- Anderson
- 23 de out. de 2022
- 4 min de leitura
Atualizado: 27 de dez. de 2022
Mês 7 no calendário do Eterno, mês 10, dia 23 de 2022. Em sonhos, eu me via com um casal de irmãos. Eu ia caminhando com eles quando logo, diante de nós, vi uma igreja nominal adventista, e me detive. Diminui o caminhar, mas eles continuaram e lhes vi entrar. Minha intenção era esperar que saíssem para continuar a conversa, mas foi-me indicado que entrasse. Quando entrei, estavam projetando uma canção que dizia: "cada vez que o mar vermelho tenhas que passar". Ali, todos estavam de pé, levantando as mãos, movendo-se de lado a lado, batendo palmas. Me coloquei em um canto que estava ao lado da porta e disse: "Senhor, o que faço?" Me pus a cantar um hino do Hinário Antigo e ninguém notava.
Mas, logo, uma menina, uma menina pequena, notou minha presença. Ela se aproximou a mim e me perguntou: "O que estás fazendo?" E eu lhe disse: "Estou aqui cantando um louvor ao Senhor, ao Eterno." E me perguntou: "Por que não canta a que se está cantando? Você não gosta?" Lhe disse que o Eterno havia especificado Sua música, e isso para salvaguardar-nos da idolatria e para não misturar o santo com o profano. Assim, ela começou a cantar comigo.
Logo, tudo acabou. E vi o casal sair — os que eu estava antes falando com eles. Eu sai atrás deles e lhes comentava o porquê essa música não agradava a Deus, e que eles deviam desistir disso e da corrupção corporativa se queriam, ou desejavam, ser fiéis a Deus e ser salvos. Ambos que olharam como se eu exagerasse as coisas. E me disseram: "Vamos à nossa casa. Ali vamos falar mais do assunto."
Nesse momento, passamos por uma comunidade na qual as casas eram de dois andares e haviam árvores frondosas entre elas. Logo, escutei uma voz familiar que nos disse: "Olhem! Olhem atrás dessa árvore, ali no céu, que luz e cores mais brilhantes!" Eu olhei, mas não vi nada. Havia uma árvore frondosa diante de mim, assim que corri para passar debaixo da árvore que tampava minha visão. Então, pude ver os céus abertos e o Filho do Homem com Sua coroa em Sua cabeça, acompanhado por um séquito de anjos. Nesse momento, exclamei aos que eu estava caminhando e falando com eles: "Olhem! Jesus já vem e por vocês estarem nisso ainda, e eu tratando de que vocês entendam, Sua vinda nos pegou nas cidades! Agora, possivelmente, não seremos salvos!" Eu senti uma grande angústia em meu ser, uma angústia indescritível. Era como se toda a esperança de vida se apagasse de meu ser. Um grande pesar e dor, e um espanto terrível se apoderou de meu ser. Eu vi Seu rosto.
Era resplandecente, mais resplandecente que o sol. Mas, em um momento, o resplendor de Seu rosto desapareceu e vi Seu rosto humano. Ali me disse, com olhos penetrantes, tão penetrantes que sentia que podia ver todo o meu interior, até o tutano dos meus ossos, fico sem palavras para explicar esse sentimento, e me disse: "Isso que estás sentindo, de ver que Eu estou chegando de surpresa, assim será para muitos o tempo de sua visitação e de Minha vinda; e se espantarão sem remédio. Mas não temas; isso é somente para que sejas testemunha de tal sentimento. Mas vai aos teus e dize-lhes que Eu já estou voltando e, por esses pecados, muitos não serão salvos." Começou então a dizer-me: "Esses são:
O orgulho,
A idolatria,
A altivez de espírito,
O descontentamento,
A indiferença,
A parcialidade,
E a calúnia.
Esses, cada um com sua raiz nas sete formas de queda, serão o fim de muitos que, sabendo tudo, negaram em suas vidas a eficácia de tudo."
Irmãos, foi terrível escutar essas palavras de Sua boca. Eu desmaiava de espanto diante de um Ser Eterno tão santo! Seu rosto voltou a resplandecer como sol. Tive que retirar minha vista imediatamente, porque não podia ver, tudo me deixava cega! E me disse: "Retiro-me, então, por um momento ainda; mas a hora não é neste momento". Assim que vi que todo aquele séquito, todo aquele séquito que se via no céu aberto — como se fosse um buraco fundo com muitas camadas em seu interior, todo cheio de anjos e com cores brilhantes, as do arco-íris, e o Eterno no meio —, todo esse séquito, se voltaram e começaram a retroceder, a retroceder, a retroceder, até que o buraco se seguiu fechando, e fechando, fechando. E as nuvens e o Céu se fecharam por completo. E não vi mais.
Despertei tão sobressaltada nesse momento. Olhei o relógio, eram 4:30 da madrugada. Nesse momento, me coloquei de joelhos diante do Eterno. Era um espanto tão grande que havida dentro de mim por me encontrar de surpresa com a vinda do Senhor nesse momento, assim, tão de surpresa. Oh, amados irmãos, não quero nem pensar, nem pensar, em saber o que vão sentir aqueles a quais a vinda do Senhor os pegará de surpresa por esses pecados que o Senhor declarou com Sua própria boca. Aqueles, também, que O traspassaram. Não posso nem pensar no espanto que terão quando o Filho do Homem vier nas nuvens dos céus! Não posso, tampouco, pensar em saber o que vão sentir aqueles que tiveram tanta luz diante de si, mas que por preconceitos e por seguir a homens não quiseram escutar a Palavra da Verdade e as advertências do Eterno; e deixaram tudo o que o Eterno dava a Seu povo de lado, e serão tomados de surpresa.
O Senhor fala aqui do tempo de Sua visitação e o tempo de Sua vinda, dois eventos totalmente diferentes. Oh, amados irmãos, sei que os entendidos entenderão, mas por favor, peço a todo rebanho do Eterno, que orem pelos irmãos ao redor do mundo, por todos aqueles que ainda estão no Vale da Decisão, para que logo possam tomar posição. Porque certamente o Senhor está voltando. Tudo está nos indicando. E não há o que falar muito para se dar conta das coisas. Cada vez se apertam mais as coisas.
O Senhor disse que isso ia acontecer.

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