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Obediência mesmo no mais ínfimo.

23-7-2022

  • 23 de jul. de 2022
  • 2 min de leitura

Atualizado: 27 de dez. de 2022


Mês 4 no calendário do Eterno, mês 7, dia 23 de 2022.

Em sonhos, eu vi um grande campus. Cada canto estava em uso. E estava habitado. Havia apartamentos, comércio, aulas escolares, enfim, tudo o que era necessário para que, se as pessoas não desejassem sair, não tivessem que fazê-lo; pois tudo era facilitado naquele lugar.

Um cavalheiro, junto com o meu acompanhante, aproximaram-se de mim e disseram: " Venha, vamos percorrer este lugar". Assim o fiz. E me mostraram cada esquina daquele enorme lugar. Logo após, disseram: "Há algo mais. Por favor, venha". Eu segui atrás deles. E conduziram-me por um caminho cada vez mais estreito, dentro daquele lugar, de um lado dele. Ao final, havia um lugar estreito no qual apenas uma pessoa de cada vez cabia. E havia um portão com uma corrente forte e um cadeado muito grande. Então foi-me dito: "Sai daí". Assim o fiz. E vi um belo caminho para a encosta da montanha. Foi-me dito: "Exorta-os a sair". Regressei e assim o fiz. Mas o lugar era tão facilitador que ninguém prestou atenção suficiente para agir e sair daquele lugar.

Foi-me ordenado que voltasse e assim o fiz. Quando estava em frente aos portões, vi que uma mulher tinha o cadeado destes nas mãos. Ela fechou o portão com a corrente e o cadeado, e levou a chave com ela. Já ninguém conseguia entrar ou sair. Gritei-lhe que abrisse o portão, porque queria continuar a exortar as pessoas a saírem daquele lugar, mas ela não o abriu. Foi-me dito: "Vamos, tudo já foi dito". Saí, com o cavalheiro e o meu acompanhante, afastando-nos cada vez mais daquele lugar.

Logo, houve um grande estrondo e fomos instruídos a agarrarmo-nos firmemente às árvores, e assim o fizemos. O estrondo e o movimento foram tão fortes e aumentavam cada vez mais em intensidade, que eu sentia que não ia suportar seguir agarrada com minhas mãos à árvore. Senti que os meus órgãos internos vibravam; e comecei a experimentar um cansaço extremo nos meus braços e pernas. O cavalheiro ao meu lado, noutra árvore, estava fortemente agarrado; e o seu rosto também refletia uma grande dor no seu corpo. O meu acompanhante aproximou-se, tocou-nos a ambos, e recuperamos as nossas forças! Pouco a pouco, após um longo tempo, o estrondo e o movimento começaram a cessar.

Quando tudo acabou, pudemos ver muito claramente tudo o que tinha acontecido. O lugar de onde saímos, onde a mulher fechou o portão, só havia pó neste lugar. Nada estava de pé! Choramos muito, não podíamos acreditar! Tudo era agora escombros! Nada tinha sido salvo! Naquele momento, ali, já não vi mais.

Então foi-me dito: " Aquele que não for obediente ainda no mais ínfimo perecerá".

Oh, amados irmãos, quanto o Senhor quer deixar-nos saber o que devemos fazer! Não sejamos rebeldes à Sua voz. Cumpramos a Sua Palavra em nossas vidas, porque essa é a única forma de estarmos seguros. É meu rogo e oração que assim seja.


Que o Senhor nos abençoe.

 
 
 

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