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Se vais e voltas, nunca mais sairás.

1-6-2021

Atualizado: 2 de ago. de 2022

01/06/2021.


Em sonhos eu via que uma cidade havia sido desfragmentada e se instalou uma crise econômica muito forte. Enquanto uns choravam por fome, outros se movimentavam de um lado a outro em lugares muito distantes com algo, segundo eles, de valor em suas mãos para tratar de conseguir alimento. Vi uma família, em um carro com o último de gasolina que lhes restavam, chegar a um lugar onde vendiam roupas. Ali um filho desta família tirou dinheiro para comprar uma camisa e a mãe lhe disse: E este dinheiro? Ao que ele respondeu: eu tinha reservado. A mãe lhe disse: não, não gaste nisso, mas com comida. Mas ele respondeu: Não, isto não é para comida, é para comprar o que eu quero. Aí a situação ficou mais tensa.

A cena mudou, e vi outra família em um carro e esta chegou em uma casa onde dizia: Se vendem doces típicos. Ali esta família, contando os centavos que tinham, a mãe deles foi conseguir algo mesmo que fosse para enganar o estômago, pois a fome apertava. Os vi comprar uns sorvetes muito pequenos e uns biscoitos. Outra família chegou e vi que esta família estava composta de duas irmãs e três jovens. A que dirigia desceu do veículo e entrou em um lugar que dizia que vendiam doces típicos, e conseguiu umas rapaduras e umas bolachas para todos. Vi que a irmã desta, ficou no carro, vivia só para si. Ela só pedia a sua irmã e não se levantava. Pediu roupas, sapatos e tudo que necessitava diante da crise que estava mas só uma camisa pôde obter. Estava furiosa, se queixava diante do infortúnio e sua irmã tranquila e aprazível voltava ao lugar de venda a ver o que mais conseguia para ela. Ali notou um livro e uma mulher que vendia lhe disse: você gosta? E ela respondeu: sim, por quanto vende? Enquanto dizia o colocou em suas mãos: vejo que este é um livro Adventista.

E a senhora que o vendia respondeu que, sim era, lhe disse: já não me serve para nada, já nada importa, tudo eu estou vendendo já que não serviu de nada saber, pois a crise chegou e eu fiquei aqui presa sozinha, na cidade. A compradora lhe disse: nós também somos adventistas e estamos de saída, quer vir conosco? A vendedora não queria ir e colocou muitas desculpas, uma delas era que devia vender tudo pois se fosse ia perder. Ao que a compradora lhe disse: não há tempo, vamos. Mas ela disse: na próxima semana sairei. A compradora foi ao seu carro e não viu os jovens e perguntou a sua irmã o que havia acontecido, ao que esta respondeu: não sei, se foram sem dizer nada. A que dirigia, desesperada começou a buscá-los, mas estes nunca apareceram e assim desconsolada prosseguiu sua viajem para fora da cidade.

No caminho, sua irmã, a preguiçosa, teve fome e clamava por alimento, mas já não havia forma de consegui-lo. Eu lhe vi gritar de desespero e tomar o volante do carro para que sua irmã parasse para ela descer e buscar alimento. Diante desta violência sua irmã parou o carro, e esta correu e correu e sem rumo seguiu correndo até que caiu ao solo agonizante e ali lhe vi morrer. Sua irmã seguiu dirigindo e vi que passou a fiscalização de saída daquela cidade onde havia um letreiro que dizia: se vais e voltas, nunca mais sairás.

Vi a mulher avançar e sair, ia desconsolada porque sua irmã e seus filhos ficaram para trás. Sua irmã por capricho e seus filhos pela dilação dela, foi muito triste esta cena, mas ela avançou e não parou a marcha. Chegou ao lugar seguro nas montanhas e ali parou seu pé. O cenário mudou e vi seus filhos muito infelizes, seus rostos com grande sofrimento e dor, eles iam até descalços e se dirigiam ao letreiro da fiscalização de saída daquela cidade. Ali os maltrataram e os ultrajaram, riram deles e os empurraram para fora e os advertiram a não voltar. Eles caminhavam famintos e sedentos, e seu refúgio foi perto de um rio onde haviam ervas que quando crianças haviam aprendido a comer e isto lhes salvou da morte. Ali pediram perdão de joelhos ao Eterno, e a próxima cena que me foi mostrada foi a que estavam com a sua mãe esperando a vinda do Senhor.

Neste momento aí despertei. Ó amados, quando penso nisto vejo tantos possíveis casos assim, mas se confiamos implicitamente em Deus e somos leais a Ele sem importar pelo que deixamos atrás mesmo que doa, Ele lutará pelos nossos. Oro ao Eterno para que confiemos plenamente Nele. Que assim seja.


Que o Eterno os abençoe.


 
 
 

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