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Tempo igual, oportunidades iguais, quer aceitemos ou não

22-3-2024

  • Kendra
  • 22 de mar. de 2024
  • 5 min de leitura

Atualizado: 2 de ago. de 2024

Mês 13, no Tempo do Eterno, mês 3, dia 22 de 2024.


Em sonhos eu via um enorme barco, tão grande que ao meu parecer, era como uma enorme cidade, onde milhares e milhares de pessoas iam a bordo. Este grande barco estava em uma grande baía e aí com sua rampa aberta para a costa, muitos caminhavam por ela para embarcar. Notei que cada um dos que ali subiam, eram adventistas do sétimo dia. Eu vi suas bíblias e hinários que os identificavam. Eu reconheci a muitos.


Logo ao estar parada na beira daquela baía, me encontrei a bordo deste enorme barco. Caminhei por ele para ver o que mais poderia apreciar. Era um barco muito cômodo em dormitórios e salões, com um extenso menu de alimentos e grandes salas de jantar entre muitos outros luxos e comodidades extravagantes.


Ouvi a voz de um homem que falou, e reconheci sua voz. Caminhei em direção a ele. O lugar de onde escutei a voz era perto da proa do barco e ali, estava este homem, em um grande balcão que dava para a baía e estava gritando que era a última chamada e que logo iam zarpar mar adentro. Que se alistassem e entrassem os últimos que faltavam.


Olhei para a cabine de controle e caminhei até ela. Ali vi um em pé, e notei que o enorme barco não tinha timão. Fiquei alarmada e corri até o homem que gritava e lhe disse: “Este navio não tem timão, devem descer dele logo, pois qualquer onda grande o investirá e você não será capaz de contorná-lo com segurança!”


O homem riu e exclamou: “Este barco é muito seguro por sua grandeza e força, e isto nunca acontecerá.” Eu lhe respondi: “Não importa quão grande, largo e forte, se não tem timão, vai parar no fundo do mar e todos com ele. Por favor deem o alerta para que desçam!” Ele sorriu e permaneceu calado.


Abri minha boca, e como se tivesse um alto-falante nela, exclamei: “O barco não tem timão!  Devem descer, senão todos perecerão no imenso mar. Olhem a cabine, não tem timão!”


Muitos olharam, mas riram e ficaram absortos em suas atividades. Ao meu lado, sem embargo, restaram poucos e correram apavorados até a rampa do grande barco e saíram dele. Nem bem estes tocaram a rampa, esta começou a subir, mas estes se apressaram cada vez mais - os que iam atrás -, e jogavam seus pertences na água ou os deixavam no caminho da rampa, e ao chegar ao final da rampa, saltaram na água que estava perto da costa. Alguns se machucaram um pouco, outros mais, outros choravam e se lamentavam, mas chegaram a solo seguro.


Ali começaram a gritar a seus amigos e familiares: Venham! Venham conosco! A água não está tão profunda, saltem! Mas riam deles e os ridicularizavam dizendo-lhes: Covardes!! Como trocam o maravilhoso pela covardia. Mas os que saíram, seguiam com grande pranto pedindo-lhes que saltassem.


Vi que o navio começou a se afastar da baía. Soltaram as cordas e o grande barco seguia de ré, adentrando-se ao profundo mar. Vi uma grande onda aproximar-se, parecia uma grande parede que desde o horizonte até o céu, se via avançar para o grande barco. Os que iam no barco não perceberam. Mas eu gritei desde à beira, minha voz se perdia com o vento que golpeava as ondas.


Vi que quando uns perceberam a onda, gritaram: “Direcionem o barco!! Direcionem o barco!”  Mas este não tinha timão, não podia dar-lhe direção. Assim a enorme onda, golpeou um lado da enorme embarcação e a girou, e vi muitos que estavam na proa, cair no mar. Minutos depois, nem pessoas, nem o navio eram vistos na superfície, tudo foi parar embaixo das ondas enfurecidas do mar.


A onda seguia avançando em direção à praia, e todos ali, saímos correndo terra dentro para terras altas. Ao chegar, vimos atrás de nós, toda a planície inundada. Vi então, que as ondas, que seguia açoitando a costa, eram como grandes mãos que caíam na terra e enterravam seus enormes dedos nela, e a feriam, e arrastavam mar adentro.


