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O núcleo da idolatria é o "eu".

15-9-2022

  • Anderson
  • 15 de set. de 2022
  • 21 min de leitura

Atualizado: 27 de dez. de 2022


Mês 06 no calendário do Eterno, mês 09, dia 15, de 2022. Enquanto lia a Lei do Eterno, Seus Estatutos, cheguei a página 149 - porque cada dia leio, e analizo, e vou pouco a pouco, extraindo dali o que o Eterno quer me deixar saber neste momento. Cheguei ali, na página 149, onde há um tópico, o tópico (título) 20, que fala sobre a idolatria, "Idólatras e lugares de idolatría", onde diz: "Qualquer idólatra que seja achado em Meu povo, o tal que a pratique, perecerá. Seja idolatría própria, externa ou interna, próximo, propriedade ou pensamento. O que esquadrinha o coração e conhece o mais recôndito de vosso ser o saberá e os chamará às contas. Porque a idolatria é com a feitiçaria e, esta, como adivinhação. Estas três são veneração a demônios e o tal que a faça não se encontrará entre os viventes."

Estava analisando isto. Fiz minha análise pedindo ajuda ao Senhor e, já que terminei, como nas partes anteriores, ia seguir para o tópico 21, mas o Senhor me disse: "Não, daqui não passas. Há muito que o Meu povo tem que saber." Assim que me deixou saber algumas coisas, que são as que quero compartilhar com vocês nesta hora.

Idolatría própria, propriedade, altar do materialismo que aumenta mais nosso ego. Aquisição de coisas. Estamos cheios de todo o bem que podemos. Coisas mais grandes, armários, espaço de armazenamento para guardar tudo o que compramos. Coisas que tem ali, mas são coisa que são de pouco tempo de uso e assim, com o tempo, terminam no armário, ali ocupando espaço, ou no lixo.

A idolatria própria também quer comprar o melhor, o último, o mais novo. Isto o faz a cobiça. Deus sabe que nunca seremos felizes satisfazendo nossos desejos materiais, pois isso é armadilha do inimigo para nos manter focados em nós mesmos.

Na idolatria externa, ali está o próximo. A idolatria a humanidade, que é uma extensão de nós mesmos, seja através do naturalismo ou o poder da ciência. Isto cria, ao que a aporta, uma sensação de senhor do mundo e a muitos lhes eleva a autoestima a proporções divinas; por esta razão, não se aceita ao Criador dos céus e da terra, mas sim a evolução. E lutam por salvar um planeta que já está destinado a destruição no tempo de Deus, do Deus Criador, o único Deus, 2 Pedro 3: 10-13. Essa idolatría externa, seja de pessoa que pratique o naturalismo, ou a medicina convencional, ou a ciência, tudo o que nós temos, sabemos no âmbito do naturalismo, é porque a Deus se agradou, não por nós mesmos.

Na idolatria interna, o pensamento. Trabalho sem cessar. Mente girando com idéias de como ser mais exitosos na empresa, como subir de posição, de nível, enquanto os filhos morrem de fome, atenção e amor. O engano é dizer que se faz isso por eles, quando é por satisfação própria, para ver-nos com êxito diante do mundo. Isso é a loucura do orgulho próprio, do "eu". Todo nosso trabalho e conquista não estarão conosco na morte, e todo o mundano não tem valor eterno, Eclesiastes 2:21-23. Vaidade, realização de si mesmo. "Eu preciso me sentir realizado", e vou a esta frase popular. Assim uso drogas como canabis, me descontrolo na alimentação, e no álcool ou açúcar com lácteos. Vivo para essa satisfação. Por isso que se produz diabetes, o sobrepeso e demais enfermidades. São a ordem do dia por tudo isso. Essa é a idolatria interna. O que esquadrinha o coração e conhece o mais recôndito de nosso ser o saberá e os chamará às contas, porque a idolatria é como a feitiçaria e esta, como adivinhação. Essas três são veneração a demônios, e o que tal a faça não se encontrará no mundo dos viventes.

