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Vigiai e orai #1

17-7-2020

  • 17 de jul. de 2020
  • 4 min de leitura

Atualizado: 7 de jul. de 2022

Em 17-07-2020, em sonhos, eu estava em um lugar onde parecia meio que uma igreja, porque tinha dentro bancos e púlpito como uma igreja, porém as pessoas ali, que eu via que ali estavam, o único assunto que eles falavam eram sobre suas vidas, seus desejos, modas, problemas, economia, tecnologia, etc... 

Eu me assombrei ao ver tudo isto e saí para ver a fachada daquele lugar e ver o que realmente era. Vi que o letreiro tinha três anjos, mas uns homens o mudaram por um outro. Também vi que a estrutura era da cor branca, mas agora fora pintada de cinza. Também observei que os pátios estes não haviam sido mudados em nada. Enquanto observava isto, chegaram umas pessoas muito altas, bem vestidas, mas todos vestidos de preto, com óculos escuros e grandes correntes de ouro no seu pescoço. Se aproximaram da porta da suposta igreja e um disse ao outro que o acompanhava: “É a hora”.

Ele pegou uma furadeira forte e fez uns buracos ao lado de cada porta, e começou a colocar umas argolas, que eram muito grandes, e ali, por estas argolas, passaram uma corrente gigante com um enorme cadeado; assim aquelas portas ficaram trancadas. Ao ver isto, fui correndo ao outro extremo da estrutura para ver se a porta permanecia aberta, para dizer aos que estavam ali dentro para saírem; porém, a porta estava quase toda coberta por um pedreiro, que levantava uma parede de frente para ela.

A cena mudou, eu estava então em um lugar que parecia um campo. Às margens deste eu via casas, muitas casas, uma ao lado da outra, próximas daquele campo. Eu via ali muitos adventistas; todos estavam se regozijando com seus bens, se casavam com algumas pessoas, se divorciavam, se casavam com outro, se divorciavam e assim tinham filhos de um homem, e de outro homem. Assim, estavam em festas, algazarras, como os que não conhecem a Deus e não O temem. Havia grandes banquetes de comida; a preocupação era somente diversão e eles dormiam muito confiantes. Logo vi uma mulher sentada em um sofá; ela estava louca e eu perguntei: Por que está assim? Ele me respondeu: “Ela conheceu a verdade, teve muita evidência dela, porém nunca a seguiu. Sua teimosia a levou à uma grande confusão e ela se tornou frustrada, triste e solitária. Sua mãe orava por ela dia e noite, a exortava, mas nunca quis escutar. Sua vida foi um desperdício, por isso cortei suas raízes e seus ramos, porque foi uma árvore estéril. Muitos a consideravam como boa, porém seu coração era negramente endurecido, por teimosia e grande rebeldia; oprimiu a uma órfã que sofria pôr a terem tirado o único que tinha; e essa foi a sua última oportunidade e a sentença foi lançada. Ela, coligada com sua irmã de sangue, a oprimiu e não lhe deu paz; retiraram sua herança, mas então nesta hora o castigo foi decretado para elas.

Logo a cena voltou a mudar, e vi muitas coisas, uma ao lado da outra, em uma subida; um terreno de uma cidade, que seu fim dava em uma montanha onde não vivia ninguém. Vi que era noite e estavam todos já em suas casas com as luzes apagadas. Eu escutei uma voz que me disse: “Grite e levante-os, devem acordar e orar”. Eu comecei a andar pelas ruas, e via que próximo de algumas casas havia, ao invés de cachorros amarrados, eu via que eram porcos, e estes eram ferozes e mordiam. Ao passar em frente a estas casas, eles corriam atrás de mim para me ferir e me morder, mas as correntes os detinham em certo lugar. Eu pensei comigo mesma: Que espécie de pessoas são estas que tem porcos como cães? Então comecei a dar gritos para se levantarem. Uma pessoa saiu e lhe adverti para não dormir e sim para vigiar e orar, mas ela me disse: Venha, entre. Entrei em sua área, sua varanda e ali me perguntou: Por que temos que vigiar e orar? Está tarde, é hora de descansar. Eu respondi: O que dorme agora, perecerá. Me disse: Ok, vamos pegar mais luzes e vamos aos demais para despertá-los. Assim fizemos; fomos de casa em casa, porém ninguém despertou; seu sono era muito pesado e seu sono era muito profundo. Nos cansamos indo de lá para cá, mas não desistimos, e somente assim uma pessoa, uma mulher se uniu a nós. Logo se deu a ordem: “Subam a montanha e não temam”. Subimos rapidamente, logo não vimos nada mais; as casas, as abandonamos e começamos a gozar da grande tranquilidade daquele maravilhoso campo. Vimos nos céus que se aproximava uma grande tempestade, e nos amarramos a uma das árvores muito forte e frondosa. A tempestade chegou. Sentíamos a água, que quase nos cortava a pele de tanta pressão, nos golpeando e um vento quase asfixiante nos arremessava. A pressão do vento me fazia sentir que as extremidades do meu corpo estavam se desprendendo, mas logo tudo passou; nos soltamos da árvore, agradecemos a Deus por Sua proteção, e ainda que estivéssemos ali feridos por dentro, estávamos vivos. Olhando da montanha para baixo, de onde estávamos, muitas partes da natureza estavam caídas e as coisas já não existiam; tudo estavam em escombros e sentimos uma tristeza imensa.

Então ao despertar me foi dito: Jeremias 2. Deixo isto com vocês amados irmãos e queira Deus que possamos entender as palavras do Eterno.


Que o Senhor nos abençoe!

 
 
 

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