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O tempo está próximo – Apocalipse 11 #1

17-8-2020

  • 17 de ago. de 2020
  • 8 min de leitura

Atualizado: 7 de jul. de 2022

Vi que cheguei a um lugar onde nunca havia visto antes. Eu cheguei a este lugar e havia um complexo; ali havia muitas pessoas que estavam sentadas, como recebendo uma orientação, uma palestra por uma pessoa que estava totalmente de branco; até seus sapatos, suas meias, era todo vestido de branco.

Eu cheguei ali, porque foi me deixado saber que eu devia hospedar-me ali naquele lugar, porque tinha que subir umas montanhas perto dali. Assim que eu cheguei ali, e quando entrei na sala e vi o que estava sendo finalizado, vi que ao lado das pessoas que estavam sentadas, nas beiradas que davam para as paredes, havia caminho por onde eu poderia passar e chegar ao lugar onde já estavam me levando para me hospedar ali.

Prontamente eu escutei o senhor que estava vestido de branco, o homem que estava vestido de branco, que deu o sinal, disse algo e eu não entendi muito bem o que ele disse; estava muito longe, e colocaram coisas no caminho por onde eu ia passar para que eu não passasse. Assim que cheguei ali, pedi licença para passar, porque haviam coisas no caminho, e as pessoas não me ajudavam, não tiravam suas coisas; assim, eu comecei a saltar por cima de uma delas, para chegar e seguir meu caminho onde se supunha que deveria me hospedar; e logo escutei o homem que me disse: “Nós estamos aqui esterelizados e você vai nos contaminar, vai embora, não se aproxime de nós, não se aproxime!”

Assim, eu olhei para ele e todos que estavam com ele, vi que todos compartilhavam da mesma opinião naquele lugar, desta grande planície; havia muitas pessoas ali e mesmo o lugar eu não reconhecia, mas reconhecia a muitas das pessoas que estavam ali, de diferentes lugares do Caribe, de ilhas, de continentes em que eu havia estado; e eu reconheci aquelas pessoas, mas nem todos estavam compartilhando o mesmo pensar deste homem. Assim que tão logo me hospedei ali, coloquei as minhas coisas e foi me solicitado a ver os necessitados das montanhas. Começamos passando por um caminho, em um lugar que me levaram de carro; passamos por uma casa, e me disseram antes de começar subir a montanha que o carro teria que chegar até um lugar, e depois iriamos continuar a pé; vamos então passar por esta casa.

Quando vi a casa, tinha um pequeno letreiro onde dizia: “Vende-se chá de plantas”. Logo me perguntou a pessoa que me guiava, que se os que iam comigo e eu queríamos chá de plantas; assim, eu disse que sim. Vi que o letreiro dizia: chá de folha de mamão, chá de folha de tamarindo, chá de folha de melão de são Caetano, chá da folha da Artemísia. Fiquei olhando aquilo; assim, eu pedi um chá de folhas de melão de são Caetano e logo começamos. Logo que saí percebi que o chá era um chá frio e saímos dali até deixar o carro até o lugar indicado, porque dali já íamos subir a pé.

Chegamos então ao lugar onde íamos começar a subir a montanha a pé, e um homem necessitado, mas feliz me disse: “Venha, já estava esperando; venha, te mostrarei onde vivo e a vista deste lugar.” Assim, fui com ele; subi por umas escadas, mas não eram dentro da casa, eram por fora; e ao subi-las, ele abriu a porta e vi que seu aposento era muito apertado, era como quatro passos de comprimento por oito de largura, mas ali ele tinha tudo que necessitava, tinha uma pequena geladeira como de um escritório, um aquecedor também muito pequeno, um lugar onde tomava banho, uma pequena banheira, um banheiro, ou seja, um vaso sanitário, e tinha um balanço que ele ao sentar se ia para trás, e encostava com suas pernas enganchadas em outros balanços que tinham em frente. Ele me disse: “Olha como eu faço.” E neste momento ele de joelhos para baixo, eu não havia percebido, mas eram próteses o que ele tinha; assim que as tirou e se enganchou nesses balanços pequenos, e aí dormia suspendido no teto. E então eu lhe perguntei: “Desde quando você está aqui?” Então ele me respondeu que desde 2017. Fiquei assim pensando e vi quando ele se baixou dos balanços e colocou outra vez suas próteses e me disse: “Venha que vou te mostrar”.

Então saímos à pequena varanda da entrada da sua casa e me disse: “Olha toda essa terra.” E olhei. Então ali olhando, vi urbanizações, vi cidades que estavam completamente inundadas de água, a água que eu via em alguns lugares era como marrom escuro, em outros lugares como marrom claro, mas se via em outros lugares que estava como azul, e eu via tudo assim; eu via que as casas estavam em colunas dentro desta água, e a água seguia subindo, mas já todos estavam acostumados e não viam perigo algum. Então eu perguntei ao homem: “Que moeda vocês usam aqui?” Ele me respondeu: “Meso Yuan.” E eu fiquei assim quando ele me falou isso, Meso Yuan. E me disse: “Este é o mar do pacífico e já nos tem deixado sem planície, já não o detem mais.” Me seguiu dizendo: “Siga subindo a montanha, lá te esperam.”

