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O Eterno e Seu calendário de amor pela humanidade.

7-10-2022

  • 7 de out. de 2022
  • 12 min de leitura

Atualizado: 27 de dez. de 2022


Mês 7 no calendário do Eterno, mês 10, dia 7 de 2022. O Eterno já nos havia deixado alguns versículos para estudar e, neste dia de Expiação - dia de jejum e rogo diante do Senhor, dia de ir perante Ele e implorar o perdão de nossos pecados -, o Senhor me deixou saber que devo compartilhar com vocês algumas coisas que, possivelmente, muitos não viram.

Em Levítico 16: 6 nos deixa ver que nenhum mortal, mesmo aqueles designados por Deus, podem interceder perante Ele por outros sem estar limpo, em contas com Deus. Por esta razão, Arão era o primeiro a oferecer sacrifício por ele e por sua casa, e logo passava-se os demais rituais do povo. Isso traz uma grande lição para todos nós hoje. O Eterno está preparando um povo para que assim possa fazer por outros. O que não permita essa preparação em sua vida e saia para querer ajudar outros, se envia sozinho. Deus não vai com ele, e sua obra será infrutífera. Mas aquele que se deixa preparar por Deus, confessa suas culpas e permite que o Eterno more nele, suas obras serão frutíferas onde quer que vá. Por essa razão, temos diante de nós a Chuva Temporã, preparatória para a Chuva Serôdia, para aquele povo que conhece as verdades presentes do Eterno.

Nenhum varão pode impor as mãos sobre seu próximo para pedir bênção por ele, no batismo ou unção, se Deus não o houver escolhido, não o houver preparado, não houver perdoado-lhe os pecados e o mandado. Ir fora da ordem estabelecida pelo Eterno é equivalente a que Arão houvesse entrado no dia de Expiação no Lugar Santíssimo, sem haver feito expiação por seus pecados e os de sua casa primeiro. E, ainda mais do que qualquer do povo, ou líder de tribo, por ter o privilégio de ser líder de tribo e ir ousadamente e entrar no Lugar Santíssimo, e querer fazer ali o que não lhe correspondia. Em ambos os casos, era morte segura. Rebelar-se contra um "Assim diz o Senhor" equivalente a rebelião de Coré, Datã e Abirão, onde o próprio Deus os eliminou do povo.

O ser humano exerce muito a incredulidade e a ousadia e, por seu livre-arbítrio, tem direito a fazê-lo. Mas isso não lhe dá o direito de forçar a aprovação de Deus em sua vida e atos. Isso é pena de morte para o que assim faça, cedo ou tarde.

O Tabernáculo de reunião, ou Igreja, é um lugar sagrado, consagrado a Jeová. Ali não deve ser levado nada que não honre ao Eterno, pois as amálgamas, os anátemas, trarão condenação de morte a quem os porte. Aquele que brinca com a misericórdia de Deus não é sábio para consigo mesmo e menos será para com outros. Coisa séria é cair nas mãos do Deus de Israel! Muitos, como Saul, foram rejeitados por Deus por cauda de sua altivez de espírito, arrogância e orgulho diante de Deus. E o Eterno, ao altivo, vê de longe.

Saul pecou ao oferecer um sacrifício que, ainda que ele houvesse sido posto, escolhido por Deus como rei de Israel, não tinha o direito de fazer. Usurpou o lugar do profeta Samuel, portanto, Deus enviou uma mensagem de que seu reino não seria perpétuo em sua casa, mas que Deus se valeria de alguém que seguisse Suas instruções, Seus mandatos. Recordemos que Saúl, imediatamente após isso, não deixou de ser rei. Mas por sua sentença, dada por Deus através do profeta Samuel, já estava dada, e ao tempo de Deus se cumpriu. Mas algo muito marcado aconteceu com Saul desde então: problemas após problema lhe seguiam, pois o Espírito do Senhor se afastou dele e o espírito de irá, de stress, de depressão e possessão o atormentavam.

