- Dayanee
- 23 de nov. de 2024
- 4 min de leitura
Mês 08, no Tempo do ETERNO, mês 11, dia 23 de 2024.
O ETERNO me despertou e me disse: “Veja Lucas 2.”
Irmãos, lendo ali e vendo tudo o que o SENHOR quer nos deixar saber nesta hora, veio a minha mente esta pergunta: por que existe tanto pesar, aflição e desânimo hoje entre os que dizem ser o povo de DEUS? Amados irmãos, é por falta de meditação, vigilância e oração. Isso leva a perder tudo o que é realmente valioso, pois os raios celestiais que provém de JESUS para animá-los com sua preciosa influência, não está com aqueles que descuidam de tal coisa. Um espírito descuidado é irreverente, é assombrado pela escuridão, e assim seu espírito fica separado da companhia de JESUS e dos anjos ministradores.
Temos o privilégio de ter diante de nós essas grandes verdades provenientes dos átrios celestiais, fluentes do manancial de água viva que não se seca jamais, onde desde o trono do ETERNO flui com vida infinita para todo o universo e a humanidade. Mas estes que vivem com suas vidas inconsequentes, em pensamentos e com dualidade de desejos e ações, perdem a benção, porque não sentem a grande importância de vigiar e orar em seus caminhos diários. A espontânea murmuração que brota de seus lábios contra o ETERNO e Sua Verdade surge como água de cloaca, que é nauseante, mas não podem ver, por causa da escuridão de sua própria mente e seu desviado coração, que é por causa deles mesmos que andam em trevas e sofrimentos mentais. Desprestigiam a outros, quando a falta está neles próprios. Suas conversas e brincadeiras, sua falta de respeito para com o bom e santo, afastam o DOADOR da salvação, e o socorro, do seu lado, ficando assim desprovidos do branco do inimigo de DEUS e de Sua criação. Assim, pois, eles são os únicos culpados por seu infortúnio.
Há um privilégio grande, acessível a quem o deseje, e é o de reter ao nosso lado a JESUS CRISTO. Isso ocorre através da meditação profunda, a oração fervorosa e contínua, e a vigilância. Isso é totalmente alcançável, pois JESUS, nosso exemplo supremo, nos deu evidência de que, ainda me Sua humanidade, Ele pôde alcançar, para que assim, nEle, possamos todos também conseguir.
Diante da pressão familiar, que Seus irmãos faziam, Ele colocava a Lei como um espelho diante dEle, para Se dirigir por ela, e assim não a transgredir. Assim era livrado das influências malignas e tentadoras de seus irmãos, que constantemente molestavam a Sua infância, adolescência e vida adulta. Não obstante, Ele os amava e, com Seu irrepreensível caráter, eles o notavam e por um tempo O deixavam até ser usados outra vez pelo mal para voltar a induzi-Lo a pecar.
A infância, adolescência e idade adulta de JESUS CRISTO, na casa de Seus pais terrenais, foi de luta contra o trabalho árduo e a pobreza. Aprendendo um ofício em tenra idade, ajudando no sustento de Sua família, e com gozo se maravilhava na meditação da Palavra Viva, a observância da natureza que O rodeava, e na oração que constantemente elevava ao Seu PAI CELESTIAL. Era submisso a instrução de Sua mãe, e constantemente ativo nos trabalhos com Seu pai terrestre.
Mesmo sendo jovem e reconhecendo ser o Rei do Universo, o seu espírito não se exaltou em nenhum momento, a altivez não apareceu nos seus olhos e a vanglória não saiu dos seus lábios. O seu espírito afável e tranquilo, os seus olhos que denotavam compaixão e os seus lábios que preferiam palavras de ânimo e alegria caracterizaram a sua vida desde a infância até a idade adulta.
Sua mãe não negligenciou nem por um instante a instrução divina do filho, que lhe transmitiu desde a mais tenra infância através das Escrituras, da natureza e da vida quotidiana. Ela compreendeu em grande medida a enorme tarefa que tinha em mãos, e José apoiava-a fazendo o mesmo na sua esfera varonil. Desde a infância, JESUS aprendeu a disciplinar seus pensamentos para meditar nas coisas celestiais, e assim, com essa disciplina, pôde desfrutar de experiências divinas enquanto ainda estava aqui nesta Terra. A cortesia era caraterística dele, de modo que, quando seus pais se empenharam em procurá-lo por três longos dias e o encontraram entre os doutores da lei, ali, sem humilhar ninguém, desvendara-lhes as mais grandiosas verdades, onde se maravilhavam. E mesmo quando a mãe o censurava por se ter afastado deles, respondeu-lhe docemente: “Nos negócios de meu pai, convém que eu esteja."
Passaram-se muitos anos depois disso para que JESUS começasse o seu ministério completo, mas antes disso todas as oportunidades de ajudar, todas as oportunidades de mostrar bondade, foram aproveitadas ao máximo por ele em benefício dos outros. Mesmo na infância, dizia palavras de ternura e de grande conforto aos adultos. Desde a infância, via-se nele um espírito de obediência, implicitamente voluntário à lei divina, e isso era visto por todos os que o rodeavam. Para alguns, isso era tão incómodo como o ar nauseabundo, mas para outros, era uma bússola acalentadora com grande amor, que os reencaminhava para o caminho do qual se tinham desviado.
Assim, desde a Sua infância, até à Sua morte na cruz, Ele foi atacado por aqueles de pensamento dual e por homens de renome que se esforçavam por se destacarem nos ensinamentos da lei de acordo com os seus ditos, e foi desejado por aqueles que vinham até Ele à procura de cura, conforto e vida eterna, que como crianças aos Seus pés aprenderam a arte da paz interior e da Real liberdade, independentemente das circunstâncias que os rodeavam.
Amado por alguns e traído por muitos foi a sua vida, mas não desistiu até cumprir a sua missão, porque não trabalhava para a efémera glória humana, mas para a eterna. Um Homem que sofreu fome, dor, nudez, frio, calor, morte, mas nada disso o afastou do seu dever. Enfrentou a tempestade de frente, para que, nEle, também nós pudéssemos vencer. Isto, amados, é uma escolha de vida ou de morte. Está nas nossas mãos aceitar ou negar, cabe a cada um de nós decidir hoje.
É meu rogo e minha oração que decidamos do lado de JESUS CRISTO, do lado certo, do lado vencedor.
Que o Senhor nos abençoe!

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