Assim, eu me uni a todos os demais, continuei meu caminho, e ao chegar a uma estrutura ampla que havia ali, vi pessoas que se cuidavam entre eles; havia muita necessidade naquele lugar, havia muita fome. Vi uma pessoa que se encarregava também dos animais daquelas pessoas, porque os animaizinhos também estavam enfermos; era como algo que havia chegado ali, e tanto as pessoas como os animais estavam enfermos, e uma pessoa que estava ali me disse: “Bem, se o que necessitavam é uma assinatura minha para ajudar a eles, claro que darei. Então assinei, a senhora ficou muito feliz. Começaram então a ajudar tanto as pessoas como os animais; tinham um lugar onde estavam as pessoas necessitadas, mas também tinha um lugar que é como dizem aqui em Porto Rico, santuário de animais, é como um espaço, uma clínica, onde cuidam dos animais até que se recuperem e depois colocam pra adoção.

Então quando eu estava vendo tudo aquilo, os que me acompanhavam exploravam o lugar e ajudavam em tudo que podiam. Assim, eu saí dali, porque me disseram que tinha que ir por um caminho, onde haveria um agente de polícia e que ele me diria o que fazer. Assim que eu caminhei até ele, ele me disse: “Me mostre sua identidade.” Eu procurei e não achei, então me lembrei que depois que deixamos o caminho, o carro, porque íamos começar um caminho tivemos que andar um trecho onde era pura água, então tivemos que subir em uma pequena lancha, ali nos pediram documentos e eu me lembrei que neste momento eu entreguei minha identidade, mas não me lembrava se tinham me devolvido; então quando me pedirem ali eu não a tinha, Então falei para a pessoa que nesse momento eu não tinha e nem sabia onde poderia encontrar, assim disse: “Vou procurar.” Então eu desci rapidamente; os outros ficaram lá em cima esperando por mim; fui encontrar a pessoa da pequena embarcação, perguntei, e ele me disse: “Eu estava pensando em levar os papéis para você, pois quando te pedi os papéis fiquei com ela sem saber.” Ficou contente porque fui buscar, me entregou e eu disse obrigada. Subi outra vez para cima da montanha, mas logo quando estava subindo a montanha outra vez, o homem vestido de branco parou na minha frente, aquele que me perseguia na planície, e não me deixava andar e disse: “Oh Senhor! E agora, o que vou fazer?” Então logo escutei uma voz que me disse: “Suba pelo outro caminho por dentro do bosque.” Assim, corri até onde me disseram e comecei a subir como por algo que era parecido ao bico de uma montanha, mas era muito espaçoso; neste momento encontrei bem na minha frente, a uns três degraus bem largos e bem profundos, e rápido escutei a voz de pessoas perto dali, daquele lugar e quando olhei vi três jovens, dois deles conhecidos e um não conhecia. Assim, perguntei o que estavam fazendo ali, um me olhou sorrindo e sem me responder rapidamente virou os olhos e seguiu então com os demais que iam; assim, olhei outra vez os degraus, o primeiro era alto e me chegava ao peito; assim, me impulsionei para subir e me agarrei a uns arbustos que estavam nele, e ao fazer pude notar que ele se movia para mim, pois estava ancorado como um tecido que flutuava em cima do degrau, e eu estava buscando uma forma de como subir, quando vi que um dos jovens se lançou sobre o primeiro degrau, ficou girando; assim, o agarrei pela camisa e com força sobrenatural, força que jamais na vida pude ter se não fosse dessa maneira, o levantei e coloquei em cima de mim. Neste momento escutei um ruído, olhei para onde estava os outros jovens e já não estavam, o chão já era um abismo, e tudo era um buraco; eu não os vi mais e o jovem que ajudei a subi se assustou e voltou por outro caminho, e também não o vi mais.

Assim, eu prossegui meu caminho até os outros degraus, subi com muita dificuldade e cheguei a clareira da montanha; e eu comecei a apressar o passo para chegar junto com os outros que estavam me esperando. Assim, cheguei onde eles estavam, pois já haviam passado muito tempo; eles estavam preocupados, expliquei o que aconteceu, fui até a polícia que me esperava para que lhe entregasse a identidade. Este revisou e me disse: “Faz cem anos que estou em poder desta bandeira, esperando você chegar, e a hora chegou, tome posse do que é seu.” Então neste momento eu fiquei pensando nestas palavras, como é que havia tanto tempo que ele estava ali esperando até que eu chegara, eu não podia entender isso.

Então cheguei até a bandeira, ali quando olhei para cima, para a haste e vejo ficar suspenso que de longe se via como uma bandeira; quando cheguei não era uma bandeira como parecia, mas sim uma bolsa que tinha uma cor creme quase branco, e aí ficava flutuando com o vento normalmente. Assim, comecei a baixa-la, e quando as tive em minhas mãos, li que estava bolsa tinha em cima umas letras e dizia meu nome em letras cor de ouro; logo que a tive em minhas mãos escutei uma voz que me disse: “Guarde-a, pois vão dizer quando abri-la, o tempo está perto.” Neste momento amados, despertei e se me referiu Apocalipse 11.

Tem muitas coisas que eu, quando acordo destes sonhos, não posso entender; peço do Senhor discernimento, peço ao Senhor sua direção para que me faça entender todas essas coisas, mas certamente tudo o que o Senhor nos deixa saber tem algum propósito; peço ao Senhor que me de Sua sabedoria para poder entender. Espero no Senhor que muitos possamos entender que apesar das dificuldades e das vicissitudes que vamos ter no caminho a nossa frente, aos diferentes desígnios que o senhor tem para cada um de nós, não nos intimidemos, mas que avancemos. Vão vir obstáculos fortes, uns mais que outros, pessoas que irão nos desanimar, que farão até o impossível para nos tirar do caminho, mas se temos uma conexão direta com Deus, o Senhor nos vai deixar saber por onde ir e o que fazer.

Queira deus que seja assim, é me rogo e oração por cada um de vocês.


Que o Senhor nos abençoe.



 
 
 

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