Na idolatria interna, também se rejeita o auto-controle, que tanto se necessita para não terminar destruidos. Nós resistimos. Uma resistência à qualquer esforço de nos freiar, pois estamos decididos a ser o Deus de nossas vidas. Essa mentalidade tem sua origem no jardim do Éden, onde Satanás tentou Eva a comer o proibido. O vemos ali em Gênesis 3:5. Assim se originou e, desde ali, permaneceu este desejo humano-satânico. Essa adoração ao "eu" é a base da idolatria moderna. Toda idolatria de si mesmo tem em seu centro esses três encontrados ali em 1 João 2:16, onde se fala sobre isso. Prestemos muita atenção se queremos escapar, arrancar, desarraigar, rejeitar a idolatria, reconhecendo que não é de Deus, senão que é uma semente infernal do inimigo. Devemos ir em humilhação e súplica diante do Eterno, reconhecendo nossos mortal pecado, e Ele nos ajudará se o permitirmos. A infernal mentira de que o amor a si mesmos trará satisfação, é a que o próprio Satanás disse a Eva desde o Éden, mentiu. E segue, ainda, com sua cruel e astuta mentira.

E o evangelho da riqueza, da saúde e prosperidade proclamando que muitos, se se baseiam nisto, podem subir de posição, isso é um ídolo a auto-estima, é uma falácia.

A psicologia que se baseia em fazer vítima o ser humano e a promove fazendo-o levantar seu orgulho, seu amor próprio, e fomenta todas essas coisas para, assim, fazê-los crer que vão se sentir melhor. A medicina moderna que te diz: "Com esse comprimido, injeção ou cirurgia viverás mais fazendo e satisfazendo teus desejos."

Todos trabalhando para a morte eterna da humanidade, dirigidos pelo arqui-enganador, declaram: "Eu dou o melhor para os meus filhos. Vão para a universidade, pois eles vão chegar a ser o que eu quis e não pude." Essa idolatría de dar a vida pelas coisas do mundo e deixar sempre um Está Escrito por último, faz da raça humana violadora dos preceitos Divinos. Deixamos de um lado. E ali o vemos, em Mateus 22:37. Mas há engano no arsenal para todos, para todos os que são idólatras de todo nível. "Vou estudar essa profissão pelo que receberei e por como viverei." "Vou fazê-lo para ajudar a outros", até soa louvável. Mas, realmente, será assim? A Bíblia, a Palavra de Deus, proíbe a idolatria em todas as formas. A idolatria traz a destruição, primeiro parcial, e logo total. Jeremías 10 nos amplia mais isto. Colossenses 3:5-25 nos fala das idolatrias que temos já, antes, referido e o que causa nos âmbitos familiares e de grupo. 1 João 5:21; 1 Coríntios 6:9-10; Deuteronômio 13:4; Efésios 5:11-12 e 1 Timóteo 6:10.

Temos que humilhar-nos e buscar o real discernimento. Provérbios 9:10 nos fala disso. Assim que qualquier pessoa, lugar ou coisa, e inclusive uma idéia que seja colocada acima de Deus, é idolatria. Esta sociedade moderna, hoje, está repleta, cheia de ídolos. E está assim porque tem-se esquecido de Deus. O colocaram a um lado como algo irrelevante, como algo que se pode substituir. Esta é a arma satânica mais efetiva.

A idolatria própria, interna ou externa, ataca diretamente a Lei de Deus. Pois, ao ser plano do maligno desde que se achou nele maldade, é seu fim infestar a humanidade com isto. Pois, quando isso impera no mortal, fica destituido da glória de Deus. Temos que fazer-nos, à luz da Palavra, um exame de consciência, deixando que seja o Espírito Santo quem o execute. Eu tenho algum tipo de idolatría moderna vivendo em Mim? Não tenho um pedaço de gesso, pau ou pedra ao qual me prostrar diante dele, como no passado. Mas sou idólatra de mim mesmo? De mim mesma? Me encanta a adulação? Que me honrem? Que me admirem? Cuidado, pois tudo o que somos não é por nós mesmos, pois tudo é dom de Deus. Sem Ele somos sinos que retinem. O reino de Deus está perto; e o que estamos fazendo? A quem estamos copiando? A quem admiramos? A quem escutamos? "Aquele o fez, e porque eu não posso?" É assim nosso pensar?