Por isso, o jovem Davi tocava a harpa para ele.

Vamos analisar isso: a vida de Saúl, que ele era. Ele não se arrependeu por seu orgulhoso e obstinado coração. Escondeu a outros que havia sido rejeitado por Deus. Seguiu liderando e cometendo erros cada vez mais graves diante de Deus. Rogava a Samuel, o profeta, que não saísse de seu lado para que o povo não soubesse o que aconteceu, e seguisse confiando nele. Samuel não aceitou isso e ele puxou seu manto e o rasgou. E ali voltou a receber outra palavra de Jeová: "Assim como esse manto foi rasgado, assim o Senhor rasga teu reino hoje." Desde aí não recebeu mais palavra de Deus. E Saul terminou visitando a pitonisa de Endor. Terrível situação para aquele que brinca com um "assim diz o Senhor"! Rejeitou a voz de Deus e Deus rejeitou a ele.

Se tornou cruel e até perseguidor dos de seu próprio povo - como no caso de David, que ele buscavam sua morte através da possessão demoníaca que o invadia. E foi consultar a demônios; e por fim, já que Deus não falava mais, e foi consultar demônios, ele mesmo terminou com sua vida. Triste fim para aquele que foi escolhido por Deus em um momento, e ungido por ele! Agora terminava desta forma, por sua rebelião.

Coisas que Saul omitiu, e desobedeceu:

- Não aumentar exército e mulheres,

- Fez sacrifícios suplantando ao profeta,

- Não destruiu tudo o que devia destruir, e reteve o gado,

- Reteve cativo um rei, obrigando assim ao profeta a mancar suas mãos com sangue.

Vamos analisar isso: a fraqueza é desculpável, em alguns casos, para o ser humano. De forma sutil, por crer necessário, para a proteção do povo, como ele dizia, e para continuidade de seu reino. Mas seguiu a presunção. Assim que, por pressão, teve mais temor do povo, do humano, do que de Deus. Temeu tanto, que não temeu desobedecer a Deus; e não temeu tanto para que não desobedecesse a Deus. Foi obstinado. Tomou despojo e o rei cativo, coisas que eram explícitamente proibidas por Deus. E, logo, terminou com a rebeldia: foi e consultou a pitonisa de Endor. E Deus disse que por três pecados, mas por quatro chega a destruição. E assim chegou o fim, a morte de Saul, por sua própria lança: ele mesmo se deixou cair sobre ela, para não ser destruido por seus inimigos.

Velemos e sejamos sóbrios. Aprendamos do passado, pois somente assim não cometeremos os mesmos erros no presente. Erros de morte. Nossa lealdade ao Eterno deve ser completa, perfeita, sem reservas. Símbolo desta é aspergir com sangue sete vezes, como se aspergia sobre os chifres do altar. Isso, no momento de Expiação.

Tem-se que confessar com coração contrito e humilhado nossas iniquidades, rebeliões e todos os nossos pecados. Iniquidade é:

- Injustiça,

- Grande maldade no modo de agir,

- Todo ato contrário à moral, à justiça,

- A infâmia,

- Aqueles que refletem uma qualidade do maligno, como se deixa ver em Ezequiel 28: 18, podemos ver ali um exemplo.

- Rebelião.

- Levantar-se contra a autoridade e governo de Deus,

- Resistir ao Eterno e Sua Palavra.

- Delito contra a Lei de Deus, como vemos em números 27: 14.

- Pecados: pensamento, palavra ou ação que vai contra a vontade de Deus, sabendo ou por ignorância, e como não foi confessado, segundo a ordem de Deus, não foram perdoados. 1 Coríntios 6: 9-10 e 1 João 1: 9.

