- Dayanee
- 15 de jun. de 2024
- 2 min de leitura
Mês 03, no Tempo do Eterno; mês 06, dia 15 de 2024.
Em sonhos, eu via um menino que brincava. E ele, com enérgico afinco brincava, corria e se esbarrava com os outros de forma desafiadora [competitiva] para tirar-lhes a bola e acertá-la no cesto.
A cena mudou. E a próxima que vi foi o mesmo menino, com a cabeça rachada em três partes, porque, segundo se dizia, a sua forma desafiadora de jogar tinha-o levado a atirar-se de cabeça a uma pedra para não perder a bola. Através de uma das fendas via-se o branco do seu cérebro. E ele andava, mas meio tonto. Foi o fim da sua vida ativa. Agora, depois da cirurgia, dos tratamentos e dos efeitos colaterais, seria a sua vida, se sobrevivesse por muito tempo. Começando a sua existência, por uma questão de competição, ele próprio a arruinou.
O panorama mudou e vi uma casa com vários quartos. Em um deles havia uma estante, perto de uma janela, com muitos bichos de pelúcia; bichos pequenos e grandes. Vi que havia dois deles interagindo quando a criança que lá dormia não estava olhando para eles. Foi-me dito então: “Levanta a voz!”. E assim fiz. Abri a boca e dela saíram estas palavras: “O sangue de JESUS CRISTO te repreenda”. Um dos bichos de peluche olhou para mim, furioso, e o que estava lá dentro saiu pela janela. O outro bicho de pelúcia, o que estava lá dentro, se revolvia e emitia um guincho. E eu fiquei olhando-o, e foi-me ordenado que me aproximasse dele e repetisse as palavras: “O sangue de JESUS CRISTO te repreenda”. E assim fiz. E a coisa que estava dentro dele saiu. Então, peguei no bicho de peluche, coloquei-o num saco e levei-o para fora de casa, para o lixo.
Falei com a mãe do menino e disse-lhe: “Preciso de ajuda para tirar o enorme animal de pelúcia que está no quarto do seu filho, porque é grande e pesado." Contei-lhe o que se tinha acontecido e ela respondeu: “Esse bicho de pelúcia é o preferido do meu filho, não o posso tirar sem o seu consentimento”. Não podia acreditar no que ouvia, ela estava a queixar-se do mau comportamento do filho, da sua rebeldia e falta de respeito, dele para com ela, e, no entanto, não queria agir sem o seu consentimento!
Então pensei: “Eu vou tirá-lo de lá, mesmo que seja arrastado”. Mas foi-me dito: “Não, não faças isso, porque onde não há uma verdadeira convicção de espírito, mesmo que se limpe de coisas, esses espíritos imundos voltarão a entrar." Assim, triste, afastei-me de lá e não os vi mais. Aí despertei.
Oh, amados irmãos, como é triste isso! Que triste é que não nos damos conta, e brinquemos com o pecado: amamentamos o maligno na nossa vida e ao mesmo tempo queixamo-nos dos efeitos que isto traz! Analisemos bem isto e que seja o ESPÍRITO SANTO a levar-nos à convicção de qualquer coisa, qualquer área do nosso la, em nossas vidas, que isto esteja a acontecer; pois isto aplica-se a todas as áreas. Queira DEUS que possamos entender e que possamos agir antes que seja tarde demais! É o meu rogo e a minha oração para que assim seja. Que o Senhor nos abençoe.

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