Aquele que segue verdadeiramente a Deus não é cópia de ninguém, senão que sua originalidade é dada por Deus para Sua glória e Sua honra. Abraão, Isaque e Jacó: suas obras foram diferentes no plano divino. Elias, Eliseu, Samuel, Jeremias, Rute, Ester, João Batista, os discípulos, Paulo, etc., entre muitos. Originais em sua própria missão e propósito divino. Recebendo do Céu, encheram suas vasilhas de barro e compartilharam o que receberam em abnegação. Subjugados a Cristo Jesus para, assim, estar resguardados da idolatria que o inimigo fomenta em cada canto de nosso ser e de nossa vida a cada momento.

Peçamos ao Espírito Santo, que é o que nos convence da verdade e do juízo, que nos examine. João 16: 8-14.

Temos o ídolo da vaidade: passo tempo observando a mim mesmo, buscando melhorar a aparência para chamar a atenção de outros para mim?

O ídolo do vestuário é outro. Vivo comprando o melhor e o último modelo? Ou confecciono o que mais realce a minha figura? Vivo acumulando trajes, vestidos e toda clase de peças de vestir ao meu capricho, gosto e preferência quando há muitos que não tem nem, ou só tem, uma troca de roupa?

O ídolo da estética, do cosmético. Muitas filhas de Deus vivem pensando em como se ver melhor e estar ordenadas e recatadas, segundo elas. Mas estar ordenadas e recatadas é uma coisa muito diferente disso. Viver lutando contra o que não quero refletir é uma idolatria tão sutil, que tem-se que estar de joelhos para que isso saia fora de nossas vidas, para que saia essa idolatria maligna.

Todos nos conhecemos jovens e não gostamos de nos ver enrrugados, que vamos envelhecendo. Mas, certamente, por esta razão é que devemos nos cuidar, pois o bom cuidado, em Deus, nos faz manter-nos jovens de espírito e corpo nEle. Nos dá a verdadeira vitalidade, disposição, agudeza mental e física para continuar em Sua maravilhosa obra. Esta é a verdadeira estética que devemos prosseguir, até alcançá-la: obedecer suas leis de saúde, que nos dão real qualidade de vida.

O ídolo do consumismo. Que terrível é dar mais valor às coisas do que ao ser humano! Total e absolutamente fora do plano divino, que não poupou sofrimento nem escárnio para salvar a raça humana. Se tu eres o que tens, e perdes o que tens, então quem eres? O que eres? Teu carro de último modelo Tesla? Tua placa solar? Tua casa grande? Teu melhor jogo de panelas? Teu melhor vestido e sapatos, etc? Se isso é o que acreditas ser, e o que dá valor a tua vida, atrás disso correrás. E isso te fará perder de vista o importante, o que realmente tens e não valoriza: um Deus forte, poderoso, Onisciente, Onipresente, Criador, Redentor e Salvador, que te deu uma bela família a quem amar, cuidar, compartilhar e desfrutar. Assim o inimigo nos destrói, cobiçando para, segundo nos faz crer, subir de estatus social e denegrir-nos do real estatus, que é o espiritual.

O ídolo da provocação. Se não me sinto linda ou lindo, e não chamo a atenção de outros para mim, não sou ninguém. Há um refrão que diz: "primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, e, se sobra algo, eu." Terrível condição a do egocentrismo, da idolatria descarada do eu! O que vive para isso não se respeita a si mesmo. Crê que se respeita, mas não é assim, vive mostrando seu corpo ao mundo e crê que com isso se eleva acima dos demais. Essa carnalidade supérflua domina somente aos que não estão cimentados na Rocha, que é Cristo Jesus. Está longe de observar as cenas do Mestre Cristo Jesus quando estava aqui neste mundo. E, contudo, ninguém é como Ele. João Batista, que não se levantou entre os homens outro como ele. Quão longe deles está o pensamento de que pratica a própria degradação moral em nossas vidas! 1 Timóteo 2: 9-15 nos fala disso. Quanta mulheres descuidaram de seus filhos atrás da sensualidade! Quantos cavalheiros abandonaram suas famílias atrás da sensualidade! Colossenses 3: 5-6 o recalcou. Marcos 7; 21-22 o afirma, e Romanos 1: 24 o confirma. Assim, Levítico 18: 24-25 nos declara o fim disto.

