- Riann
- 16 de mai. de 2020
- 3 min de leitura
Atualizado: 7 de jul. de 2022
Em 16-05-2020, em sonhos eu estava em uma igreja, era uma igreja adventista, eu passei em frente a eles e comecei a falar. Eu lhes falava acerca de pecados que se cometem como se não fossem pecados, porque as ordens de Deus são tomadas como sugestão e não como mandato. Falava-lhes que a ingestão de drogas controladas e como destroem o que deve ser templo do Espírito Santo. Falei sobre a confiança nos feiticeiros modernos e a desconfiança em nosso criador Cristo Jesus. Falei das ações e dos motivos incorretos, porque Deus mede as intenções do nosso coração. Falei da prepotência destrutiva diante da morte segura por crer em estar no caminho correto. Falei da corrupção ministerial que tem vendido a verdade como Balaão por cobiça. Falei da teimosia em não fazer o que é correto, porque aparentemente não convém, e tapam seus olhos criando uma cegueira mortal. Falei da justificação pela fé, que se conhece todos os detalhes teoricamente, mas na prática, pisoteamos ao próximo e rejeitando a piedade de Cristo nos vestimos de justiça própria. Falei do segundo casamento sem justificação celestial, somente por conveniência sensual, não tendo os motivos eternos colocados por Deus: adultério ou morte. Falei da falsa educação satânica, onde uns poucos aprendem a ciência reptiliana, ciência que provém do inimigo para controlar as multidões, e assim estes enfeitiçados, serão escravos ao seu lado e serviço, para assim conseguir ganhos desonestos. Também falei da usura e como ela, por ordem de Deus, não deveria existir entre o povo que professa servi-Lo.
Quando disse usura, todos pararam e começaram a andar pelos corredores até a porta, e diziam: "Não queremos escutar mais, cale-se, não nos fale mais". Mas eles não puderam sair, porque uma chuva muito forte começou a cair e logo tudo ficou inundado, e obrigatoriamente tiveram que ficar dentro deste lugar; mas se dirigiram a diferentes partes para dialogar entre si, não desejavam escutar, assim, esperaram o tempo passar da grande chuva que caia. Logo me foi dito: "Saia deste lugar, porque a chuva não vai passar, mas ficará cada vez mais violenta, porém antes de sair estenda o convite a outros, mas não se detenha". Assim eu fiz, com grande rapidez corri entre todos e lhes disse: "Venham, vamos sair, a chuva não irá parar e ficará pior, devemos sair". Alguns riram, outros diziam: "Está louca, não sairei para me molhar e nem afundar meus pés na água, vou ficar aqui, e quando tudo passar e estiver seco, sairei". Outros colocaram uma mulher, uma jovem e uma criança para cantar para passar o tempo enquanto chovia. Outros me olharam com tão grande desprezo, que em seu olhar pude notar desejavam meu infortúnio. Enfim, sem conseguir fazer com que ninguém se movesse daquele lugar, sai debaixo de chuva e senti a correnteza da água, que ao levantar os pés para caminhar quase era arrastada. Pela urgência me foi dito para apressar o passo e comecei a correr, e senti no meu rosto os fortes pingos da chuva que caia com grande violência.
Logo escutei um grande barulho, meus pés se moveram fortemente, olhei para trás e já não pude ver a estrutura de onde havia saído; tudo estava inundado de água, e a água vinha ganhando terreno atrás de mim; assim eu fui elevada e levada até um lugar seguro em uma montanha. Chorei, chorei amargamente por aquelas pessoas e seu destino fatal. Então despertei. Nesse momento o Senhor me disse: "Ezequiel 24".
Queira Deus que possamos entender, é o meu rogo e oração, que possamos ir atrás das pegadas do Mestre que é o único caminho seguro.
Que o Senhor nos abençoe!

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