Logo após isso, vemos uma mudança de roupas no sacerdote Arão, ali em Levítico 16: 23. Nosso amado Salvador, pela primeira vez, se despojou de Suas vestimentas reais e se vestiu como um servo, e se ofereceu como um sacrifício pela raça humana. Logo, Ele foi ao Lugar Santíssimo com as roupas de Sumo Sacerdote, em expiação pelos pecados confessados da raça humana crente, que ama e guarda Seus mandamentos. Mas, quando sair daí, trocará Sua roupa de Sumo Sacerdote, de Advogado, para a de Rei dos reis e Senhor dos senhores, para a de Juiz. E virá a a este mundo atrás de uma escolta de anjos excelsos em glória.

No Dia de Expiação, segundo o calendário do Eterno, afligimos nossas almas uma vez ao ano, em uníssono, mundialmente, diante de Deus. Recordemos que estamos no grande dia de Expiação e é nosso dever, dia e noite, rogar ao Eterno por Seu perdão para nós. Mas o que é um pecado não confessado? É um incompleto, um momento, dia, ou semana, meses ou ano negligenciado que não se foi diante do Eterno pedindo, momento após momento, Seu perdão. É uma negligência que, se não for confessada e reparada pelo Eterno, nos acarretará a morte eterna. É um descuido capital! Se reconhecemos que nossa vida está em jogo, não deveríamos nos descuidar de uma salvação tão grande! Esses incompletos, negligências e descuidos, levam a endurecer o coração e cauterizar a mente, e a incapacitam para reconhecer suas faltas perante o Eterno. Não sente a necessidade de buscar Seu perdão. Assim resta um ser humano destituido da vida eterna por sua própria escolha. Sem sangue, não há perdão de pecados. E, esta parte, Jesus Cristo já a fez por nós, mas, sem arrependimento genuíno, não existe perdão em Jesus Cristo. Essa é a nossa parte.

Arrependimento genuíno: o que é? Reconhecer, confessar e se afastar, mudar de vida, de ações, de palavras, de pensar, ser uma nova criatura Jesus Cristo, totalmente, como Paulo e os discípulos. Quando isso não existe realmente, ali está Saul para lembrar-nos e Judas Iscariotes para esclarecer-nos.

A entrega ao Eterno deve ser completa ou nada, pois menos que isso Ele não aceita; porque Ele espera de nós o que Ele deu por nós. Quantos chegamos a um lugar e construimos nele, no melhor lugar que encontramos ali, a casa do Eterno e, por último, a nossa morada? Isso para o que pode. Mas, o que não pode, busque rapidamente o melhor para o Eterno e faça ali, com o que tiver à mão, seu lugar de adoração para Ele. Deixe-o bonito, ainda mais que sua própria casa, pois tudo, tudo, o nosso melhor deve ser para o Senhor, nosso Deus.

Devemos pôr limites nesse lugar de adoração, onde nenhuma coisa desonrosa pise em tal lugar. Onde a limpeza e a ordem sejam constantes. Separe ali os utensílios do dito lugar: uma cadeira, um banco de madeira, uma pedra, onde sentar-se. Tenha joelheiras, ou uma almofada, ou colchonete para se ajoelhar e passar um longo tempo diante do Eterno pedindo Seu perdão e buscando Seu conselho. Se não pode ajoelhar-se, tenha uma cadeira para isso, mas sempre busque, não uma desculpa, mas uma forma de humillar-se diante de Deus e adorá-Lo. Tire tempo de qualidade com nosso único Salvador, Criador e Redentor. E o que constantemente O busca, O encontrará. Mas aquele que vai somente para cumprir o ritual, o compromisso, não O encontrará. Também, enquanto está no campo, carregue em suas costas um colchonetezinho, joelheira, para retirar tempo de adoração diante do Eterno. Não percamos a oportunidade de buscá-lo enquanto pode ser achado.

Todo anátema deve ser retirado de nossas casas, do lugar de adoração, de nossa vida. Pois o ritual, sem santificação, é nulo; e a santificação sem ação é nula. Pois a fé sem obras é morta; e as obras sem fé de nada servem. Levantem mãos santas em todo momento e em todo lugar, e não deis lugar ao diabo, pois assim serão livres dele.