O ídolo do álcool, da embriagues do sangue, que nubla o pensamento. Vivo atrás dos carboidratos refinados porque sou cristão e não tomo licor, mas gosto de tudo refinado. E, tendo o integral, o rejeito. Não posso estar sem comer açúcar ou tomar alguma bebida sem isso. O açúcar é mais perigoso que a carne, mas nem por isso comeremos carne. O chocolate, o café, com cafeína ou descafeinado, os refrigerantes, os biscoitos - carregados de leite animal, açúcar e ovos, - queijo animal, os condimentos fortes, a carne de cadáveres, vinagres, a soda, tudo em prol de embriagar nosso sangue e nublar nosso pensamento. Para que a influência Palavra viva fique fora dela, fique fora de nossa mente, e sejamos porto seguro para as influências malignas. 1 Coríntios 15: 34 nos pede que sejamos sóbrios. 1 Pedro 4: 7 o recalca. E 2 Timóteo 4: 5 nos diz que não sejamos como os demais. 1 Coríntios 10: 31 nos diz: "fazei tudo para a honra e glória de Deus." Tudo, é tudo. Envolve tudo em nossa vida, incluindo a alimentação.

O ídolo da televisão. Ídolo dos últimos 50 a 60 anos. Ela entrou para destruir as famílias. Quanto tempo passas diante dela versus o tempo que passas com a Palavra de Deus? Não há diálogo familiar. Um eterno silêncio. Impera escutar o que ela nos diz. Os que fazem isso, deixam de viver a vida real para viver a vida ficticia de outros. A novela, [no vela] palavra que diz claramente: "Não a vejas", são as mais vistas. Há uma sociedade embrutecida por isso. Agora dirás: "Não tenho televisão faz anos." Mas quanto tempo estás no celular, tablet ou computador? Fazes o que agrada a Deus? Ou a ti mesmo? O fazemos para glória própria ou para a glória de Deus? Podemos enganar a todos, mas não a Deus, de quem provém a salvação, a proteção e a real bênção.

O ídolo da maconha e drogas legais e ilegais. Legalizada em muitos países, não deixa de ser droga. Elas eram usadas nos lugares altos para adorar baal em orgias e lugares de perversão satânica. Hoje, em comidas, bebidas, comprimidos, líquido, folhas secas, receitada, como outras tantas drogas que envenenam a corrente sanguínea. Quantos dos que dizem ser seguidores do Eterno vivem conectados a isto! Enganamos nosso ser dizendo-nos "é necessário para que eu possa funcionar. Isso é assim." Mas mentimos para nós mesmo e acreditamos no diabo que Deus é insuficiente para retirar de nós o demônio do stress, da depressão, da opressão e da possessão que se apoderou de nosso ser por dar as costas a nosso Criador, Redentor e Salvador, com os ídolos que acariciamos lentamente, até que se arraigaram a nossa mente e coração. Jeremias 17: 9-10 nos fala disso. Não nos enganemos: o que semearmos, isso colheremos. Gálatas 6: 7-10.

Ou acaso nos esquecemos da definição de temperança? Moderação do bom e abstinência total do mau. Mas estamos nos últimos dias onde, ali em Isaías 5:20-25 nos deixa ver que há vários que vão seguir atrás dessas coisas. E ali também vemos, nesta citação, vários "ai" - três para ser exata - que devemos analizar. Devemos decidir se seguir ao mundo ou a Deus, Lucas 16: 13. Temos uma sociedade viciada, e é triste que entre eles há muitos dos que dizem seguir a Cristo, que nem sequer Ele tomou vinagre com fel. O vinagre é como um vinho ou bebida forte azeda, e o fel, que é um líquido que sai do fígado. O vemos ali em Mateus 27: 34 e em Marcos 25: 22-23. Esta era uma espécie de fórmula criada para adormecer os sentidos e diminuir o sofrimento dos executados naquele tempo. Diríamos, pois, que diante de tal agonia isso era válido, diz o raciocínio humano. Mas nosso Exemplo, o único que devemos olhar, disse: "lhes dou exemplo para que façam como Eu." E Ele não tomou. Quanto mais as drogas de hoje em dia!

O ídolo da educação. O Eterno deixou saber que a verdadeira educação está em seguir Seu plano. Nos deu exemplo ao retirar a nação de Israel do Egito, como foi educando, purificando, sacudindo, levantando Sua norma, até levá-los, por último, à terra que fluía leite e mel, a Canaã terrena.

