Atualizado: 10 de jun. de 2022
Amados, 17 de maio de 2019. Em meus sonhos, eu estava em um grande parque e o verde intenso do gramado era um convite para estar nele. Neste parque, ao redor, havia uma muralha elevada em seu derredor. Esta muralha era natural e haviam pequenas cabanas de diferentes materiais que as pessoas haviam construído. Eu olhei para aquela parede e observei cada cabana construída lá; vi barracos de palha, de madeira, papelão, barro, eu também vi chalés; e então cada família construia em torno daquele grande parque. Eu os vi construindo as cabanas de rápida montagem e de grande fragilidade. Enquanto olhava para os trabalhadores da construção, notei que eles eram adventistas do sétimo dia, porque reconheci vários.
Eu perguntei à alguns dos conhecidos que estava construindo na parede daquele grande parque, e eles me responderam: Aqui acontecerá um grande evento e não podemos perder isso. Todos se prepararam e o evento começou. No meio do grande parque um palco com seu equipamento de som, ouvi um homem falando e levantando a voz disse: Que comece o programa. Eu vi então como chegaram ao grande parque carros de cachorro quente, caiaque, carrinhos de sorvete, palhaços, mesas de bilhar, grande tela teatral, um grande carrossel, vendedores de roupas e sapatos, vendendo todo tipo de artigo, de manuais até os robotizados, utensílios domésticos como fogão, geladeiras. Lá também vi um negociante de carro, um especialista em vendas de terras, e um agente de viagens. Todos estes e outros estavam dispostos a ter um grande dia de vendas.
E nesse momento, no palco, subiu um pastor muito bem trajado e sorridente e disse para todos: - Irmãos, hoje é um grande dia! Hoje trouxemos tudo isso para vocês para que possam desfrutá-los em um ambiente cristão; agora Inclinem vossos rostos para que possamos orar e pedir a bênção para este grande dia de alegria. Eu ouvi o pastor orar e começou todas as programações. Todos eles desceram de suas cabanas. Enquanto observei isso, disse meu acompanhante: “Tudo isso está chegando ao fim e seus casos estão em revisão; os cavaleiros estão prontos; o celeiro quase cheio e o homem do pecado no seu melhor momento; e veja, estão como crianças, em seus prazeres terrenais quando tudo está culminando. Então eu disse: -O que faremos? E ele respondeu: “Corra entre eles e não te detenhas, e diga-lhes: “Assim diz o Senhor, casa rebelde e contenciosa. Acaso sereis luz nas trevas, se sua luz estiver apagada? Acaso o que vive em prazeres efêmeros desfrutará a alegria das alegrias? Você diz que serve ao Deus vivo, mas você serve a Mamom e seus ídolos, corre atrás de seus anátemas e pensamentos egocêntricos em vaidade. Acaso as testemunhas não saberão disso, nem terão a evidência? Acaso o advogado o defenderá e o juiz o absolverá? Afaste-se e não toque no impuro, resista ao diabo e ele fugirá de vós”. Ainda estava a palavra na minha boca quando um grande dragão vermelho começou a voar sobre aquele lugar.
Todos ficaram escandalizados em grande excitação. Todos correram para suas cabanas, mas estas eram tão frágeis que eles mesmos não se sentiam seguros nelas. Eu os vi correndo aterrorizados, e este dragão estava voando sobre aquele grande parque, e seus olhos estavam sobre cada movimento daqueles que corriam. Este dragão desceu para o palco e se transformou em um anjo de grande luz; todos pararam de correr e se aproximaram para ouvir suas palavras lisonjeiras. Ele disse-lhes: - Meus queridos, não temam, esta é a minha grande performance; eu lhes dei tudo isso, como lhes faria algum dano se o que lhes dou é alegria? Continue, continue suas atividades, tudo é bem merecido. Assim, dizendo estas palavras, acalmou aquela multidão e todos com calma continuaram em suas diversões.
Este anjo de grande luz desapareceu e todos o aplaudiram. Então o pastor subiu novamente para a plataforma e disse:- Se assustaram? Essa foi a surpresa desse grande evento, fiquem tranquilos, nada se passa; oramos e a bênção de Deus está conosco.
Naquele momento, meu acompanhante me deu uma grande caneta grossa e marrom na minha mão e me disse: “Pare no meio desse parque e jogue com toda as suas forças para cima”. Eu peguei a caneta e foi o que eu fiz, eu lancei, e enquanto ela subia aumentava de tamanho, e quando caiu estremeceu aquele lugar. A diversão parou, e toda a diversão desapareceu, eu já não o vi mais. Apenas as pessoas continuavam observando aquela grande caneta no meio delas, cor marrom, que entre a grama verde era de grande contraste.
Minha boca se abriu e disse: - Como vocês podem exaltar Mamom ao invés do Deus Todo-Poderoso, que dirige os céus e a terra? Eles me olharam atônitos; alguns assombrados e outros até bravos. E outras palavras saíram da minha boca e eu disse: -Amanhã ao pôr do sol sua hora chegará, e eles não verão até que isso seja consumido. Todos deixaram aquele lugar com raiva, porque a diversão deles tinha sido prejudicada. Disseram-me: “Procure a geladeira”. Eu a busquei e perguntei por ela para duas pessoas que ainda estavam lá; elas me olharam com raiva e não responderam. Continuei procurando e encontrei, e foi dito para mim: “Abra-a”. Eu a abri a geladeira, vi lá chocolates, café, refrigerantes, biscoitos, manteiga, ovos, leite, coisas de origem animal como carnes, queijos, bebidas alcoólicas, também havia carnes limpas, mas também tinha carnes imundas, e muitas coisas que os que estavam ali presentes gostavam. Meu acompanhante me disse: “Nenhum templo degradado com uma mente nublada verá o dia de sua visitação”. Fechei a geladeira e olhei para a parede onde ficavam as cabanas. Vi ao longe dois jovens encostados em um carro, eles me olharam fixamente, e perguntei o que estavam fazendo ali. Um me ignorou, mas o outro veio onde eu estava. Pois ele estava em um lugar alto, no mais alto da muralha e eu o exortei a sair dali, mas ele resistiu e foi embora. Eu vi ao redor das cabanas e por dentro; nelas havia apenas teias de aranha, lixo e muita sujeira. Do lado de fora eles pareciam bem, mas por dentro o seu estado era deplorável. Com lágrimas nos olhos eu me retirei daquele lugar, e meus olhos não podiam deixar de ver aqueles dois jovens; não importava o quanto fossem exortados, não queriam sair. Saí e deixei de ver o lugar. Mas um enorme raio caiu naquele lugar e as chamas devoraram-no reduzindo tudo a escombros. Meu acompanhante me disse: “Porque o salário do pecado é a morte, e Deus, Sua presença, purifica ou consome, porque em Seu caminho o pecado é consumido. Removido ou deixado no rebanho". Foram suas últimas palavras.
Aí despertei amados, com muita tristeza e pedindo a Deus que, nesta oportunidade, desta segunda Páscoa, muitos possam decidir pelo Senhor sem reservas, para fazer parte das fileiras do exército do Príncipe Emmanuel, no desenlace final que está chegando.
Que o Senhor os abençoe.

Comentários