O pai que ensinou bem a seu filho e este se afasta, não pagará por ele. E o filho crente que teme ao Eterno e é hostilizado por seu pai, tampouco pagará por ele. O ungido de Deus, sacerdote, deve sempre ir diante do Eterno em consagração e buscando santidade pelo Tabernáculo da congregação, pedir pelos demais sacerdotes de familia e por toda a congregação do Eterno espalhadas entre as nações. Isso é Estatuto Perpétuo, no dia de Expiação, uma vez ao ano.

O Sacerdote dos sacerdotes se ofereceu uma vez e para sempre pela raça humana, e não têm necessidade de tornar a Se oferecer. Mas o mortal deve continuamente se oferecer em sacrifício próprio diante do Eterno, para que diariamente sua maldade seja lavada e continue crescendo na graça redentora de Jesus Cristo, até chegar na meta de não ter mais pecado pelo sangue e justiça de Cristo. Isso, como lhes disse anteriormente, o fazemos em uníssono o povo de Deus, na larga face da terra, uma vez ao ano no dia de Expiação. Mas temos esse compromisso e essa necessidade, digo mais: urgente, de que dia a dia, momento após momento, estejamos diante do Senhor pedindo Seu perdão. Como Sumo Sacerdote, Cristo sempre está em constante alerta. Ele nos conhece, vê nossas aflições, os perigos e vicissitudes em nossas vidas, e Ele argumenta a nosso favor. Tem uma forma diferente, distinta, para alcançar cada alma que Lhe busca, como fez com Pedro, Paulo, Moisés, Abraão, Jacó, etc. Ele enche Sua boca de argumentos para nos instruir e nos prevenir das tentações e provas do maligno, para que possamos permanecer firmes diante das emboscadas malignas.

Ele nos dá um modelo exato, em ordem de eventos, para que estejamos atentos diante dos ataques mortais do arqui-enganador. Por isso, devemos nos aproximar confiantemente a Ele em fé, para assim, podermos nos limpar de todo o negror do pecado. Mas aquele que se apegar aos seus pecados não tem possibilidade de salvação, pois a justiça do Eterno não cobre pecados não confessados, carentes de arrependimento. Somente os que aceitam ao Cordeiro como seu único Salvador e, pela fé, aceitam que Ele os limpa de todo pecado, receberão o perdão de suas transgressões. Essa é a única via. Essa é a condição. Os que não querem recebê-Lo, perderão a vida eterna porque se negam a aceitar a forma, a maneira, a única via de salvação que a Divindade pôs, em Sua sabedoria, em ação para salvar a raça humana. Más aqueles que acatam aqueles forma celestial de salvação, é vão com o coração contrito e humilhado diante do trono da graça, Jesus Cristo diz ao Pai: "Tomarei os pecados deles. Que eles estejam diante de Ti como inocentes." Aos acontecer isso, Ele enche os corações deles com a gloriosa luz da verdade e grande amor ágape. "Está consumado", disse Ele. "Está feito." Venceu o maligno e o pecado, e agora é Fiador de todo aquele que se achega a Ele pedindo socorro diante da escuridão do pecado.

O pacto foi cumprido, consumado, completo satisfatoriamente sob os estandartes do Céu. Pacto entre Deus Pai e Deus Filho, se cumpriu ao pé da letra o estabelecido. Venceu a morte! Havia pago satisfatoriamente o preço da redenção da raça humana!