Não lhes permitia juntar-se com nações pagãs, nem seguir seus costumes. Cada desvio nisto era uma grande lição de vida que todos deviam aprender com grande sofrimento, como pagamento de seus pecados. Porque violar um preceito divino e crer que sairemos ilesos é uma ilusão satânica de engano. A curto ou a longo prazo as consequências, inevitavelmente, chegarão; porque a violação do decálogo e tudo o que isso envolve, é castigo e morte. Logo, através da história bíblica, mostrou Seu plano. E, através de Ellen G. White, trouxe a Madison, sistema de educação. Trouxe o sistema de agricultura. O sistema de vida que seu povo devia ter, em toda área, para ser uma nação santa diante dos homens. Como um experimento esteve Israel, diante das conquistas da terra prometida. Mas, assim como aconteceu no passado, a história voltou a se repetir. E aqui estamos, sofrendo as mesmas enfermidades que o Egito, pelas práticas do Egito, adotadas por aquele que devia ser o povo de Deus em todas as áreas de suas vidas. As escolas trocaram as aulas de cozinha e agricultura por esportes, por jogos de azar.

Muitos não pagam diariamente pelos jogos, como o fazem plenamente os mundanos; não compram bilhetes de lotería ou vão a estabelecimentos pagar por apostas, mas compram jogos de mesa e os levam para seus lares para todos: crianças, jovens, adultos. O jogador de cartas, os baralhos, o dominó, etc. São os entretenimentos de muitos, e sem falar dos jogos modernos eletrônicos! E mais, anhelando a proteção diante do que vem, e desejando ir ao céu, a uma vida melhor, mas com os costumes idólatras em suas mãos, lares e pensamentos.

O Eterno guarda e ama com grande zelo o Seu povo. Aquele povo que rejeita tudo o que é mundano, que se humilha diante dEle com coração contrito, e se nega a si mesmo. Algo menos que isto não nos fará aptos para herdar a vida eterna nEle.

A idolatria do sexo. É uma tristeza que, desde o passado, o chamado povo de Deus vive atrás desse desejo desenfreado! O inimigo das almas envolveu este ato terno e santo do matrimonio em libertinagem. E todo aquele que vive da complacência própria não somente profana seu corpo e o denigra com o pecado secreto - para os humanos, mas não obra Deus e Suas testemunhas -, danificam sua mente nublando seu lóbulo frontal, contaminando seu sangue e rebaixando, assim, sua vitalidade. Assim muitos chegam a ter o infernal desejo de se deitar com outras pessoas do seu mesmo sexo, não somente exteriorizando em seu secreto mas, agora, compartilhando-o com outros. Se tornam máquinas de depravação nas mãos do inimigo.

Em 1 Coríntios 6: 9-10, nos deixa claro em muitos aspectos, aqueles que não herdarão a vida eterna. O descontrole sexual, tanto, como antes o falamos, fora do casamento como dentro do casamento, é uma possessão demoníaca que, ao dar-lhe lugar, toma controle de nossa mente, hormônios e ser. E a pessoa se converte em um viciado, drogado, ao sexo, a pornografia, pensando, sonhando, atuando e vivendo para isto. Essas perversões satânicas, nas quais viviam Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, nos ficam no relato bíblico como ensino. Para que entendamos como Deus, o Criador, Redentor e Sustentador de tudo o que há neste mundo, e do universo, cataloga essa praga satanicamente mortal. Ali em Gênesis 19 podemos ver isto. Vemos que existe para Estatuto de Levítico 18:23, porque esta prática satânica existia, e existe, e o Eterno manda a Seu povo a que se aparte disso. Nisto não há e nunca haverá santidade, senão que a imoralidade e denigração pessoal. Isto é o que o inimigo das almas busca. E mais ainda, nesta hora, as orgias, a questão de gênero, é uma espécie de satanismo aberto para todo aquele que se deixa arrastar por isso, denegrindo e entregando sua vida ao inimigo das almas.

