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Reis e Rainhas diante do futuro

25-12-2021

  • 25 de dez. de 2021
  • 3 min de leitura

Atualizado: 11 de ago. de 2022

25/12/2021, em sonhos eu via uma escassez alimentar grande, ao ponto de que ninguém podia sair fora de sua casa comendo nada do pouco que tinha, que não fosse assaltado para tirar-lhe. Os que trabalhavam não desejavam dinheiro, mas alimento por salário; e a cidade era um caos.

Vi então uma mulher com um pedaço de pão em sua mão, ela o picava em pedacinhos, segundo ela, um pedacinho para cada dia. Ela estava muito preocupada, não queria que seu pão estragasse, mas em um par de dias seu pão estragou, encheu-se todo de mofo. Logo a vi entrar em uma montanha e bater na porta de uma casa, ali vi que a receberam. Na casa havia um homem com sua esposa, eles foram muito amáveis com ela e lhe aproximaram uma cadeira para que se sentasse. A esposa do homem fazia umas leguminosas em um fogão a lenha, e o homem preparava um pão sem fermento, era em uma frigideira, e este pão era como em quadros, um para cada um; logo guardava o restante da massa em um recipiente de barro cheio de água e ali o tampava, e a massa ficava feita até a próxima refeição.

Estes casal tinha uma pequena horta de plantas comestíveis, de alimentos e de condimentos, também destas plantas faziam chás. Vi também um recipiente grande de farinha e outro recipiente de leguminosas secas, eles os usavam para comer previamente hidratadas, as leguminosas, e as vezes as faziam cozidas ou germinadas, também dalí pegavam um pequeno punhado e semeavam em um pedaço de terra que tinham próximo a sua cabana. Para tomar chás era o que havia, e água. Mas diante da escassez não estavam desesperados e se sentiam agradecidos a Deus por isso.

Vi também em seu depósito de alimentos um balde de uns de 22 litros de sal integral moído, e outro balde de 22 litros de óleo, este era de cor verde. Em um recipiente de vidro, vi que colocavam óleo, sal, alho e cebola com orégano e alecrim, cada pote de vidro o preparavam de igual maneira; vi que assim conservavam desta maneira o alho e a cebola. Também tinham sacolas onde ali tinham folhas secas, eram sacolas transparentes e podia ver o que estava dentro; ali eles retiravam o ar o quanto podiam e as tinham ali penduradas para que estivessem airadas, mas não recebessem luz e permanecessem secas. Vi também uns potes de mel que usavam a conta gotas uma vez ao dia.

Logo a mulher que receberam lhes perguntou: "não se cansam de comer isso todos os dias?" Ao que o homem respondeu: "não. É um privilégio ter esse alimento e a cada dia agradecemos ao Eterno por isso. Tome, coma e prove o quão bom é." A mulher pegou o pão que lhe deram; vi que era como um retângulo com uma grossura como de 6 milímetros, na frigideira ou chapa o homem colocava os seus moldes como os que eram usados para confeccionar bolachas, e as colocava na frigideira ou chapa que colocava no fogão a lenha e todos os pães saiam da mesma medida; assim a ração era medida cada dia para todos.

A mulher não tolerou dois dias naquela casa e foi perambular para ver onde encontrava variação de comida. Passados os dias, o casal viu pela janela de sua casa como esta mulher jazia no chão morta. Alí já não vi mais.

Oh, amados irmãos, queira Deus, queira Deus que possamos entender e pôr por obra tudo o que o Senhor nos deixa saber nesta hora.


Que o Senhor nos abençoe.

 
 
 

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