Atualizado: 10 de jun. de 2022
No dia 03 de agosto de 2019, em sonhos, fui levada à frente de uns grandes edifícios. Eles eram tão altos que era impossível ver a cobertura, pois as nuvens encobriam. Olhava para estes edifícios quando uma pergunta veio em minha mente: O que estou fazendo aqui? Nesse momento, observei que ao meu redor haviam muitas pessoas caminhando pelas ruas, sem nenhuma preocupação, mas notei que algumas não caminhavam euforicamente e meus olhos se fixaram nelas.
Nesse momento, escutei uma explosão vinda dos céus como um trovão mas com luz. Então atravessou como um raio sobre aqueles edifícios e vi que aquelas pessoas que caminhavam lentamente antes, caiam agonizando no chão. Os trovões seguiam nos céu e podia se observar as luzes, como na aurora boreal, com suas esplendorosas cores circundando o céu. Novamente observei as pessoas. Cada uma que caminhava euforicamente ia perdendo pouco a pouco a velocidade, até que caiam no chão. Então perguntei: O que está acontecendo? O que é isto? Então me disse meu acompanhante: “São ondas eletromagnéticas, assassinas do sistema cerebral, e o corpo humano sucumbirá diante delas. É hora, vamos saiamos daqui”. Me disse: “Corra pelas ruas e grite com voz bem forte SAIAM, SAIAM, PARA QUE NÃO PEREÇAM”. Eu disse: Oh Senhor! Eu já os avisei antes, mas não creêm! Ele me respondeu: “Os entendidos, entenderão”.
Então neste momento amados, eu corri, e fiz exatamente o que me foi dito. Não olhava para trás, somente corria e gritava as palavras que me eram ditadas. Minhas pernas esmoreceram pelo cansaço e minha língua definhava. Foi então que uma escuridão tomou conta daquele lugar, que quase não podia ver meus pés e clamei: Senhor ajuda-nos! Então disse: Como ajuda-nos se estou sozinha? Mas, ao dizer isto, vi que atrás de mim haviam muitos e não pude contá-los. Vi que não estava sozinha, e disse: Senhor, aqui está Seu rebanho; salva-nos, guia-nos. Nesse momento uma luz apareceu diante de nós, que podíamos caminhar em passos seguros entre as densas trevas. Caminhamos por um longo trecho, até que saímos das ruas pavimentadas e chegamos nas ruas de terra, e logo no caminho somente de mato e acidentado, e logo começou a subida. A luz continuou iluminando o nosso caminho e entramos no meio de densas árvores. Ali entre as árvores a luz parou e descansamos um pouco. Olhei atrás da montanha, onde estava a planície, e via as luzes sobre a cidade, que havia visto antes enquanto estava nela. Então olhei para o céu sobre nós, tudo era paz e estava coalhado de estrelas. Nesse momento escutei Salmos 2.
A cena mudou, e agora estávamos nas montanhas, em casas pequenas com mínimas, mínimas coisas. Vi como a cada manhã saímos ao campo para cuidar das plantas, preparar mais terra para o plantio e colher alimentos. Vi que algumas terras eram fáceis, outras mais difíceis de lidar, mas cada uma cumpria sua missão na vida de cada um que nela trabalhava. Foi-me dito que quanto mais rude o nosso caráter mais trabalho teríamos que realizar; e que cada prova não vivida não se apartará de nós até que a vivamos, porque é necessário para o fortalecimento do nosso caráter.
Enquanto ouvia e vi isso, vi um grupo de pessoas entre as árvores cantando, orando e louvando a Deus por suas maravilhas; e viam os frutos crescerem não por suas obras, mas pelo poder do Deus grandioso que os sustentavam com o seu poder.
Então vi um homem plantando; seu rosto era rude e de fala áspera. Este homem chorava e gemia por seu mau caráter, e com grande afinco e árduo trabalho lavrava a terra. O vi abrir um sulco após o outro, então o vi buscar as sementes e começou a semear. Cuidava da sua plantação dia após dia sem descansar. Foi então que uma lagarta chegou em sua plantação e começou a comê-la. Ele se deu conta disso e começou a resmungar e se desesperou. Olhando para o céu exclamou: Senhor, não tenho nada, somente isto, por favor me ajude! O vi ir planta por planta buscando a intrusa lagarta, até que a encontrou e livrou sua plantação daquela intrusa. Dia após dia, com um amor abnegado e atento, cuidava da sua pequena plantação; assim eu o via. Voltei a vê-lo no final da semeadura, no momento da colheita, e perguntei: Quem é este? Me respondeu: “O mesmo que a semeou”. Não, eu disse, aquele era um homem rude, áspero e de má conversa, este é outro. “Assim é”, me foi dito. “Os ministros silenciosos são usados por nosso grande e poderoso Deus, e sem se dar conta, o ser humano ao fazer isto cai debaixo da influência de seu Espírito, e este é transformado imperceptivelmente. O inimigo sabe disso, e por isso odeia e persegue todos aqueles que desejam ir para as montanhas. Todo acérrimo inimigo da verdade desdenha este passo tão importante e preparatório para transformação do caráter tão vital para salvação.”
“Recorda-me”, disse: “Onde estava Elizeu quando Elias o encontrou? Apresse-se em dizer e não se cale.” Foi-me dito: “Porque o leão vem por sua presa e o que será daquele que não está pronto? Sejam submissos e aprendam dAquele que é manso e humilde de coração, que sendo também Deus se submeteu ao seu Pai em tudo, até a morte de cruz, para que o mortal possa chegar a viver eternamente. Não se engane, porque o dia virá e toda carne será julgada por Aquele que pesa os motivos e conhece o coração. O qual dará a cada um segundo suas obras.”
Fez uma pausa, amados, e continuou. “Eu já disse isso antes; o que faz o cristão sempre exuberante?” Perguntou. “Recordem as árvores de folhas duradouras, e procurem ornamentar-se de um espírito humilde e tranquilo; isto a vista de Deus é de grande preço. Cuidem como um tesouro o presente do amor, da paz, da paciência, da benignidade, da bondade, da fé, da mansidão, da temperança. Todos estes frutos da árvore cristã plantada junto a correntes de águas, seu fruto ao seu tempo sempre dará. Não se turbe o vosso coração e não tenha medo; o que há de vir virá e não tardará. Prepare-se pois, nEle." Que o Senhor os abençoe, e oro por vocês, para que sejamos mais do que vencedores em Cristo Jesus.
Benção!

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