Por outro lado, há também outro sintoma e enfermidade sexual: aquele ou aquela, que não pode deixar de ver ou pensar nisto, vivendo em fantasias pecaminosas e, outros, praticando-as dentro do vínculo matrimonial. Apetites de perversão desenfreadas, carentes de moralidade, onde rebaixam seu corpo e obrigam, em muitos casos, a rebaixar o corpo de seu cônjuge em prol de seu prazer satanicamente pervertido. Sem que exista nenhum domínio próprio ali, pois entregaram o controle ao seu adversário, que dá a todos o prazer passageiro em troca da vida eterna. Isso prevalece muito dentro do povo que diz, fingindo, ser leal a Deus. E o Eterno faz revisão, rápida e minuciosamente, nesta hora. Essa escravidão é o que reina hoje em dia abertamente no mundo; o povo do Eterno deve estar fora disso em todo sentido.

A idolatria da adivinhação e dos adivinhos. Este é o Deus de muitos, seu urim e tumim são os médicos, psicólogos, os homens, segundo isto, de vasta experiência, erudição, mestres da lei, etc. Assim é o ser humano: busca tudo, menos a Deus e Sua vontade. Há uma necessidade nata no ser humano de buscar ou pedir ajuda fora de si, mas esta necessidade deve ser dominada pelo poder do Espírito Santo. "Porventura, não há Deus em Israel, para irdes consultar os deuses de Ecrom?", 2 Reis 1 nos ilustra a sorte fatal disso. Há um descaramento espiritual dentro daquele que diz ser o povo de Deus, e nenhum desses será passado por alto.

Como se pedirá por proteção, sabedoria e salvação com tais práticas? Em 2 Crônicas 16: 12, vemos história de Asa. Vamos dar uma olhada nisso com o raciocínio, pedindo sabedoria do Alto, e ali seremos impressionados com esta grande verdade. Não há nada oculto a Deus. E também, se nos voltamos para Ele, não há nada que Ele não possa fazer. O glutão pode chegar a ser temperante. O adúltero de mente e ação pode chegar, nEle, a subjugar seu corpo. O abusivo pode ser, nEle, nova criatura. Não há mudança real sem uma real entrega a Deus. E isto sabemos pelos frutas, Mateus 7: 15-20. A verdadeira vida cristã não é de palavras, muitos sermões, escritos, visualizações, etc.; a verdadeira vida cristã é a que se conhece por suas obras. Pois as obras falam mais que as palavras.

Realmente, somos o que demonstramos e não o que falamos. E o Eterno nos pesa na balança e nos está colocando o prumo, para nos colocar em Seu celeiro ou mandar-nos com a palha ao fogo. Mateus 13: 12, muitos querem, segundo suas palavras, seguir a Deus e Seus mandatos, mas a idolatria de sua conveniência, de seu temor ou de passar trabalho, os domina. A idolatria de viver pensando no que dirão, como me vêem, etc, é viver nos idolatrando. Como vidros que lutam por não se embaçar ou se quebrar. Em depressões, ataques de pânico, ansiedade, temores, oprimidos pelo inimigo secretamente, que é o que promove essas coisas para, assim, fazer ao ser humano idólatra de sí mesmo.

Onde seu estado emocional depende de seu entorno até que cria o hábito de ser, e sentir-se, vítima de toda circunstância. Que se as coisas não saem como o planejou, pensou, já seu mundo desmorona. E lutam para que outros se desmoronem assim como ele também se sente. É um estado que não só fica interno, mas que luta por envolver a outros e, se não consegue envolvê-los, então passam a outra fase: "Não me querem", "Não me consideram", "vocês são maus, maus cristãos." E passam de ser vítimas a ser aquele que faz dos outros suas vítimas: qualidades totalmente satânicas. Quando existe isso, é um afastamento de Deus e se cai presa de inimigo. Se nosso emocional depende do exterior, viveremos um caos mortal. Se não o entregamos a Deus, não haverá forma de sair vitoriosos. Salmos 37: 23-24; Deuteronômio 31: 8; Salmos 3: 3; João 16: 33; Isaías 40; 31; 1 Pedro 5: 6-7; Salmos 42: 11; Salmos 32:10; Salmos 34:17-18; Salmos 23:4. Ponhamos bastante atenção a esses versículos, e caiamos rendidos aos pés do Eterno para, assim, encontrar nEle a paz.