A cena mudou. Me vi olhando quatro eventos simultâneos:

- Uma sala da igreja adventista nominal, onde os ali presentes, escutavam ao que pregava.

- Também vi uma pequena igreja Adventista à beira de uma cidade, onde os que ali estavam tinha um culto de entretenimento para crianças, jovens e adultos.

- Também, à parte, vi uma igrejinha da, segundo eles diziam, verdade presente, distorcida para sua conveniência e formalismo farisaico. E vi que as roupas, tanto de homens como de mulheres, careciam de tecido sério e modesto.

- Também, à parte, vi uma pequena estrutura destinada a uma igreja desta verdade presente, com muitos poucos membros, mas todos em oração e rogo, diante de Deus, pelo perdão de seus pecados e pela transformação de suas vidas, pelo poder de Cristo Jesus.


O primeiro grupo que vi estava relaxado, cômodo e com aparente felicidade de progresso ante todas as atividades de entretenimento que proporcionavam e realizavam.


O segundo grupo, da igreja da periferia da cidade, ali tinha umas atrações, umas brincadeiras, onde participavam crianças, jovens e inclusive adultos, que corriam com estes pratos enormes com cordas e pulavam de despenhadeiros com eles e saíam levantando no ar com estes enormes discos.


O terceiro grupo estava preparando casas móveis sobre rodas, e as carregavam com todo tipo de coisas, sendo necessárias ou não; e ocupavam todo espaço daquelas cheias destas mesmas coisas.


O quarto grupo lutava árduo por cada coisa necessária e a cada passo clamavam e oravam ao Eterno. E se conseguiam dar um passo e outro com grande esforço, louvavam ao Senhor. Mas vi que eram passos decididos e seguros, por mais difícil que era não retrocediam. Sua meta era fixa e as instruções divinas eram claras em sua mente.  Decididos totalmente a cumpri-las, pesando toda circunstância e toda dificuldade, estes avançavam. Vi que estes conseguiam, depois de árduo esforço e quando um passo já estava completado, empreendiam sem vacilar, o próximo passo.


Então me foi dito: “Estes quatro grupos avançam simultaneamente. E cada um dos que ali está, deve decidir, pois a finalização do tempo para isto se aproxima. Cada indivíduo, sua vida está em jogo, e é por decisão própria e não grupal.”


Então, me foi ordenado: “Põe um testemunho no grupo um.” Assim o fiz, tomei o aparelho que tocava o áudio e o coloquei ali. E estes, aqueles que pregavam, destruíram-no.


Logo me foi ordenado: “Toma esse mesmo testemunho e o ponha no segundo grupo.” Assim o fiz. Os que escutavam, faziam mais distrações para que o áudio fosse minimizado ou anulado, para que não escutassem.


Então me foi dito: “Põe este mesmo áudio no terceiro grupo.” E assim eu fiz. Todos ali se olharam uns aos outros e exclamavam: “Como pode ser isto? Impossível de cumprir! Não o aceitamos! Vamos ao nosso passo!” E ordenaram a silenciar o áudio tirando-o daquele lugar, atirando-lhe por um barranco abaixo, íngreme.


Assim me foi ordenado buscar por ele, e assim fiz. E fui ordenada a ir ao quarto lugar. Ali com o mesmo áudio,  coloquei para tocar. Enquanto se escutavam o áudio, estes levantaram suas cabeças, pois estavam inclinadas, orando. E escutavam e começavam a chorar e exclamavam: “Oh! Miserável de mim! Miserável de mim! Senhor, perdoa-me! Lava-me! Limpa-me! Não passes longe de mim, por favor, tem misericórdia de mim!” Assim, o áudio começou e acabou. Eles o ouviam vez, após vez, pois não queriam perder nenhum detalhe da Palavra Viva. Passaram assim os dias, e estes continuavam atuando do mesmo modo. Logo notei que uma luz muito brilhante chegou ali entre eles e os consolou, os fortaleceu, e os possuiu. Seus semblantes agora brilhavam e se viam agora felizes, seguros, e em paz. Ali não vi mais. Ali despertei. Oh, amados irmãos! Que tremendo! O mesmo tempo, a mesma oportunidade. Mas uns, a maioria, a deixam passar, e outros aproveitam. Queira Deus que todos venham a ser daqueles que escutam e aceitam a Palavra Viva de Cristo Jesus. Que o Senhor nos abençoe.


Testemunho: 22-03-2024

 
 
 

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