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Quando Houve Tempo não Planejaste

29-6-2021

  • 29 de jun. de 2021
  • 3 min de leitura

Atualizado: 2 de ago. de 2022

29/06/2021.


Em sonhos eu via como havia uma grande urgência, uma pressa muito grande nas pessoas. Estas que eu conhecia, haviam deixado a preparação de lado, este dever, e o cuidado fugiu de seus pensamentos e passou o verão e chegou o inverno e a grande tempestade se enfureceu e esses estavam em grande desespero. Vi outros que corriam no verão preparando-se, esses eu os via de manhã à tarde trabalhar sem descansar; de manhã faziam uma lista onde anotavam cada dever do dia, e assim transcorrido este, se asseguravam a todo vapor de cumprir esses deveres, e assim que tudo estava pronto ao fim do dia.

Vi uma longa fila e alí muitas pessoas, e uma mulher que esperava. Passaram horas até que chegasse sua vez. Quando lhe tocava entrar no local pelas coisas que necessitava, percebeu que pela pressa havia deixado sua carteira, seu dinheiro e suas chaves no carro, dentro desse. A vi voltar desesperada, o carro estava ligado com os vidros abertos, e ali estava sua carteira, mas havia perdido a oportunidade de conseguir o que foi buscar e a vi retirar-se do lugar com grande frustração.

A cena mudou e vi essa mesma mulher em uma casa, esta organizava roupa quando a luz do dia diminuiu, e ela se dispôs a prender uma lâmpada de teto que tinha. A lâmpada era nova e de pouco uso, e essa mulher não sabia como conseguir prendê-la, lutou e lutou e por fim pôde prender uma tênue luz das muitas luzes que tinha aquela lâmpada. Ela estava muito triste, assim eu a via, porque aquela lâmpada era grande e bonita e só dava luz como um vagalume.

Logo a cena mudou e observei que a mulher se preparava para sair, disposta a conseguir o que anteriormente não pôde. A vi pôr sua mão na fechadura da porta; e imediatamente um grande cadeado foi colocado, por uma pessoa, pela parte de fora da porta, e esta não pôde sair. Notei que essa pessoa era conhecida por ela porque lhe disse: "por que me trancou se você sabe que devo sair por algumas coisas?". Ao que ele respondeu: "quando houve tempo você não se planejou, agora já não é mais."

Via a mulher desesperar-se, ela gritava grosserias ao homem, mas este se afastou. Logo chegaram uniformizados com máscaras em suas faces, máscaras de oxigênio e pararam cada um em cada porta daquele lugar do bairro. Se escutou um alarme, os uniformizados saíram, foi decretado uma grande epidemia, uma pestilência no lugar, e com tochas de fogo queimaram as casas com tudo e pessoas dentro. Alí eu não vi mais, ali haviam pessoas, me foi deixado saber, que haviam se preparado materialmente no lugar errado e outras nem se prepararam ou foram descuidadas, e pensaram que os dirigentes do povo seriam por eles.

A cena mudou, e eu vi grandes montanhas, muito íngremes de muito difícil acesso; caminho de terra difícil, áspero em subida, mesmo um carro apto para este tipo de lugar batalhava. Muitas vezes era recorrido este caminho a pé e mesmo assim estes conseguiam, como as formigas, sem descanso preparar-se para o vindouro. O espiritual para eles era o primordial, lhe seguia a água, seu teto forte, a roupa, e seu trabalho diário era a semeadura e colheita desses; eram pessoas hábeis, pelo que pude notar eram grandes mestres na ciência de obter os alimentos da terra, e seus rostos não refletiam preocupação; os via viver confiantes, ainda que fora dali tudo era incerto; seus rostos refletiam paz em meio da grande tormenta.

Aí despertei pensando em todas estas coisas, mas ao mesmo tempo louvando a Deus, porque somente sua real paz é a que nos sustentará em meio da turbulência que logo enfurecia com mais força. Apeguemo-nos, amados irmãos, ao Rei dos reis e Senhor dos senhores, pois somente assim O Eterno poderá nos fazer vencedores.


Que o Senhor nos abençoe.



 
 
 

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