A idolatria dos psíquicos, astrólogos e crenças e sofismas satânicos, 1 Reis 18: 21. Hoje, às práticas do maligno, de bruxaria e feitiçaria, tem um matiz diferente. Já não se vê a simples visão de uma pessoa grotesca, com uma aparência temível, mas existem muitos em todo lugar, e muitos do povo que diz adorar a Deus, ao Deus do céu, vai atrás desses baais. O médico, que prescreve drogas que envenenam a corrente sanguínea. O líder religioso, que instrui contra um "assim disse o Senhor". O psicólogo, que não se baseia no fundamento divino, senão que estuda e promove práticas aprendidas em Babilônia; e não se baseia não que Deus deixou ali, no livro Mente, Caráter e Personalidade, livros 1 e 2. O que se vale de enganos de manifestações sobrenaturais, para enganar a outros a crerem que o Eterno mudou Sua norma. O chefe de família que estorve o progresso espiritual da mesma. E a esposa que, ao ver a consagração e decisão de seu esposo em fazer a vontade do Eterno, usa astucia enfeitiçadora de sedução para sair com seus desejos de desobediência.

O esposo que desequilibra seu papel de chefe de família, impondo-se com tirania, instigado pelo maligno, que o toma como médium para destruir e manipular e, assim, vice-versa, em muitos casos, a esposa e mãe. Mateus 6: 21-24, nos declara com clareza sobre isso, de como os que servem ao inimigo o fazem com presteza maligna.

Os filhos que se fazem de vítimas, de ofendidos e maltratados, ao deixar-lhes saber o que o Eterno manda, e não querem, ou não os interessa, obedecer. A manipulação deles é instigada pelo inimigo das almas, que os usa como médiuns para desestabilizar a paz do lar.

Aquele que usa a Bíblia para seus fins de ter adeptos que os mantenham, enquanto estão de braços cruzados

Aquele que sai da linha do Eterno e implanta sua própria linha de rebelião. Toda crença e prática saída fora da Palavra do Eterno é um engano, idolatría, sofisma satânico.

Levar flores para os mortos: prática idólatra, culto a morte. Toda prática e observância das festividades pagãs, que são idolatria, adoração a deuses pagãos.

A idolatria aos animais. Se bem que é certo que tem-se que cuidar e proteger os animais, longe está de os indolatrar, ou procurar que os outros os idolatrem. Hoje em dia é chamada: zoolatria. Alguns consideram os animais divinos. Outros, que são reencarnações. Hoje é dia é mais velado, mas ainda existe.

O pensamento evolucionista é idolatria pagã. A cultura animalista, pondo os animais primeiro que o ser humano, é uma idolatria velada. O animalismo vai atrás da igualdade de homem e animal, e isto é muito, muito longe da realidade; isto é um sofisma satânico, uma espécie de idolatria. Um exemplo clássico o vemos no Egito. Eles trouxeram gatos para cuidar dos celeiros contra roedores, e o agradecimento a eles chegou a ser tal que se converteu em veneração a eles. Começaram a adorá-los, a idolatrá-los. Assim, o inimigo das almas introduz pouco a pouco a idolatria no povo.

Também a idolatria da tecnologia. Tudo, em excesso, faz dano. Ali aplicamos a temperança: "abstinência total do mau e moderação do bom." Usamos a tecnologia para comunicação e ajuda. Mas daí para viver para ela, não fazer os demais deveres por causa dela, não dormir, comer, etc., por esta 24/7 [vinte e quatro horas durante os sete dias da semana] estar aí apegados a ela ou, ainda mais, deixar de fazer nossas responsabilidades diante de Deus por ela, é idolatria. Posso mais que o desculpemos. Muitos, no acampamento, vêm a outros trabalhando e eles permanecem apegados a tecnologia. Há tempo para tudo. Eclesiastes 3: 1 nos deixa saber. Tudo o que temos é o presente da vida e do tempo, para os administrar para a honra e glória de Deus, em prol de outros e de nós. Então, sendo assim, por que nos aventuramos a ser os que passam dias sem valor terrenal e espiritual, descartando a vida como de não fosse nada? Outros vivem como parasitas, lesmas, sugando a energia vital alheia em tudo o que podem, vivendo às custas de todos. Fazendo o mínimo possível, e esse mínimo possível é somente para eles. Certamente, esse tipo de idolatria é opróbrio para a humanidade, e ainda mais, para seu Criador.