Com ódio satânico, satanás lutou para fazer mal e derrotar ao Filho do homem desde que nasceu, neste mundo, até que o viu pregado no madeiro. Ali, seu verdadeiro caráter e intenções foram revelados diante de todos os seres inteligentes que não haviam caído em pecado. Os anjos foram impactados de grande horror ao ver como aquele que foi uma fez parte deles era capaz de tamanha crueldade! Se ainda sentiam simpatia por ele, esta se apagou redondamente. Já não podiam mais sentir compaixão por ele. Ver como a inveja pode ir tão longe no caminho da destruição os deixou perplexos. Ver como atacava sem piedade ao Inocente dos inocentes, foi suficiente para ver sua falsidade por trás do mando de luz em que se escondia. Já tudo referente a sua maldade foi mostrado. Os anjos não podiam crer como Deus, com Seu amor sem precedentes, uma abnegação sem igual, havia tomado a forma de Suas criaturas para pagar por elas um crime que Ele não havia cometido! Isso sacudiu aos santos anjos e a todos os mundos não caídos. Isso retirou para sempre a simpatia que eles, os santos, sentiam pelo inimigo, ao ver que não teve compaixão, nem respeito, por seu Criador, Que se despojou de tudo para salvar o mortal.

As palavras exclamadas pelo Salvador, Jesus Cristo, moveram moveram a mão invisível de Deus para rasgar a cortina do tempo de cima a baixo, dando assim por entendido que a ponte entre o céu e a terra estava outra vez feita e firme até o fim, e o caminho até o Lugar Santíssimo aberto obra todo aquele que o desejasse e buscasse de todo o coração. Agora, combinadas a justiça e a misericórdia, era Justo e ao mesmo tempo podia justificar a todo aquele que se achegasse a Ele. O inimigo contemplou a cena da cruz e sua Vítima inocente, se deu conta de que o preço da redenção havia sido pago satisfatoriamente e que sua rebelião teria um fim. E isto o fez cair como um raio quando este cai do céu com grande luz e se apaga ao chegar e tocar a terra. Até ali chegou com sua máscara de vítimas e foi conhecido pelo mundo como aquele que fez do Filho de Deus e da raça humana suas vítimas. Jesus venceu e nada, nem ninguém, poderá mudar isso. Oh, maravilhosa graça! Imerecido, precioso Dom, acessível a cada um de nós, mortais, para aceitá-lo e assim receber o glorioso galardão!

É assim que, por meio da fé, cremos ser justificados por Seu abundante sangue, sangue precioso, derramado inocentemente por ti e por mim, para nos resgatar de uma situação de total emergência de morte eterna. O Salvador não se fez esperar. Imediatamente se pôs em ação o Plano Redentor, desde o início da humanidade, onde Ele mesmo instruiu a Adão nos sacrifícios expiatórios, e ele instruiu aos demais. E assim, de geração em geração, foi dessa forma até o tempo assinalado de Sua vinda entre os mortais, para fazer o maior, o único e o último sacrifício à humanidade. Esse sacrifício vasto, de uma vez para sempre, que através da fé nos apoderamos da bendita graça que nos perdoa e nos limpa para nos fazer co-herdeiros com Ele para sempre. Assim é a simplicidade e poder da fé genuína. É sumamente simples, mas com poderosos resultados.

Muitos dizem crer em Jesus e Seu sacrifício, no poder de perdoar pecados e nos limpar de toda maldade, mas falham em algo muito vital e essencial, que é ter uma confiança infantil, pura, completa, em Cristo Jesus. Quando essa confiança infantil, pura e completa for uma realidade na vida daquele que diz crer, então alcançará a outros com esse toque peculiar que gera a virtude que cura a alma. Então, tanto aquele que exerce essa fé eficaz, como aquele que for alcançado por ela, serão justificados no sangue de Jesus Cristo e serão salvos da ira vindoura. Pois, assim como não podemos envolver com nossas mãos a medida de distância do ocidente ao oriente, por tão grande distância, assim mesmo o Eterno afasta de nós, quando vamos a Ele, nossos pecados, nossas rebeliões.

Porque Ele terá piedade de nós, de nossa condição, de que somos pó, e aceitará nossa chegada a Ele em fé, com humildade e com contrição de espírito, e nos limpará com Seu sangue, e não Se lembrará mais de nossos pecados.

 
 
 

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