproveitado. “Preparem-se, pois,” me foi dito, “um choque está diante de vocês: alimento, abrigo, teto e plantas medicinais.”
Vi que muitos haviam escutado a voz suplicante do Senhor já há muito tempo e não se apuraram a serem diligentes, e estes os vi desprovidos do que realmente salvaria suas vidas e a de outros nesta hora de grande prova. Eu vi como as multidões eram deixadas de lado em suas casas e não era permitido saírem; eles rogavam por alimento e água, pois estavam encarcerados nas cidades. Me foi dito: “Todo aquele que permaneceu na cidade, decidiu depender do sistema do inimigo, os deixei saber Meus desígnios há mais de três anos atrás e eles fecharam seus ouvidos, zombaram, escarneceram dos Meus ditos. E agora o que farão? Lamento, choro e espanto chegarão à sua porta. O que beberão os que dependem do adversário para obter água? O que comerão os que não plantaram? Eu não mudo e não posso premiar a negligência. Muitos, muitos perecerão porque a conveniência foi sua aliada. Tardios para ouvir, rápidos em desobediência, vivendo nas cidades como Eu não ordenei; endividando suas vidas quando dei mandamentos para não fazê-lo; sacrificaram seus filhos os entregando a Moloque, entregando-os ao fogo da perdição na filosofia do Meu adversário. Desgastaram sua vida naquilo que não se aproveita, porque o fruto dos seus esforços foi jogar água em cisternas rachadas. Veneram a ciência que os aniquilará, a tecnologia que os esmagará, ainda assim crendo ser crentes nos Meus ditos falam a outros palavras vazias, saindo de vidas que dão testemunho de rebeldia contra Mim. Apegando-se ao que tem na cidade, perecerão nelas. Num momento soa um alarme e o entendido vê o mal e se afasta, sabendo que o que deixou para trás será devastado e não o verá mais. Mas o que diz ser Meu povo, não escuta a voz de alarme e se goza consolando seu coração: veio uma onda e sobrevivi, certamente será assim com as outras. Ouvem, porém não escutam. Olham, e não veem, porque sua mente e coração estão enredados pelos tentáculos do maligno. Sem profecia o povo se desenfreia e isto é cumprido. Cada um tem sua opinião sobre os tempos e todos alçaram a voz referente a isto, ainda vendo diante dos olhos que o tempo era outro, se ocuparam naquilo que não se aproveita, com raciocínios mentirosos que falam ao seu próprio coração, rebaixando a norma ao invés de elevá-la. Construíram castelos sobre a areia, ainda vendo que o mal saía do seu assento. Desde os antepassados, arrastando a rebeldia, seduziram a muitos em seu caminho e hoje sofrerão porque rejeitaram os rogos do Santo de Israel. Casa pequena, terreno amplo, água própria, semear alimento e medicina, lhes causou mal-estar e descontentamento, e agora o que farão? Isso se assemelha a um homem que vendo uma parede de água vir a toda força para margem, permanece nesta desafiante gritando para a parede de água: “Eu com minha força a pararei e daqui não passará”. Esta é a loucura de tais. O entendido vê o mal e se aparta, não haverá salvação para aquele que pratique a presunção.
Neste momento amados, despertei. Oh amados, queira Deus que possamos escapar de tudo isto que se aproxima, mas não por nossas próprias forças e sim sendo obedientes ao que o Senhor nos tem deixado saber desde há muito tempo, para que assim, amados irmãos, possamos ser vitoriosos nEle.
Que o Senhor nos abençoe.

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