Nesta linha da idolatria, podemos incluir aos que vivem enchendo seus olhos do melhor que existe no mercado, e não desejam outra coisa senão isso. Desejam as melhores e mais caras marcas, os artefatos mais caros. Inclusive, na hora de escolher seus alimentos, tudo o melhor em custo e qualidade é o que desejam, e exigem receber, mas sem fazer nada em prol de ganhá-lo. Esta condição doentia de parasita é o que o inimigo cria em todos aqueles que lhe abrem a porta e ele mora neles com a egolatria. O consumismo cibernético é real neste tempo, e o que viva apegado a ele e não o possa controlar, mejor seria não tê-lo, pois sua vida passa sem nenhum proveito. E isso é idolatria perante Deus.

A idolatria do passado. Somos dados a recordar, e isto é normal, pois o Eterno mesmo nos anima a isso. E vemos um exemplo disso em Josué 24. Também em Sua Lei, no quarto mandamento, em êxodo 20: 8-11. Muitos vivem recordando o passado com tal nostalgia esmagadora, que seu ser adoece e todos os que estão ao seu redor, que lutam por ajudá-los a sair desse estado de melancolia pelo passado.

O passado, em todo crente que conhece a Deus e Sua Palavra, é somente isso: passado, seja bom ou seja mau. O presente é o que temos e é aí, nesse presente, que seremos julgados por nossas obras e pensamentos. 1 João 1: 9 nos fala que "se confessamos nossos pecados..." E o que nos leva a confessar? O Espírito Santo nos convence do pecado, verdade e juízo, assim que para confessar, primeiro tem-se que reconhecer, entender. Entender a violação do decálogo através dos Estatutos. E isso nos leva a reconhecer nossa pecaminosidade, nosso erro. Depois, sentir a necessidade do perdão de Cristo em nossas vidas. E, em seguida, emendar, pedir perdão ao que foi prejudicado. Restituir se aplica a isso, e assim, recomeçar, apagar e ter nova conta em Cristo Jesus. A idolatria de viver no passado é uma atitude que desonra ao Eterno.

Insistir em recordar com uma atitude doentia, viver constantemente em uma atitude depressiva, victimizada, é contrário à Palavra de Deus. Isto é não confiar no Deus que perdoa e chegamos a ser novas criaturas nEle. Sal, 33: 5 nos fala disso. Mas há outra parte, os que confesamos, se arrependem, segundo eles, mas pela metade. Provérbios 28: 13, nos fala disso. O que encobre - diante dos homens, porque diante de Deus nada é encoberto -, não prospera em nenhuma faceta de sua vida, não encontra a paz. Atos 3: 19, é claro nisso. E Romanos 10: 10 o afirma, a. Salmos 32: 3 o reitera. E Daniel 9: 5 nos deixa saber o porquê dessa miséria humana. Em Tiago 4: 8, ali há um convite a tornar-nos muito apegados a Deus, a nos aproximar de Deus, para ser curados da pandemia do pecado que existe nesse mundo.

Devemos ter uma atitude de agradecimento, por ser preservados, até conhecer a paz e a misericórdia de nosso amante Deus. E confiar em Sua total misericórdia e aceitar Seu perdão, não só de passará, mas demonstrar com a vida em testemunho diante dEle e os homens, com uma vida de plena confiança em que o Eterno rege, cuida e sustenta nossas vidas. Não temos direito, se Deus é realmente nosso Deus, de viver em aflição, depressão, angústia ou na tristeza passada por nenhuma circunstância. Essa idolatría deve morrer dentro de nós, em Cristo Jesus.

Temos o dever de ser muito honestos com nós mesmos, pois se não o fazemos, nossa vida eterna está em jogo. Não podemos, por mais que lutemos, mudar o passado. E o futuro não é nosso. Mas o presente é o que conta, o aqui e agora. Não devemos desperdiçar nem um ápice de nossa existência em lamentos passados, mas sim em humilhação presente, contínua, perante o Eterno. Essa atitude contínua nos dará a paz que somente Ele nos pode dar e, assim, começar a experimentar a atmosfera celestial desde aqui, nessa terra. Lutemos por tirar toda idolatria do meio de nós, pois essa idolatria anátema nos destitui da glória de Deus.

Oh, amados irmãos, vamos analizar tudo isso e é meu rogo e oração, que possamos estar cada dia mais achegados a Jesus Cristo, e ser aceitos nEle, longe de todas essas coisas.


Que o Senhor nos abençoe.

 
 
 

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